Mais um artigo sobre o Chrome
Estimado leitor. Sei que você deve estar de saco cheio de tanta notícia sobre o navegador Google Chrome, mas como este tema está na moda e precisamos marcar presençaver nos resultados das pesquisas sobre “Google Chrome”, “Chrome”, “instalar Chrome” e outras, vou escrever mais um artigo sobre ele. Não será um artigo longo, mas também não será o último.
Como alguns dos leitores do TecnoSapiens já devem ter percebido, eu tenho os dois pés atrás com aquela companhia que, esta semana, lançou o navegador Chrome. Me irrita amedontra ver o crescimento tão rápido de uma companhia, que vive gritando aos quatro ventos que faz tudo para melhorar minha vida, que o jeito dela fazer as coisas é melhor do que o meu e que, a cada momento lança mais um tentáculo em um nicho de mercado diferente daqueles em que vinha investindo.
No caso específico do navegador Chrome, posso dizer que ele chegou arrebentando a boca do balão. Prova disso é a fatia de mercado que ele já possui:
É, ficar em terceiro lugar em tão pouco tempo, é simplesmente impressionante. Acho até que a fatia do Chrome ainda vai aumentar bastante, principalmente quando forem corrigidos alguns bugs e os plugins (complementos) começarem a aparecer. E falando em plugins para o Chrome, já existe um site que tem alguns, o Chrome Plugins.
Quem é um pouco mais velho, se lembra que há pouco tempo uma empresa também apresentou um crescimento vertiginoso e hoje é tida como uma empresa maligna, sendo, inclusive odiada por vários entusiastas da filosofia do software livre.
Será que um dia o/a Google também será considerada uma empresa maligna?
Ainda é cedo para se fazer uma previsão deste tipo, mas o site The Register publicou uma interessante paródia sobre os quadrinhos que a/o Google publicou sobre o Chrome.
A paródia pode ser encontrada neste link:
http://www.theregister.co.uk/2008/09/02/google_chrome_comic_funnies/
Bem, vou indo. Prometo que não vou escrever sobre o Chrome no meu próximo artigo vou tentar não escrever sobre o Chrome no meu próximo artigo.
5 Comentários »
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Bom dia a todos!
Aos poucos a Google está tornando as pessoas dependente de seus produtos, mas o grande problema é que: ou você é dependente da Google e não paga nada diretamente a ela, ou você é dependente de outras empresas, assim como da Google, e ainda paga uma licença por isso.
Essas situações são, no fundo, muito complexas (…)
Enquanto isso vou usando o Linux e seus aplicativos padrões!
Um abraço!
Claudinei Caetano de Souza!
Um ponto de vista interessante Mister.
Mas, me diz aí… o que é um aplicativo padrão???
Bom dia novamente!
Entendo como aplicativo padrão do linux aqueles que obedecem a filosofia GNU-GPL.
“As licenças de muitos software são desenvolvidas para restringir sua
liberdade de compartilhá-lo e mudá-lo. Contrária a isso, a Licença
Pública Geral GNU pretende garantir sua liberdade de compartilhar e
alterar software livres — garantindo que o software será livre e
gratuito para os seus usuários. Esta Licença Pública Geral aplica-se à
maioria dos software da Free Software Foundation e a qualquer outro
programa cujo autor decida aplicá-la” (tem uma versão em português dessa licença , porém não é aceita como oficial, veja o site: http://www.magnux.org/doc/GPL-pt_BR.txt)
Até o próximo!
Claudinei Caetano de Souza.
Resalva:
A princípio, a filosofia do GNU/Linux é que todos seus aplicativos são “gnu’s” também, porém a coisa evoluiu e atualmente não são bem assim, na verdade poucas distribuições linux hoje em dia seguem o padrão GNU ao pé da letra, um exemplo das que seguem é o DEBIAN GNU/LINUX (http://www.debian.org/).
Quando falamos de GNU-GPL, isso não quer dizer que tenhamos que usar o sistema operacional linux e outros que fazem parte da GNU-GPL, é perfeitamente possível você criar um software que não use esses sistemas, como por exemplo, um software que use o windows e mesmo assim ele ter este tipo de licença. E a reciproca também é verdadeira, por exemplo, você pode ter um software proprietário que use o sistema operacional linux, e assim por diante. Para melhor compreensão deste assunto veja, http://pt.wikipedia.org/wiki/Licen%C3%A7a_P%C3%BAblica_GNU e http://pt.wikipedia.org/wiki/Projecto_GNU
Até mais
Claudinei Caetano de Souza.
Rodrigo, dizem que uma das grandes sacadas do Machado era o lance de conversar com o leitor. Meus professores citam muito isso. Já pensou se no futuro a obra da equipe TecnoSapiens virar objeto de estudo dos literatos e analistas do discurso?
Há braços