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	<title>TecnoSapiens &#187; Weslley</title>
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	<description>De pedras lascadas a mentes afiadas</description>
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		<title>O biodiesel e sua matéria-prima</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 02:30:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Weslley</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De uma maneira geral, o biodiesel pode ser produzido a partir de qualquer tipo de óleo vegetal, mas nem todo óleo vegetal pode ou deve ser utilizado como matéria-prima para a produção de biodiesel. Portanto, a viabilidade de cada matéria-prima dependerá de suas respectivas competitividades técnica, econômica e sócio-ambiental, e inclusive importantes aspectos agronômicos, tais [...]


Leia também:<ol><li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/04/a-producao-de-biodiesel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A produção de biodiesel'>A produção de biodiesel</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/03/panorama-do-biodiesel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Panorama do biodiesel'>Panorama do biodiesel</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/10/intel-core-i7-mobile-extreme/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Intel Core i7 Mobile Extreme'>Intel Core i7 Mobile Extreme</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=4b903347bb118f717470fb592a2bdf0d&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/>
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<p style="text-align: justify;">De uma maneira geral, o biodiesel pode ser produzido a partir de qualquer tipo de óleo vegetal, mas nem todo óleo vegetal pode ou deve ser utilizado como matéria-prima para a produção de biodiesel. Portanto, a viabilidade de cada matéria-prima dependerá de suas respectivas competitividades técnica, econômica e sócio-ambiental, e inclusive importantes aspectos agronômicos, tais como: (a) o teor de óleos vegetais; (b) a produtividade por unidade de área; (c) o equilíbrio agronômico e demais aspectos relacionados com o ciclo de vida da planta; (d) a atenção a diferentes sistemas produtivos; (e) o ciclo da planta (sazonalidade); e (f) sua adaptação territorial, atendendo a diferentes condições edafoclimáticas.</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">
<div><span id="more-2338"></span></div>
<div id="_mcePaste">O óleo de soja é hoje a principal matéria-prima usada na produção de biodiesel. No entanto, há várias outras oleaginosas que poderão ser empregadas para a produção do biodiesel que se encontram em fase de avaliação e desenvolvimento de suas cadeias produtivas. Na região norte, por exemplo, dendê, babaçu e outras palmáceas; na região nordeste, babaçu, mamona, dendê, algodão, pinhão-manso e côco; na região centro-oeste, pinhão-manso, mamona, algodão, girassol, macaúba e gordura animal; na região sul, colza, pinhão-manso, girassol e algodão; e na região sudeste, pinhão-manso, macaúba, mamona, algodão e girassol.</div>
<div id="_mcePaste">Apesar de muitas vantagens na utilização do biodiesel, há dois graves problemas do ponto de vista de produção de óleos vegetais que poderão retardar ou dificultar o uso de derivados de óleos vegetais como combustível. O primeiro problema é em relação à produtividade de óleo das espécies cultivadas. Atualmente, as principais fontes de óleos vegetais para biodiesel são: a soja, mamona, girassol, algodão, amendoim, que produzem cerca de 1 tonelada de óleo por hectare por ano (1 Ton/ha/ano). Portanto, a produtividade desses vegetais não é economicamente e nem energeticamente sustentável e nem suficiente para atender a demanda futura do mercado. O dendê é a única cultura comercial disponível no país, que possui alta produtividade, com potencial de produção de mais de 5 Ton/ha/ano de óleo vegetal e balanço energético acima de 5. Entretanto, o dendê só é cultivado na região amazônica, devido a sua alta demanda hídrica.</div>
<div id="_mcePaste">O segundo problema é relativo à qualidade dos óleos vegetais disponíveis. Os óleos vegetais, citados anteriormente, possuem alta concentração de ácidos graxos poliinsaturados, indesejáveis para a utilização como combustível, devido à baixa estabilidade oxidativa e ao baixo número de cetano. Além disso, esses óleos vegetais induzem um maior depósito de carbono que os óleos com alto teor de ácidos graxos monoinsaturados ou saturados.</div>
<div id="_mcePaste">Por estes motivos, esses óleos não atendem às especificações das normas da ASTM e EN para o uso na produção de biodiesel. Por exemplo, o óleo de mamona possui alta concentração de ácido ricinoléico, cerca de 80%, o que torna o seu biodiesel muito viscoso, podendo levar a um rápido entupimento dos filtros de combustível e dos bicos injetores. As especificações para biodiesel no Brasil são menos restritivas que na Europa, permitindo então a produção do biodiesel com base em diversas matérias-primas. Essa flexibilização das especificações contribui não só para maior competitividade entre matérias-primas, mas também para a diversificação da produção em termos regionais.</div>
</div>
<p>Esse texto foi baseado no trabalho de mestrado de Daniela Toma, desenvolvido juntamente à Embrapa Instrumentação Agropecuária e ao Instituto de Química de São Carlos (USP), com o título &#8220;Análse da qualidade de óleos vegetais em sementes intactas por RMN de baixa resolução&#8221;.</p>

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<p>Leia também:<ol><li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/04/a-producao-de-biodiesel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A produção de biodiesel'>A produção de biodiesel</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/03/panorama-do-biodiesel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Panorama do biodiesel'>Panorama do biodiesel</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/10/intel-core-i7-mobile-extreme/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Intel Core i7 Mobile Extreme'>Intel Core i7 Mobile Extreme</a></li>
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		<title>A produção de biodiesel</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 02:12:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Weslley</dc:creator>
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Leia também:<ol><li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/03/panorama-do-biodiesel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Panorama do biodiesel'>Panorama do biodiesel</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/05/o-biodiesel-e-sua-materia-prima/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O biodiesel e sua matéria-prima'>O biodiesel e sua matéria-prima</a></li>
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			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=4b903347bb118f717470fb592a2bdf0d&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/>
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<p style="text-align: justify;">O biodiesel, monoalquil-éster de ácidos graxos, é um combustível biodegradável, derivado de fontes renováveis, provenientes de óleo vegetal ou de gordura animal. Pode ser utilizado integralmente ou em variáveis proporções com o diesel, em motores do ciclo a diesel, sem a necessidade de onerosas adaptações.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, a Lei 11.097/05 define biodiesel como &#8220;biocombustível derivado de biomassa renovável para uso em motores a combustão interna com ignição por compressão ou, conforme regulamento para geração de outro tipo de energia, que possa substituir parcial ou totalmente combustíveis de origem fóssil&#8221; .</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2318"></span></p>
<p style="text-align: justify;">As especificações para biodiesel no Brasil são menos restritivas que na Europa, permitindo produção com base em diversas matérias-primas. Essa flexibilidade das especificações contribuiu não só para maior competitividade entre matérias-primas, mas também para a diversificação da produção em termos regionais.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Há três rotas tecnológicas que estão sendo estudadas para a substituição do óleo diesel por derivados de óleos vegetais:</p>
<ol>
<li>O uso do óleo vegetal <em>in natura</em>;</li>
<li>O craqueamento catalítico ou térmico refere-se ao processo químico provocado pela quebra de moléculas por aquecimento em altas temperaturas, formando uma mistura de compostos químicos com propriedades muito semelhantes às do diesel de petróleo;</li>
<li>A transesterificação, o processo mais utilizado mundialmente, consiste na reação química de triglicerídeos (óleos e gorduras vegetais ou animais) com álcoois (metanol ou etanol), na presença de um catalisador (ácido, básico ou enzimático, sendo os mais utilizados NaOH ou KOH), obtendo a glicerina e o éster (biodiesel).</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A glicerina, subproduto da obtenção de biodiesel, é um produto de alto valor agregado quando utilizado na indústria farmacêutica, de cosméticos e alimentos e bebidas, entre outros. Pode ser utilizada como um combustível de baixa qualidade em caldeiras, em substituição ao óleo combustível. Porém, a sua queima exige controle de emissões de substâncias tóxicas como a acroleína, um poluente altamente tóxico.</p>
<p style="text-align: justify;">A experiência internacional indica uma tendência à adoção da transesterificação com a utilização do metanol (rota metílica). Uma rota alternativa desenvolvida no Brasil utiliza o etanol (rota etílica) na mistura, mas essa tecnologia ainda necessita de aperfeiçoamentos no processo produtivo em escala comercial. As principais diferenças entre essas duas rotas decorrem do fato de que o processo de transesterificação com etanol é mais lento e a separação das fases (glicerina-biodiesel-álcool) é mais complexa. Apesar de o etanol ser abundante no Brasil, renovável e de baixa toxicidade, o seu preço é superior ao do metanol. Esse último, por sua vez, é importado, não-renovável, tem grande toxicidade e menor poder de combustão.</p>
<h6><strong>Este texto foi baseado no trabalho de mestrado de Daniela Toma, desenvolvido juntamente à Embrapa Instrumentação Agropecuária e ao Instituto de Química de São Carlos (USP), com o título &#8220;Análise da qualidade de óleos vegetais em sementes intactas por RMN de baixa resolução&#8221;.</strong></h6>

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<p>Leia também:<ol><li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/03/panorama-do-biodiesel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Panorama do biodiesel'>Panorama do biodiesel</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/05/o-biodiesel-e-sua-materia-prima/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O biodiesel e sua matéria-prima'>O biodiesel e sua matéria-prima</a></li>
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		<item>
		<title>Panorama do biodiesel</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 23:12:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Weslley</dc:creator>
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Leia também:<ol><li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/04/a-producao-de-biodiesel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A produção de biodiesel'>A produção de biodiesel</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/05/o-biodiesel-e-sua-materia-prima/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O biodiesel e sua matéria-prima'>O biodiesel e sua matéria-prima</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/03/profissao-fisico/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Profissão: Físico!'>Profissão: Físico!</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=4b903347bb118f717470fb592a2bdf0d&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/>
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<p>A necessidade crescente de redução da emissão dos gases, responsáveis pelo aquecimento global e consequentemente pelo efeito estufa, juntamente com os altos preços do petróleo, estimularam o desenvolvimento de combustíveis renováveis, que reciclam o gás carbônico atmosférico via fotossíntese.</p>
<p><span id="more-2310"></span></p>
<p>O Protocolo de Kyoto foi desenvolvido durante o fórum ambiental Rio-92 e ratificado em Kyoto, por mais de 140 países. Segundo esse protocolo, os países desenvolvidos que fazem parte do acordo se comprometem a reduzir até 2012 a emissão de gases de efeito estufa em pelo menos 5 %, de acordo com os níveis de 1990. Os Estados Unidos, o maior emissor de gases de efeito estufa do mundo (cerca de 36 % do total mundial), não ratificaram o acordo. Por isso, os países que ratificaram o protocolo estão buscando mobilizar a comunidade internacional para que promova uma ação conjunta com o objetivo de estabilizar a concentração dos gases causadores do efeito estufa e, assim, limitar a interferência antropogênica sobre o sistema climático global.</p>
<p>Como exemplo, o etanol já demonstrou sua eficiência e consequentemente a liderança mundial do Brasil na produção desse tipo de combustível renovável. Hoje o valor numérico do balanço energético (quantidade de energia produzida no total da energia gasta para a produção) do álcool é maior que oito. Porém, para o diesel, o combustível mais usado no país, principalmente em veículos de transporte de carga e passageiros e máquinas agrícolas, ainda há muita pesquisa e desenvolvimento a serem realizados até que se atinja um patamar tecnológico semelhante ao do álcool.</p>
<p>O biodiesel, ésteres metílicos de ácido graxo (FAME&#8217;s &#8211; <em>Fatty acid methyl esters</em>), obtido de sementes oleaginosas e gorduras, é atualmente considerado adequado para uso como combustível em motores à diesel, pois é ambientalmente seguro, não-tóxico e biodegradável.</p>
<p>O Brasil é o país que reúne o maior número de vantagens comparativas para liderar a agricultura de energia. A primeira vantagem é a perspectiva de incorporação de áreas à agricultura de energia, sem competição com a agricultura de alimentos, e com a minimização de impactos ambientais. O segundo aspecto a considerar é a possibilidade de múltiplos cultivos no decorrer do ano. Por situar-se, predominantemente, na faixa tropical e subtropical do planeta, o Brasil recebe intensa radiação solar ao longo do ano. Em decorrência de sua extensão e localização geográfica, o Brasil apresenta diversidade de clima, biodiversidade e detém um quarto das reservas superficiais de água doce.</p>
<p>Em curto prazo, a principal força propulsora do crescimento da demanda por agroenergia será a pressão social pela substituição de combustíveis fósseis. É considerado que a concentração de CO<sub>2</sub> atmosférico vem aumentando significativamente nos últimos anos, havendo então, a necessidade do controle das fontes emissoras de gases causadores do efeito estufa, como a queima de combustíveis fósseis, o principal responsável pela produção destes gases.</p>
<p>Vários estudos têm demonstrado que a substituição do diesel de petróleo por biodiesel reduziria a quantidade de CO<sub>2</sub> introduzida na atmosfera. A redução não se daria exatamente na proporção de 1:1, pois cada litro de biodiesel libera na atmosfera cerca de 15 % de CO<sub>2</sub> a mais que o diesel convencional. Todavia, diferentemente do combustível fóssil, o CO<sub>2</sub> proveniente do biodiesel é reciclado nas áreas agricultáveis, gerando novamente óleo vegetal para um novo ciclo de produção, proporcionando um balanço equilibrado entre a massa de carbono fixada e a massa presente na atmosfera. Portanto, a redução real no acúmulo de CO<sub>2</sub> na atmosfera será possível somente com a redução do uso de derivados do petróleo.</p>
<p>Para o biodiesel as emissões de monóxido e dióxido de carbono e material particulado são inferiores às do diesel convencional, se considerado o balanço energético, enquanto que os níveis de emissões de gases nitrogenados (NO<sub>x</sub>) são ligeiramente maiores para o biodiesel. Por outro lado, a ausência total de enxofre confere ao biodiesel uma grande vantagem, pois não há qualquer emissão dos gases sulfurados normalmente detectados no escape dos motores movidos a diesel.</p>
<p>A redução do teor de enxofre no diesel reduz a viscosidade do produto a níveis não compatíveis com a sua especificação, tornando-se necessária a incorporação de aditivos com poder lubrificante, como o biodiesel. A adição de biodiesel em níveis de até 5 % (B5) corrigirá esta deficiência viscosimétrica, que confere à mistura propriedades lubrificantes vantajosas para o motor.</p>
<p>O caráter renovável do biodiesel é devido ao fato de que as matérias-primas utilizadas para a sua produção serem oriundas de fontes renováveis, ao contrário dos derivados de petróleo. Uma exceção a essa regra diz respeito à utilização do metanol, derivado de petróleo, como agente transesterificante. Isso significa que a prática adotada no Brasil, isto é, a utilização do etanol, derivado de biomassa, torna o biodiesel um produto verdadeiramente renovável.</p>
<p>O Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB) foi lançado em dezembro de 2004. Depois de elaborado um marco regulatório, o BNDES criou o Programa de Apoio a Investimentos em Biodiesel, quando a mistura de 2 % de biodiesel no diesel ainda era voluntária. Admitia-se que a adição de 2 % de biodiesel não exigiria alterações nos motores movidos a diesel. Além disso, os motores que passarem a utilizar o biodiesel misturado ao diesel nessa proporção terão a garantia de fábrica. Em 13 de janeiro de 2005, foi sancionada a Lei 11.097, que introduziu o biodiesel na matriz energética, permitiu a mistura de 2 % de biodiesel no diesel e estipulou prazo de três anos para a mistura se tornar obrigatória. Em julho de 2008, tornou-se obrigatório o uso de 2 % de biodiesel. Em 2013, oito anos após a promulgação da lei, o percentual obrigatório de mistura será de 5 %.</p>
<h5>Este texto foi baseado no trabalho de mestrado de <strong>Daniela Toma</strong>, desenvolvido juntamente à Embrapa Instrumentação Agropecuária e ao Instituto de Química de São Carlos (USP), com o título &#8220;Análise da qualidade de óleos vegetais em sementes intactas por RMN de baixa resolução&#8221;.</h5>

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<p>Leia também:<ol><li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/04/a-producao-de-biodiesel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A produção de biodiesel'>A produção de biodiesel</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/05/o-biodiesel-e-sua-materia-prima/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O biodiesel e sua matéria-prima'>O biodiesel e sua matéria-prima</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/03/profissao-fisico/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Profissão: Físico!'>Profissão: Físico!</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Rapidinha: CSS ou Tabelas HTML</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 02:06:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O CSS (Cascading style sheets) fornece ao programador todo o controle do posicionamento de elementos em um documento HTML. Desde que o CSS tornou-se a uma tecnologia promissora, surgiu a pergunta: qual é melhor, o design usando CSS ou tabelas HTML ? Há alguns anos, o suporte à scripts CSS evoluia lentamente, enquanto as tabelas [...]


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</ol>]]></description>
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<p>O CSS (<em>Cascading style sheets</em>) fornece ao programador todo o controle do posicionamento de elementos em um documento HTML. Desde que o CSS tornou-se a uma tecnologia promissora, surgiu a pergunta: qual é melhor, o <em>design</em> usando CSS ou tabelas HTML ?</p>
<p><span id="more-2203"></span></p>
<ul>
<li>Há alguns anos, o suporte à scripts CSS evoluia lentamente,      enquanto as tabelas HTML eram plenamente suportadas por todos os      navegadores existentes. Hoje em dia, essa diferença diminuiu      significativamente;</li>
<li>As tabelas HTML são mais flexíveis quando a janela      do navegador é redimensionada, reescalando e quebrando seus elementos,      enquanto o CSS é mais preciso quanto ao posicionamento, porém bastante      inflexível;</li>
<li>As tabelas HTML são mais simples de serem      manuseadas do que as regras CSS;</li>
<li>O CSS evolui a cada dia, surgindo novas      funcionalidades com tal evolução;</li>
<li>Como dito anteriormente, o CSS é mais preciso do      que as tabelas HTML, permitindo que a sua página seja visualizada      exatamente da forma que o <em>web designer</em> desejar;</li>
<li>O uso de CSS pode deixar o código bem mais      organizado do que diversas tabelas aninhadas, facilitando a edição e      leitura do código.</li>
</ul>
<p>Assim, pesando os prós e contras de cada uma das técnicas, deve-se escolher qual delas é mais útil e adequada ao modo de trabalho do programador.</p>

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<p>Leia também:<ol><li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/05/rapidinha-compilando-um-programa-c-com-cuda/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Rapidinha: Compilando um programa C++ com CUDA'>Rapidinha: Compilando um programa C++ com CUDA</a></li>
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		<title>Tecnologia do futuro: Spintrônica</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 16:01:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Weslley</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Spintrônica]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologias do amanhã]]></category>
		<category><![CDATA[DMS]]></category>
		<category><![CDATA[microeletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Semicondutores]]></category>
		<category><![CDATA[spin]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia do futuro]]></category>

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		<description><![CDATA[Nascida no fim dos anos 80, a spintrônica é considerada o novo paradigma da eletrônica baseada no spin, um grau de liberdade intrínseco do elétron. O termo vem da contração da frase spin transport electronics, onde o portador de informação é o spin do elétron, e não mais sua carga. Esta característica oferece diversas possibilidades [...]


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<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/05/origem-da-tecnologia/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Origem da Tecnologia'>Origem da Tecnologia</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/03/dispositivo-eletronico-de-unico-eletron/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dispositivo Eletrônico de Único Elétron'>Dispositivo Eletrônico de Único Elétron</a></li>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.tecnosapiens.com.br%252F2010%252F03%252Ftecnologia-do-futuro-spintronica%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Tecnologia%20do%20futuro%3A%20Spintr%C3%B4nica%22%20%7D);"></div>
<p>Nascida no fim dos anos 80, a spintrônica é considerada o novo paradigma da eletrônica baseada no <em>spin</em>, um grau de liberdade intrínseco do elétron. O termo vem da contração da frase <em>spin transport electronics</em>, onde o portador de informação é o <em>spin</em> do elétron, e não mais sua carga. Esta característica oferece diversas possibilidades para a nova geração de dispositivos combinando a microeletrônica já existente com efeitos dependentes de spin. Adicionando o <em>spin</em> à eletrônica convencional, a performance e capacidade dos produtos deve aumentar substancialmente, incrementando os dispositivos com a não-volatilidade de informação, velocidade de processamento de dados, menor consumo de energia e aumento na densidade de integração de circuitos.</p>
<p><span id="more-2194"></span></p>
<p>Entretanto, ainda existem barreiras nesta área que impedem a implementação real dos dispositivos, por exemplo a otimização do tempo de vida do <em>spin</em>, a detecção de coerência de <em>spin</em> em escalas nanométricas, o transporte de portadores polarizados por longas distâncias e heterointerfaces, e a manipulação dos <em>spins</em> eletrônicos e nucleares em períodos curtos. A combinação de eletrônica, fotônica e magnetismo permitirá o surgimento de novos dispositivos multifuncionais baseados em <em>spin</em>, como <em>spin</em>-FET (<em>fi</em><em>eld effect transistor</em>), <em>spin</em>-LED (<em>light-emiting diode</em>), <em>spin</em>-RTD (<em>resonance tunneling diode</em>), chaveadores ópticos operando em freqüências de terahertz, moduladores, decodificadores e qubits para computação e comunicação quântica.</p>
<p>O sucesso desses dispositivos depende de um claro entendimento das interações fundamentais em materiais no estado sólido. Quando for possível realizar o controle do <em>spin</em> em estruturas semicondutoras e ferromagnéticas, finalmente será possível então compreender o potencial da spintrônica.</p>
<p>Os dispositivos spintrônicos metálicos surgiram no final dos anos 80 com a descoberta da magnetorresistência gigante (GMR). Dispositivos spintrônicos metálicos, como cabeçotes de leitura de discos rígidos e memória magnética de acesso aleatório (MRAM), são algumas das tecnologias mais bem sucedidas da última década. Nesta geração de dispositivos não havia uma preocupação significativa com o transporte coerente de portadores polarizados, apenas com o controle da polarização local de portadores.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 492px"><img title="GMR" src="http://www.pcguide.com/ref/hdd/op/heads/z_ibm_gmr.jpg" alt="Cabeçote de leitura de disco usando GMR" width="482" height="361" /><p class="wp-caption-text">Cabeçote de leitura de disco usando GMR</p></div>
<p>A física de dispositivos semicondutores spintrônicos percorreu um caminho similar aos dispositivos metálicos e teve um avanço significativo nos últimos anos. A busca por fenômenos dependentes de <em>spin</em> à temperatura ambiente tem sido um dos grandes alvos de pesquisa na última década, indicando que dispositivos operando nessa faixa de temperatura podem ser implementados em um futuro próximo.</p>
<p>A spintrônica de semicondutores possui diversas características interessantes para um dispositivo. Um dispositivo spintrônico coerente pode, a princípio, exercer várias operações independentes simultaneamente após atingirem equilíbrio térmico. O uso do <em>spin</em> pode aumentar substancialmente a velocidade de processamento de informação, pois o limitante do chaveamento de bits não será mais a capacitância do dispositivo e sim a frequência de precessão do <em>spin</em> eletrônico, variando de GHz a THz. Não-volatilidade de dados armazenados usando <em>spin</em>, assim como o longo tempo de polarização permitem um grande avanço no armazenamento de dados e no acoplamento optoeletrônico. Além dos fatores diretamente envolvidos com os possíveis dispositivos, os semicondutores também podem ser um caminho para a implementação da computação quântica, através do isolamento de <em>spins</em>. E todos esses dispositivos serão implementados de forma a possuírem tamanho reduzido, multifuncionalidade e baixo consumo de energia.</p>
<p>Entretanto, perspectivas implicam em desafios. A otimização do transporte de <em>spin</em>, mantendo a polarização e a coerência, assim como a injeção de <em>spin</em> em regiões não-magnéticas e a detecção dos mesmos são passos importantes para a viabilidade de dispositivos.</p>
<p>A busca por materiais que combinem propriedades ferromagnéticas e semicondutoras tem sido um grande objeto de estudo nos últimos anos. Os semicondutores ferromagnéticos (FS) possuem grande potencial para se tornarem fonte de portadores de <em>spin</em> polarizados e também são facilmente integráveis a dispositivos semicondutores. Um FS ideal possuiria temperaturas de Curie acima da temperatura ambiente e também permitiria tanto a dopagem tipo-p como a tipo-n. Entretanto, as temperaturas de Curie desses materiais estão bastante abaixo da temperatura ambiente, e não apresentam grandes perspectivas de aumento.</p>
<p>Os semicondutores magnéticos diluídos (DMS &#8211; <em>diluted magnetic semicondutors</em>) são ligas onde alguns íons são aleatoriamente substituídos por metais de transição, como Mn, Co e outros, de forma a gerar um semicondutor com regiões contendo momento magnético local. Estes materiais podem ser usados na criação, injeção e transporte de portadores polarizados. Alguns DMS’s baseados em semicondutores III-V apresentaram ferromagnetismo em temperaturas da ordem de 110 K, e existem previsões teóricas acima da temperatura ambiente para diversas classes desses materiais. Outra promissora classe de materiais aplicáveis à spintrônica são os óxidos ferromagnéticos, cuja previsão é que sejam meio-metálicos. Tais materiais apresentam alta polarização, e alguns estudos mostram que é possível obter ferromagnetismo acima da temperatura ambiente para os mesmos.</p>

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<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/03/dispositivo-eletronico-de-unico-eletron/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dispositivo Eletrônico de Único Elétron'>Dispositivo Eletrônico de Único Elétron</a></li>
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		<title>Intel Core i7 Mobile Extreme</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/10/intel-core-i7-mobile-extreme/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 23:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Weslley</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá pessoas! Volto aqui para escrever para vocês sobre o mais novo e intrigante lançamento da Intel: o Intel Core® i7 M Extreme, um processador feito para notebooks, porém otimizados para jogos! O modelo disponível até o momento, o 920XM, possui 4 núcleos, cada um com clock &#8220;standard&#8221; de 2.00 GHz. Entretanto, com a tecnologia [...]


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<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/04/rapidinha-cpufreq-selector/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Rapidinha: CpuFreq-Selector'>Rapidinha: CpuFreq-Selector</a></li>
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<p>Olá pessoas!</p>
<p>Volto aqui para escrever para vocês sobre o mais novo e intrigante lançamento da Intel: o <strong>Intel Core® i7 M Extreme</strong>, um processador feito para notebooks, porém otimizados para jogos!</p>
<p>O modelo disponível até o momento, o 920XM, possui 4 núcleos, cada um com <em>clock</em> &#8220;standard&#8221; de 2.00 GHz. Entretanto, com a tecnologia <em>Turbo Boost</em>, o clock pode atingir picos de 3.20 GHz de acordo com a demanda do processamento naquele ponto da execução.</p>
<p><span id="more-2034"></span></p>
<p>Além disso, o processador conta com 8MB de cache, tecnologia <em>Hyper-Threading</em> e barramento DDR3 de frequência de 1333/1066 Mhz com <em>dual channel</em>, o que duplica o <em>bandwidth</em> (chegando a 21 GB/s).</p>
<p>Crescido com a tecnologia 45 nm, e com cerca de 774 milhões de transistores, o 920XM tem consumo máximo de 55W de potência (10 a mais que o i7 Mobile convencional) e custa cerca de US$ 1050,00 (cerca de R$ 1800,00).</p>
<p>Com isso a Intel dá indícios de que trabalha intensamente na produção de processadores de dispositivos móveis e torná-los sua linha principal, tanto para Netbooks (com o Intel Atom) como para Notebooks, atendendo todas as demandas, inclusive a dos <em>gamers</em>!</p>
<p>Mais informações sobre o processador, pode ser obtida diretamente no site da <a href="http://www.intel.com/portugues/products/processor/corei7EE/mobile/index.htm" target="_blank">Intel</a>.</p>
<p><em>That&#8217;s all folks!</em></p>

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<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/04/rapidinha-cpufreq-selector/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Rapidinha: CpuFreq-Selector'>Rapidinha: CpuFreq-Selector</a></li>
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		<title>Athlon II X4</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 21:24:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Weslley</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste mês de setembro a AMD lançou o mais novo processador da família Athlon II, agora com quatro núcleos. A idéia da AMD é competir com a linha Core 2 da Intel, e o ponto forte da linha Athlon II X4 para bater a Intel é o mesmo da primeira linha Athlon: o preço! Enquanto [...]


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<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/06/top500-lista-de-junho2009/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Top500 &#8211; Lista de Junho/2009'>Top500 &#8211; Lista de Junho/2009</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=4b903347bb118f717470fb592a2bdf0d&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/>
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<p>Neste mês de setembro a AMD lançou o mais novo processador da família Athlon II, agora com quatro núcleos. A idéia da AMD é competir com a linha Core 2 da Intel, e o ponto forte da linha <strong>Athlon II X4</strong> para bater a Intel é o mesmo da primeira linha Athlon: o preço!</p>
<div class="mceIEcenter">
<dl class="aligncenter" style="width: 479px;">
<dt style="text-align: center;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 475px"><img title="Mapa" src="http://images.anandtech.com/reviews/cpu/amd/athlon2/launch/athlon2die.jpg" alt="Mapa de densidade de transistores do Athlon II X4" width="465" height="287" /><p class="wp-caption-text">Mapa de densidade de transistores do Athlon II X4</p></div>
</dt>
</dl>
</div>
<p><span id="more-1899"></span>Enquanto o <em>quad core</em> mais barato da Intel custa em torno de US$ 220,00, o mais novo X4 varia na faixa dos US$ 100,00. Embora o desempenho do <strong>Core 2 Quad</strong> seja indiscutível, o X4 vem com uma ótima proposta de desempenho usando o que a AMD tem de melhor: controlador de memória e barramento.</p>
<p>Com todos os modelos contruídos com tecnologia 45nm, o X4 possui um barramento com <strong>Hyper Transport</strong> com frequências de 4 GHz full duplex (2 GHz x 2), enquanto a Intel oferece apenas 1333 MHz. A consequência disso aparece mais claramente na largura de banda do barramento AMD, que gira em torno de 30 GB/s, enquanto a Intel possui 10,7 GB/s. Entretanto, os processadores Intel continuam com mais de 10 MB de memória cache, contra apenas 2MB do X4.</p>
<p>Mas como nem tudo é só coisa boa, o <strong>Athlon II X4</strong> consome cerca de <strong>95W</strong> de potência, nível bastante alto para dias atuais e bem mais alto do que os <strong>65W</strong> oferecidos pela<strong> Intel</strong>.</p>
<p>Para maiores informações sobre o mais novo &#8220;quatro cabeças&#8221; na praça, acessem a página da <a href="http://www.amd.com/us/products/desktop/processors/athlon-ii-x2/Pages/amd-athlon-ii-x2-dual-core-processors-desktop.aspx" target="_blank">AMD</a>, onde existem tabelas comparativas entre os diferentes modelos e a comparação com os Core 2 da Intel. Vale a pena conferir e analisar se este novo multi core não atende a sua necessidade.</p>
<p><em>See ya!</em></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>

<p>Leia também:<ol><li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/10/intel-core-i7-mobile-extreme/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Intel Core i7 Mobile Extreme'>Intel Core i7 Mobile Extreme</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/07/computacao-heterogenea/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Computação Heterogênea'>Computação Heterogênea</a></li>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Editando gráficos gnuplot</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/09/editando-graficos-gnuplot/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 13:56:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Weslley</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Software livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[editar gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[EPS]]></category>
		<category><![CDATA[gnuplot]]></category>
		<category><![CDATA[inkscape]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, pessoas! Esse artigo é dedicado aos usuários de gnuplot que necessitam dar aquela incrementada em seus gráficos, para facilitar a interpretação e chamar a atenção de quem os vê. O único pré-requisito para tal edição é exportar os gráficos para o forma Encapsulated Post Script, vulgo EPS. Passo 01: Exportar os gráficos para EPS [...]


Leia também:<ol><li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/05/precisando-fazer-anotacoes-em-um-pdf-aqui-vai-uma-boa-dica/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Precisando fazer anotações em um PDF? Aqui vai uma boa dica'>Precisando fazer anotações em um PDF? Aqui vai uma boa dica</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2008/09/criando-pdf-com-broffice/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Criando PDF com BrOffice'>Criando PDF com BrOffice</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2008/10/nao-tem-adobe-reader-e-agora/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Não tem Adobe Reader. E agora?'>Não tem Adobe Reader. E agora?</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=4b903347bb118f717470fb592a2bdf0d&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.tecnosapiens.com.br%252F2009%252F09%252Feditando-graficos-gnuplot%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Editando%20gr%C3%A1ficos%20gnuplot%22%20%7D);"></div>
<p>Olá, pessoas!</p>
<p>Esse artigo é dedicado aos usuários de <em>gnuplot</em> que necessitam dar aquela incrementada em seus gráficos, para facilitar a interpretação e chamar a atenção de quem os vê. O único pré-requisito para tal edição é exportar os gráficos para o forma Encapsulated Post Script, vulgo EPS.</p>
<p><span id="more-1862"></span><strong>Passo 01: Exportar os gráficos para EPS</strong></p>
<p>Para exportar os gráficos para o formato EPS, basta colocar no fim de seu script Gnuplot as seguintes linhas:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>set terminal postscript eps enhanced <em>20</em> <em>color dashed</em><br />
set output &#8220;<em>arquivo.eps</em>&#8221;<br />
replot</strong></p>
<p>Os termos na linha de comando que estão em itálico são opções da exportação, os quais podem ser trocados de acorodo com o desejado pelo usuário.</p>
<p><strong>Passo 02: Instalando um editor de gráficos vetoriais</strong></p>
<p>O formato EPS é um formato vetorial de imagens. Na prática, isso significa que a base da imagem não são os pixels, mas sim os pontos de curvaturas e cores da imagem, o que permite que você mude o tamanho, dê zoom na imagem sem perder resolução nem &#8220;serrilhar&#8221; a mesma. Um editor bem simples de usar e bastante potente é o <em>Inkscape Vector Graphics Editor</em>. Para instalá-lo, basta dar o comando:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>sudo apt-get install inkscape</strong></p>
<p>ou então acessar a página do programa (<a href="http://www.inkscape.org/" target="_blank">http://www.inkscape.org/</a>) e baixar o pacote.</p>
<p><strong>Passo 03: Transformando o EPS para PDF</strong></p>
<p>Apesar de ser um ótimo editor de imagens, o Inkscape não consegue abrir figuras EPS, apenas salvar nesse formato. Sendo assim, é preciso transformar o arquivo para o formato PDF, o qual o Inkscape consegue abrir normalmente. Para isso, basta fazer:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>epstopdf arquivo.eps</strong></p>
<p>e será gerado o<em> arquivo.pdf</em></p>
<p><strong>Passo 04: Editando o arquivo PDF</strong></p>
<p>Agora é só abrir o arquivo com o Inkscape. Abaixo tem um exemplo de como fica um gráfico aberto com o mesmo. Neste gráfico, a legenda do mesmo foi colocada alinhada verticalmente, para aproveitar melhor o espaço da figura.</p>
<div id="attachment_1864" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1864" title="Exemplo" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/09/Screenshot-300x210.png" alt="Exemplo de gráfico aberto com o Inkscape" width="300" height="210" /><p class="wp-caption-text">Exemplo de gráfico aberto com o Inkscape</p></div>
<p>Após abrir o arquivo, é necessário desagrupar as linhas do gráfico. Para isso, basta clicar com o botão direito em cima da imagem e clicar em &#8220;Ungroup&#8221; sempre que um bloco estiver agrupado, assim será possível a edição de cada elemento do gráfico.</p>
<p>O Inkscape tem muito mais opções de cores, linhas, espessuras, pontilhados, além de outros atributos. Com isso, você conseguirá deixar seus gráficos muito mais claros e atraentes aos olhos de quem o analisa.</p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>

<p>Leia também:<ol><li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/05/precisando-fazer-anotacoes-em-um-pdf-aqui-vai-uma-boa-dica/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Precisando fazer anotações em um PDF? Aqui vai uma boa dica'>Precisando fazer anotações em um PDF? Aqui vai uma boa dica</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2008/09/criando-pdf-com-broffice/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Criando PDF com BrOffice'>Criando PDF com BrOffice</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2008/10/nao-tem-adobe-reader-e-agora/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Não tem Adobe Reader. E agora?'>Não tem Adobe Reader. E agora?</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Computação Heterogênea</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/07/computacao-heterogenea/</link>
		<comments>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/07/computacao-heterogenea/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 19:30:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Weslley</dc:creator>
				<category><![CDATA[CUDA]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Software livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia de ponta]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias do amanhã]]></category>
		<category><![CDATA[cell]]></category>
		<category><![CDATA[computação heterogênea]]></category>
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		<description><![CDATA[Antes de qualquer outra palavra, gostaria de postar aqui um pedido de desculpas aos leitores, devido a diminuição considerável de novas postagens. Entretanto, os membros do time TS estão coincidentemente passando por períodos de mudanças e muito trabalho. Tentaremos, à medida do possível, voltar ao ritmo normal.  Bom, agora, com a cara de um cachorro [...]


Leia também:<ol><li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/02/o-que-e-fisica-computacional/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O que é Física Computacional ?'>O que é Física Computacional ?</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2008/11/implementando-programas-que-usam-varios-processadores/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Implementando Programas que Usam Vários Processadores'>Implementando Programas que Usam Vários Processadores</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/02/usar-fortran-por-que/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Usar Fortran ? Por quê ?'>Usar Fortran ? Por quê ?</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=4b903347bb118f717470fb592a2bdf0d&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.tecnosapiens.com.br%252F2009%252F07%252Fcomputacao-heterogenea%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Computa%C3%A7%C3%A3o%20Heterog%C3%AAnea%22%20%7D);"></div>
<p>Antes de qualquer outra palavra, gostaria de postar aqui um pedido de desculpas aos leitores, devido a diminuição considerável de novas postagens. Entretanto, os membros do time TS estão coincidentemente passando por períodos de mudanças e muito trabalho. Tentaremos, à medida do possível, voltar ao ritmo normal.  Bom, agora, com a cara de um cachorro que quebrou o vaso da dona, eu volto a falar-lhes sobre as novas &#8220;aventuras&#8221; da computação de alto desempenho, COMPUTAÇÃO HETEROGÊNEA!</p>
<p>A computação de alto desempenho contemporânea vem tomando rumos não imaginados há alguns anos atrás. Enquanto os computadores mais rápidos do mundo alternavam entre arquiteturas complexas e um número grande de processadores comuns, novas máquinas bastante potentes vem juntando diversas arquiteturas e componentes para ganhar desempenho com baixo custo.</p>
<p><span id="more-1679"></span></p>
<p>O <a href="http://www.top500.org/system/9707" target="_blank">RoadRunner</a>, o supercomputador mais rápido atualmente, é composto por processadores PowerXCell 8i 3.2 Ghz, os quais integram os velhos conhecidos PowerPC com alguns processadores auxiliares dentro de um mesmo núcleo, e por processadores Opteron DC 1.8 GHz. Os processadores AMD são responsáveis pelo controle dos dados, e os Cell fazem a parte pesada dos cálculos, resultando assim em cerca de 1,1 PFlops de desempenho.</p>
<p>Já o <a href="http://www.top500.org/system/9883" target="_blank">TSUBAME</a> apresenta algo ainda mais inovador: mesclar processadores &#8220;comuns&#8221; AMD Opteron 2.4/2.6 GHz, Intel Xeon E5440 2.833 GHz com arquiteturas mais complexas, como o <a href="http://forum.pcvsconsole.com/viewthread.php?tid=12946" target="_blank">ClearSpeed CSX600</a>, processadores dedicados a operações matemáticas, além do uso de placas de vídeo nVidia GT200, auxiliando nos cálculos massivos com o CUDA.</p>
<p>Com a tecnologia de integração, fica mais fácil a integração de sistemas já existente para obter mais performance. Assim, se esta vertente da HPC (<em>High Performance Computing</em>) firmar-se como tendência mundial, veremos um número muito grande de sistemas contendo diversas tecnologias antes usadas separadamente, o que parece ser bom, pois o custo de tecnologias <em>Off-the-shelf</em> são menores que os produtos de ponta. Assim, teremos máquinas potentes em computadores pessoais, e não somente em grandes pólos.</p>
<p>See ya!</p>

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<p>Leia também:<ol><li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/02/o-que-e-fisica-computacional/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O que é Física Computacional ?'>O que é Física Computacional ?</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2008/11/implementando-programas-que-usam-varios-processadores/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Implementando Programas que Usam Vários Processadores'>Implementando Programas que Usam Vários Processadores</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/02/usar-fortran-por-que/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Usar Fortran ? Por quê ?'>Usar Fortran ? Por quê ?</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Top500 &#8211; Lista de Junho/2009</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/06/top500-lista-de-junho2009/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 01:26:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Weslley</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, pessoal! Essa semana saiu a nova lista dos 500 supercomputadores mais rápidos do mundo, atualizada todo semestre (mais precisamente em Junho e Novembro, todos os anos). A mídia fez suspense sobre qual seria o novo computador mais rápido desta esfera oblata girante. Surgiram grandes novidades ? Se considerarmos como novidades as primeiras posições, então [...]


Leia também:<ol><li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/07/computacao-heterogenea/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Computação Heterogênea'>Computação Heterogênea</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/10/intel-core-i7-mobile-extreme/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Intel Core i7 Mobile Extreme'>Intel Core i7 Mobile Extreme</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/04/rapidinha-cpufreq-selector/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Rapidinha: CpuFreq-Selector'>Rapidinha: CpuFreq-Selector</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=4b903347bb118f717470fb592a2bdf0d&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.tecnosapiens.com.br%252F2009%252F06%252Ftop500-lista-de-junho2009%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Top500%20-%20Lista%20de%20Junho%2F2009%22%20%7D);"></div>
<p>Olá, pessoal!</p>
<p>Essa semana saiu a nova lista dos 500 <span><span>supercomputadores</span></span> mais rápidos do mundo, <span><span>atualizada</span></span> todo semestre (mais precisamente em Junho e Novembro, todos os anos). A <span><span>mídia</span></span> fez suspense sobre qual seria o novo computador mais rápido desta esfera oblata girante. <span>Surgiram</span> grandes novidades ?</p>
<p><span id="more-1670"></span></p>
<p>Se considerarmos como novidades as primeiras posições, então <span><span>frustamo</span></span>-nos. As duas primeiras posições (<a href="http://www.top500.org/system/9707" target="_blank"><span><span>RoadRunner</span></span></a>/<span><span>Cell</span></span> e <a href="http://www.top500.org/system/9708" target="_blank">Jaguar</a>/<span><span>Cray</span></span>) mantiveram-se as mesmas, sem nenhuma alteração na configuração das máquinas. Mas não se preocupem, há novidades sim.</p>
<p>Na minha opinião, a maior novidade é a terceira colocação, o <a href="http://www.top500.org/system/9899" target="_blank">JUGENE</a>.  Esta máquina alemã, um <span><span>Blue</span></span> Gene da IBM, ocupava a 11ª colocação na lista do <span><span>Nov</span></span>/2008, porém, era construído com cerca de 65.000 núcleos. Para saltar para a terceira posição, o JUGENE passou a ter aproximadamente 295.000 núcleos, e o mais interessante, consome praticamente a mesma potência do <span><span>RoadRunner</span></span>, que possui cerca de 130.000, embora tenha um desempenho cerca de 20% menor.</p>
<p>Outro fator interessante foi a evolução do<a href="http://www.top500.org/system/details/9883" target="_blank"> TSUBAME</a>, um supercomputador que é construído por AMD Opteron, Intel Xeon e Nvidia Tesla, usando o CUDA para ganho de desempenho. Nada menos que 170 placas de vídeo ajudam essa máquina a alcançar cerca de 160 TFLOPS, dez a mais que na última edição.</p>
<p>Fora isso, os EUA continuam dominando o <span><span>top</span></span> 10, com 8 posições ocupadas. A Alemanha ocupa as duas restantes. Cinco máquinas pertencem ao governo americano, e as outras cinco pertencem à academia.</p>
<p><span>Caso queiram obter mais informações, <span>acessem</span> o site do </span><a href="http://www.top500.org" target="_blank"><span>Top500</span></a> e divirtam-se!</p>
<p><em><span><span>See</span></span> <span><span>ya</span></span>!</em></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>

<p>Leia também:<ol><li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/07/computacao-heterogenea/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Computação Heterogênea'>Computação Heterogênea</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/10/intel-core-i7-mobile-extreme/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Intel Core i7 Mobile Extreme'>Intel Core i7 Mobile Extreme</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/04/rapidinha-cpufreq-selector/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Rapidinha: CpuFreq-Selector'>Rapidinha: CpuFreq-Selector</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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