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	<title>TecnoSapiens &#187; Humanidade</title>
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	<description>De pedras lascadas a mentes afiadas</description>
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		<title>A hora do planeta e o Google com tela preta</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 04:18:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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		<description><![CDATA[Com as mudanças climáticas, e uma propagação intensiva de informações a respeito dos danos ao meio-ambiente, muitas pessoas passaram a ter atitudes ecopráticas. E eu aplaudo. Reduzir tempo no banho, adquirir aparelhos eletrônicos que consumam menos energia elétrica, e por aí vai. As empresas inteligentes utilizaram-se disso pra alavancar suas vendas. Nada mais bonito que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=0c473b1b4ba3d0bd5c2f3a2dcafad533&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Com as mudanças climáticas, e uma propagação intensiva de informações a respeito dos danos ao meio-ambiente, muitas pessoas passaram a ter atitudes ecopráticas. E eu aplaudo. Reduzir tempo no banho, adquirir aparelhos eletrônicos que consumam menos energia elétrica, e por aí vai.</p>
<p>As empresas inteligentes utilizaram-se disso pra alavancar suas vendas. Nada mais bonito que dizer que sua empresa é &#8216;verde&#8217;, que se preocupa com o planeta. Os consumidores empenhados, passam a preferir este ou outro produto, utilizando o fator &#8216;verde&#8217; como um importante critério. Ótimo, os dois lados saem ganhando (um mais que o outro, mas enfim&#8230;).<span id="more-2301"></span></p>
<p>Campanhas aos montes, algumas de maior alcance como esta, chamada de <a href="http://www.horadoplaneta.org.br/index.php">Hora do Planeta</a>. Idealizada pela WWF, a campanha incentiva todos a desligarem as luzes de casa por uma hora hoje, dia 27 de março, às 20:30, como um ato simbólico. O que as pessoas não entendem é o conceito de um ato desses. Não basta apenas desligar uma lâmpada por uma hora e achar que deu sua contribuição, ajudou a salvar o planeta.</p>
<p><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2010/03/Alfredo-Martirena-ecologia3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2307" title="http://2.bp.blogspot.com/_yYgTKqpkHe4/ScgQ-eSGwGI/AAAAAAAAkAs/kq5FMyPlhNM/s400/Alfredo+Martirena-ecologia3.jpg" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2010/03/Alfredo-Martirena-ecologia3-246x300.jpg" alt="" width="246" height="300" /></a></p>
<p>Enquanto discutia a respeito da campanha no Twitter, uma senhorita me apresentou a seguinte informação: &#8220;Sabia que se a página do Google fosse preta ao invés de branca, haveria uma economia de 750 Megawatts-hora por ano?&#8221;. Como essa era notícia velha pra mim, não demorei em rebater com fatos.</p>
<p>Como explicado em seu <a href="http://googleblog.blogspot.com/2007/08/is-black-new-green.html">blog oficial</a>, o Google refuta estes dados. A Microsoft também, haja vista que também disseram que se o Windows tivesse o design escuro, haveria economia. Como <a href="http://blogs.wsj.com/numbersguy/does-a-darkened-google-really-save-electricity-104/">outros dados comprovam</a>, tal economia não acontece em monitores LCD, pelo contrário, o gasto seria inclusive maior para exibir o fundo preto. A suposta economia seria possível em monitores antigos, CRT, que segundo estimativas, são 25% do total em operação.</p>
<p>Não é a toa que na internet os mais ávidos &#8220;ecologistas&#8221; são na verdade chamados de ecochatos. Percebe-se nestes ecochatos um discurso pronto e vazio, o que não contribui em nada com a causa, esta sim, levada a sério por muitas pessoas engajadas.</p>
<p>Então, se você quer mesmo fazer a diferença, desligue a tal lâmpada, mas reveja suas atitudes, e procure educar as pessoas próximas a você. Infelizmente a maioria não fará isso, e a Hora do Planeta não será nada além de um &#8220;belo espetáculo&#8221; ou um flashmob de escala mundial. Fica bonito numa camiseta.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2010%2F03%2Fa-hora-do-planeta-e-o-google-com-tela-preta%2F&amp;title=A%20hora%20do%20planeta%20e%20o%20Google%20com%20tela%20preta" id="wpa2a_2"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Sobre o Tempo &#8211; 2ª Parte</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/08/sobre-o-tempo-2%c2%aa-parte/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 18:28:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Homo sapiens]]></category>
		<category><![CDATA[Humanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<description><![CDATA[Muito bem, pessoal, para completar o post que eu havia começado, estou publicando a segunda (e última) parte do texto. As questões colocadas são: quais são as idéias de tempo difundidas hoje em dia e como as novas rotinas e  tecnologias tem modificado nossas sensações e nossas relações com o tempo. Tempo moderno = &#8220;não-tempo&#8221;? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=69942bf6bb62432779a78f0691ae81ee&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Muito bem, pessoal, para completar o post que eu havia começado, estou publicando a segunda (e última) parte do texto. As questões colocadas são: quais são as idéias de tempo difundidas hoje em dia e como as novas rotinas e  tecnologias tem modificado nossas sensações e nossas relações com o tempo.</p>
<p><span id="more-1720"></span></p>
<p>Tempo moderno = &#8220;não-tempo&#8221;?</p>
<p>O que temos hoje? O ritmo de vida se manteve vinculado à produção, de certa forma, mas a afirmação e defesa do trabalho se expandem para outras funções e se amplia em relação às classes. Não é apenas o trabalhador ligado à produção de bens, mas também a pequena burguesia e elite, nas figuras do executivo, do gerente, do profissional liberal, etc.</p>
<p>A própria produção se modificou, o trabalho se modificou e as atenções começaram a se voltar para o consumo. As atividades de serviços se expandiram e criaram um valor econômico sem precedentes. O tempo “livre”, tão condenado no início da Revolução Industrial, se tornou um produto, produto a ser vendido e consumido. A defesa do trabalho se transforma na defesa do trabalho e do consumo.</p>
<p>Existe hoje uma condição até então inédita. Alguns elementos contribuem para tal. Primeiramente, a criação de rotinas de trabalho em horários cada vez menos síncronos entre si, a criação de rotinas de consumo para suprir as demandas desse trabalho e conseqüente criação de novas rotinas de trabalho para suprir esse consumo. Em grandes centros urbanos, encontram-se situações de rotinas invertidas em relação ao convencional e prestação de muitos serviços 24h.</p>
<p>Em segundo, temos um fenômeno que age no mesmo sentido, que tem atingido principalmente as classes mais ricas, mas se difunde pela sociedade em geral. Tratam-se das tecnologias de informação, principalmente aquelas ligadas à Internet. A informação e a comunicação não exigem mediações concretas com o Mundo, não exigem um tempo e um espaço necessários para obtê-las. O tempo é o instantâneo e ao mesmo tempo é o perene, não se ganha nem se perde nada com seu correr; a todo tempo, sem distinção de período, em quaisquer condições externas, é possível se relacionar com o Mundo e com as pessoas. É como um “não-tempo” e um “não-espaço”.</p>
<p>É possível ver as relações entre essas idéias de tempo, e é de se notar que apesar de em alguns casos, em que uma idéia tenta sobrepujar outra, estas se mantém paralelamente na sociedade e muitas vezes se mesclam. Talvez, mais importante que a existência desses vários “tempos” seja entender onde e em que época cada um destes se apresentem mais fortemente, fazendo recortes sociais, econômicos, étnicos e culturais, e buscar as razões para tal.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F08%2Fsobre-o-tempo-2%25c2%25aa-parte%2F&amp;title=Sobre%20o%20Tempo%20%26%238211%3B%202%C2%AA%20Parte" id="wpa2a_4"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Sobre o Tempo &#8211; 1ª Parte</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 04:38:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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		<category><![CDATA[Humanidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Bom, esse post é baseado num trabalho feito para a disciplina &#8220;Estudos Sociais&#8221; do curso de Arquitetura e Urbanismo da USP São Carlos. As questões do tempo está intimamente relacionada com as discussões sobre tecnologia. O que é o desenvolvimento tecnológico se não uma maneira de tentar modificar a relação do &#8220;homem&#8221; com o seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=69942bf6bb62432779a78f0691ae81ee&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Bom, esse <em>post</em> é baseado num trabalho feito para a disciplina &#8220;Estudos Sociais&#8221; do curso de Arquitetura e Urbanismo da USP São Carlos. As questões do tempo está intimamente relacionada com as discussões sobre tecnologia. O que é o desenvolvimento tecnológico se não uma maneira de tentar modificar a relação do &#8220;homem&#8221; com o seus &#8220;tempos&#8221;? Esse texto foi inspirado no texto “Tempo, disciplina de trabalho e capitalismo industrial”, presente no livro &#8220;Costumes em Comum&#8221;, de E. P. Thompson. Leiam, reflitam e comentem!</p>
<p><span id="more-1687"></span></p>
<p>- <em><strong>Do &#8220;início&#8221; à Revolução Industrial</strong></em></p>
<p>Pode-se  dizer que houve processos de transformação das idéias de tempo e  das relações do homem com estas. Com um princípio associado principalmente  ao tempo “natural”, ou seja, os ritmos das atividades humanas são  fortemente influenciados pelos ciclos naturais. Esse tempo “natural”  sempre teve bastante influência nas atividades agrícolas, e atividades  de sub-existência de populações com baixo nível tecnológico. Através  de processos de divisão social do trabalho e conseqüente divisão  entre cidade e campo, pôde ser construída uma outra idéia de tempo,  um tempo urbano. Este estava ligado às atividades do homem na cidade,  sem uma influência tão forte dos ciclos naturais. Sua influência  cresce com a fortificação das cidades como forma de organização  da ocupação territorial, principalmente a partir do fim da Idade Média.</p>
<p>É  de se questionar se esse novo tempo urbano pode ser considerado um tempo  “humano”. É claro que uma noção do tempo e um ritmo de vida só  podem estar ligados ao próprio homem, mas a idéia de um ritmo que  não estava diretamente relacionada a algo extrínseco ao homem era  algo possível apenas num ambiente não-natural, distante disto.</p>
<p>É possível afirmar que o ritmo urbano era mais “humano” no  sentido que estava vinculado àquilo que era considerado mais “humano”  à época, a própria cidade. Através da cidade, o homem parecia estar  menos voltado para as atividades de sub-existência e podia, dessa forma,  estabelecer outras relações com o Mundo, que, nesse caso, é a cidade  habitada pelo homem. São criadas rotinas, rituais e vivências que  possuem essencialmente a cidade como palco, que provavelmente não seriam  possíveis em outro contexto, uma cultura urbana é criada.</p>
<p>A  idéia de tempo que vem sido construída nesse ambiente urbano, com  maior impulso a partir da Revolução Industrial, é do tempo mecanizado,  tempo abstrato defendido como “puro”, tido como certo, sem conteúdo  ideológico ou político. Esse tempo se associa à produção nos moldes  capitalistas, ao salário e ao lucro. As ideologias do capitalismo reforçam  o uso do tempo para o trabalho, no caso das massas trabalhadoras. O  trabalhador se torna refém desse tempo, pois perde totalmente o controle  sobre este. Essa concepção se contrapõe não só ao tempo “natural”,  tido como rural de baixo nível tecnológico, mas também a vários  elementos da cultura gerada pela urbanidade, tidos como contraproducentes.</p>
<p>E hoje, quais as formas de entender o tempo que temos vindo à tona? Essa é uma discussão para o próximo <em>post.</em> Virá em breve.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F08%2Fsobre-o-tempo-1%25c2%25aa-parte%2F&amp;title=Sobre%20o%20Tempo%20%26%238211%3B%201%C2%AA%20Parte" id="wpa2a_6"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Origem da Tecnologia</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 02:44:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Homo sapiens]]></category>
		<category><![CDATA[Humanidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal! É com grande satisfação que trago a vocês mais uma interessante contribuição de um de nossos leitores. O texto que segue é de autoria de Otávio Barduzzi Rodrigues da Costa. Não deixem de comentar! E ao fim do artigo poderão ter acesso ao e-mail do Otávio caso queiram entrar em contato. O ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=0c473b1b4ba3d0bd5c2f3a2dcafad533&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Olá pessoal! É com grande satisfação que trago a vocês mais uma interessante contribuição de um de nossos leitores. O texto que segue é de autoria de <strong>Otávio Barduzzi Rodrigues da Costa</strong>. Não deixem de comentar! E ao fim do artigo poderão ter acesso ao e-mail do Otávio caso queiram entrar em contato.</p>
<hr width='80%' />
<p>O ser humano utiliza a técnica-tecnologia de modo diferenciado, mas não o faz de modo exclusivo. Na natureza, inúmeros outros animais utilizam tecnologia. Alguns exemplos são: o joão-de-barro, por exemplo, na construção de seu ninho; os castores, em suas represas, os térmitas em suas colméias. Porém, só o homem pode transformar a natureza em artificial, ou seja, só ele tem a habilidade de artífice, de modo a aprimorar seus instrumentos para adequá-los às suas necessidades.<br />
Também tem capacidade de design, ou seja, de enxergar em um objeto bruto um formato que naturalmente não existia e aplicá-lo às suas necessidades mediatas ou imediatas, no sentido adorniano  da expressão. <span id="more-1620"></span></p>
<p>Obviamente, essa capacidade envolve um mistério: o homem evoluiu por causa dela ou a evolução deu-lhe essa capacidade? A resposta não pode ser dada de modo tão simplista, mas encarada como um processo emergente e complexo.</p>
<p>Essa evolução se diferencia daquela do simiozinho das árvores, em que ele desce para as savanas, tornando-se ora caçador, ora caçado, produzindo suas armas, seus utensílios e seus abrigos, cujos processos são indissolúveis dos processos de socialização do homem (MORIN 1985 p.87) , pois era necessário que ele ficasse junto para sobreviver aos predadores e de outros grupos sociais em busca de água. A antológica cena cinematográfica do início do filme 2001, Odisséia no espaço, de Stanley Kubrik, pode realmente ter acontecido várias vezes no início de nosso processo evolutivo. </p>
<p>No crescimento das cooperações e competições vão surgindo a linguagem e a cultura, que, por sua vez, vão se complexando e completando (MORIN 1985p.89) .</p>
<p> Morin (1985) chama este processo de morfogênese multidimensional sociogenética (p.40). Este termo pode ser compreendido mais corretamente quando se pensa nas múltiplas dimensões do sistema evolutivo: cérebro / mão / técnica / linguagem / cultura: sistema este que se integra e se completa emergindo as qualidades próprias do ser humano. É evidente que esse desenvolvimento pode ser mais complexo a cada passo evolutivo do homem, partindo do Proncosul até o Homo sapiens sapiens.</p>
<p> Entre os dois elementos (Proncosul e Homo sapiens sapiens), temos um sistema evolutivo bem peculiar e cheio de fases evolutivas, que os darwinistas chamavam de elos evolutivos, estes ainda não enxergando uma dinamicidade da vida dada pela visão sistêmica. </p>
<p>Esses elos, na verdade, estão em profunda mudança dinâmica da qual vão emergindo novas formas mais adaptadas ao meio. Essa adaptação, pelo uso de tecnologia, de novas formas de caça, vai mudando e até criando a linguagem (CORBALLIS, 1993, p. 99). O homem vai transformando o meio e se adaptando ao mesmo numa relação emergente. </p>
<p>Essa evolução às vezes emerge, dando um salto com o aparecimento de uma “novidade genuína” (EL-HANI, 2002) , como a criação de artefatos em pedras (armas) que, por sua vez, foi possibilitada pela bipedalização e talvez por um crescimento no córtex pré-motor existente pela primeira vez no Homo habilis. </p>
<p>Desse modo, o uso de tecnologia, advindo como resultante do bipedalismo (liberação dos braços), trouxe inúmeras conseqüências para a inteligência humana, a saber: maior possibilidade de variar a alimentação, logo maior aumento populacional e possibilitou novas proteínas cerebrais; transformação do meio ambiente; troca de informações complexas (simbólicas) para ensinar o uso e a fabricação de tecnologia aos novos membros da tribo; troca de informações simbólicas para elaborar estratégias de caça; uso de pele de animais com a variação da temperatura, mais tarde (Homo erectus); uso do fogo. Inúmeras outras mudanças, simplesmente a tecnologia, fizeram romper seus limites animais naturais, possibilitando um novo universo ao alcance do pensamento hominídeo onde ele nunca esteve antes, um universo de capacidade de design, de rompimento com a natureza, de novos pensamentos; poder finalmente pensar em novas possibilidades além daquelas limitadas ao próprio corpo em relação com o ambiente. Havia agora um mediador além do corpo para transformar o ambiente e prover suas novas e constantes necessidades – o instrumento.</p>
<hr width='80%' />
<p><em><font color='blue'>Para entrar em contato com Otávio, escreva para joebarduzzi<strong>#</strong>yahoo.com.br (substitua <strong>#</strong> por <strong>@</strong>). Acesse também seu blog: <a href="http://profotavio.zip.net">http://profotavio.zip.net</a></blue></em></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F05%2Forigem-da-tecnologia%2F&amp;title=Origem%20da%20Tecnologia" id="wpa2a_8"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Internet e Sociedade: mudanças no modo como o homem se relaciona com seu entorno. + TIRINHA</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/04/internet-e-sociedade-mudancas-no-modo-como-o-homem-se-relaciona-com-seu-entorno/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 14:20:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Humanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Apontamentos e questionamentos sobre o assunto. Não é de hoje (mas hoje com mais clareza) que se percebe que a utilização da Internet tem modificado os termos que tem se dado as relações entre as pessoas. Além de modificar, eu diria que ela tem também potencializado alguns comportamentos. Muito tem se falado que nos últimos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=69942bf6bb62432779a78f0691ae81ee&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p><em>Apontamentos e questionamentos sobre o assunto.</em></p>
<p>Não é de hoje (mas hoje com mais clareza) que se percebe que a utilização da Internet tem modificado os termos que tem se dado as relações entre as pessoas. Além de modificar, eu diria que ela tem também potencializado alguns comportamentos.</p>
<p>Muito tem se falado que nos últimos tempos tem havido uma enorme valorização do indivíduo, no sentido de colocar quase todos os aspectos da relação deste com o entorno sob um enfoque individual. Percebo como esse sendo um processo real e notável nas várias esferas da vida humana. Os motivos e conseqüências disso talvez não caibam neste texto, mas é um processo que considero ruim para o ser humano e repudio completamente.</p>
<p>Será que finalmente encontramos as ferramentas que se ajustam perfeitamente às necessidades de comunicação e relacionamento do estágio atual de nossa sociedade?</p>
<p><span id="more-1581"></span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff;">Num Mundo cada vez mais formatado para a individualidade, com a extinção de espaços coletivos e quem sabe da própria idéia de construção coletiva da sociedade (o que eu penso ser impossível), temos uma ferramenta que permite a nossa individualidade chegar a níveis nunca antes alcançados. No chamado &#8220;mundo virtual&#8221;, o indivíduo pode ser quase qualquer coisa (pode criar quase qualquer imagem que queira).</span></p>
<p>Numa sociedade que preza essencialmente a imagem e o superficial, esse modo de se relacionar vem ao encontro dessa ideologia. Na Internet, essa imagem é a mais manipulável possível, o modo como nos apresentamos a esse &#8220;mundo virtual&#8221; é quase que totalmente criável e modificável.</p>
<p>De que modos nos relacionamos e nos comunicamos pela Internet? Algumas repostas que vêm à cabeça: E-mail, mensageiros instantâneos, redes sociais, fóruns, grupos de E-mails, blogues e afins, páginas pessoas e várias outras variações desses elementos. Em relação a estes, alguns questionamentos &#8211; Que tipos de relações se consegue ter por estes meios? &#8211; Que tipos de relações usualmente se mantém por estes meios? &#8211; Será que essas relações estão substituindo outras? &#8211; Como isso está atingindo as pessoas?</p>
<p>Perguntas complexas, mas necessárias para entender a Internet como fenômeno social, pretendo abordá-los casualmente no futuro. Vimos, portanto, que a Internet tanto reforça e reproduz anseios que a vida contemporânea produz, quanto cria novos modos de entender o Mundo e se relacionar com ele. Isso está na sua utilização e na sua própria estrutura, que não está isenta de direcionamentos ideológicos. A análise dessas coisas parece ser pauta importantíssima nos estudos sociológicos e antropológicos atuais, uma vez que, cada vez mais, estão ocorrendo mudanças e essas mudanças estão mais rápidas. A tendências é que se tornem tão rápidas quanto a velocidade da Internet.</p>
<p>Agora, uma tirinha sobre o tema, de André Dahmer, autor das ótimas tiras dos <a title="Clique Aqui!" href="http://www.malvados.com.br">Malvados</a>:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.malvados.com.br/index511.html"><img class="aligncenter size-full wp-image-1586" title="tira_malvados" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/04/tirinha511.gif" alt="tira_malvados" width="511" height="162" /></a></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F04%2Finternet-e-sociedade-mudancas-no-modo-como-o-homem-se-relaciona-com-seu-entorno%2F&amp;title=Internet%20e%20Sociedade%3A%20mudan%C3%A7as%20no%20modo%20como%20o%20homem%20se%20relaciona%20com%20seu%20entorno.%20%2B%20TIRINHA" id="wpa2a_10"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Internet e Comunicação Social</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 03:12:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Humanidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[Desculpem-me todos pela demora em escrever algo novo, tentarei melhorar. Em artigo anterior comentei sobre o modo como a legislação encara os veículos de comunicação social, citando principalmente o caso emblemático da televisão aberta. Agora gostaria de trazer um pouco de discussão para esse mundo novo que tem modificado tanto o estilo de vida das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=69942bf6bb62432779a78f0691ae81ee&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Desculpem-me todos pela demora em escrever algo novo, tentarei melhorar.</p>
<p>Em <a title="artigo anterior" href="http://www.tecnosapiens.com.br/2008/09/comunicacao-social-introducao/" target="_blank">artigo anterior</a> comentei sobre o modo como a legislação encara os veículos de comunicação social, citando principalmente o caso emblemático da televisão aberta. Agora gostaria de trazer um pouco de discussão para esse mundo novo que tem modificado tanto o estilo de vida das pessoas nos últimos tempos, a Internet.</p>
<p><span id="more-856"></span></p>
<p>Duas diferenças básicas entre Internet e Televisão (juntamente com Rádio) estão na produção de conteúdo e no alcance. Hoje em dia a produção de conteúdo on-line se tornou bastante acessível, sendo possível veicular todo tipo de mídia (texto, foto, som, vídeo, etc) e todo tipo de &#8220;estilo&#8221; (ficção, prosa, verso, jornalístico, documentário, música, etc), enquanto no caso dos veículos tradicionais, a produção de conteúdo acaba ficando restrita a grupos comerciais que possuem dinheiro para bancar produção, equipamento e transmissão. Outra diferença está no alcance, o alcance em Tv e Rádio está restrito à escala de transmissão das emissoras, ficando mais caro cada vez que se aumenta essa escala, já o alcance de conteúdo on-line é quase ilimitado: sendo a Internet uma rede de redes interligadas onde todo o conteúdo em princípio fica disponível a todos que acessam essa rede, então esse conteúdo pode ser acessado de quase todos o lugares do Mundo (comentário sobre isso abaixo).<br />
Essa facilidade de veiculação e maior alcance proporcionam uma variedade enorme de opções de conteúdos via Internet, em contraste com os poucos canais de Tv aberta e emissoras de rádio, estes além de estarem em número reduzido, dificilmente se modificam, ocupando décadas a fio as freqüências nos espectros eletromagnéticos de transmissão.</p>
<p>Dessa forma, podemos enxergar a Internet como potencialmente revolucionária no que diz respeito à Comunicação Social. E essa Comunicação possui escala bem mais ampla, escala global. Digo potencialmente porque ainda não temos essa rede global tão difundida quanto imaginamos, ainda existe toda uma camada da população brasileira que não costuma acessar à rede, além disso, existe uma certa barreira que impede um uso efetivo dos recursos de Internet, essa barreira passa por uma questão educacional e pela predisposição do meio para que a pessoa se interesse em buscar coisas diferentes daquilo que está acostumada nos veículos tradicionais de comunicação (grandes jornais, grandes emissoras, grandes rádios, etc).</p>
<p>Vislumbro um futuro próximo com várias possibilidades para a comunicação entre as pessoas via Internet, existem desde possibilidades pessimistas, onde os mesmos que controlam hoje os meios tradicionais continuarão a controlar a criação e veiculação de conteúdo da rede (próximo do que é hoje), até possibilidades de real globalização cultural, de forma que todos estejam em pé de igualdade com todos, não existindo controles centralizadores que esmagam a iniciativa de grupos minoritários sem tanta expressão econômica (possibilidade remota). No fim, acho que essa rede vai acabar atingindo seu ótimo num nível intermediário entre esses, pelo menos dentro do sistema que convivemos, de fato é importante para a democratização da produção cultural a utilização de seus recursos e acredito que talvez esse site, sendo um blog como é, possa ajudar a construir isso, ou assim espero.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2008%2F11%2Finternet-e-comunicacao-social%2F&amp;title=Internet%20e%20Comunica%C3%A7%C3%A3o%20Social" id="wpa2a_12"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Comunicação Social: Introdução</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 18:32:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Trago alguns conceitos e discussões sobre os veículos de comunicação tradicionais, principalmente rádio e TV abertas. No Brasil, podem ser considerados veículos de comunicação social aqueles impressos (jornais, revistas, etc.) e também aqueles que dependem de transmissão de ondas eletromagnéticas, os veículos de radiodifusão: TV e Rádio, sendo esses dois últimos considerados serviços públicos, quando fazem parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=69942bf6bb62432779a78f0691ae81ee&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Trago alguns conceitos e discussões sobre os veículos de comunicação tradicionais, principalmente rádio e TV abertas. No Brasil, podem ser considerados veículos de comunicação social aqueles impressos (jornais, revistas, etc.) e também aqueles que dependem de transmissão de ondas eletromagnéticas, os veículos de radiodifusão: TV e Rádio, sendo esses dois últimos considerados serviços públicos, quando fazem parte do sistema aberto de comunicação (TV aberta e rádio AM e FM).</p>
<p><span id="more-248"></span></p>
<p>O advogado André de Godoy Fernandes bem explica o fato de Rádio e TV serem considerados serviços públicos:<br id="wsaj2" /><br id="wsaj3" /><em>&#8220;São duas as principais justificativas para se considerar a radiodifusão como um serviço público. Em primeiro lugar, o fato de o espectro eletromagnético, por onde trafegam as ondas radioelétricas, ser bem natural e limitado. Tal fato implica a necessidade de definição criteriosa de quais pessoas ou entidades podem usar esse bem natural, visto que a utilização do espectro por determinadas pessoas ou entidades exclui, em princípio, o seu uso por parte dos demais membros da coletividade.<br id="wsaj4" /><br id="wsaj5" />O segundo motivo diz respeito à importância dos serviços de radiodifusão para a veiculação de informação e cultura na sociedade contemporânea. Em virtude da amplitude de sua penetração junto a todas as camadas sociais e do poder não desprezível de influência de suas mensagens, a radiodifusão e especialmente a televisão é vista como o meio de comunicação de massa mais apto para prover a sociedade de uma gama de serviços (informação, cultura, educação) diretamente ligados ao desenvolvimento pessoal dos cidadãos e à própria construção de uma sociedade democrática .&#8221;</em><br id="wsaj6" /><br id="e7i1" />Sendo serviços públicos, devem ser regulamentados pelo Estado, cabendo a este estabelecer os critérios de utilização e controlar as concessões a prestadores desse serviço. É diferente para veículos impressos, onde não há necessidade de concessão pelo Estado ou orientação de conteúdo.</p>
<p>A Constituição Brasileira orienta o conteúdo das programações de emissoras através de alguns princípios:<br id="kqi4" /><br id="kqi40" /><em>&#8220;Art. 221. A produção e a programação das emissoras de rádio e televisão atenderão aos seguintes princípios:</em></p>
<p id="fknc0"><em>I &#8211; preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas;</em></p>
<p><em>II &#8211; promoção da cultura nacional e regional e estímulo à produção independente que objetive sua divulgação;</em></p>
<p id="fknc1"><em>III &#8211; regionalização da produção cultural, artística e jornalística, conforme percentuais estabelecidos em lei;</em></p>
<p id="fknc2"><em>IV &#8211; respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família.&#8221;</em></p>
<p>É muito interessante ler esses textos básicos para notarmos como às vezes muitas coisas não passam do papel, ou a realidade as deturpam, realidade onde os interesses que predominam na maioria das vezes não são os da coletividade. Nessa época de Internet e TV digital, ainda há muito a se pensar na forma que nos comunicamos e como adquirimos informação, e não estou falando apenas de tecnologia. Em breve trarei um pouco mais sobre esse assunto, falarei sobre a Internet no meio disso tudo.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2008%2F09%2Fcomunicacao-social-introducao%2F&amp;title=Comunica%C3%A7%C3%A3o%20Social%3A%20Introdu%C3%A7%C3%A3o" id="wpa2a_14"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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