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	<title>TecnoSapiens &#187; Linux</title>
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	<description>De pedras lascadas a mentes afiadas</description>
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		<title>Lançamento do Ubuntu 11.04. Mas e as outras distros Linux?</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 20:39:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pela internet correu solta a notícia: hoje a Canonical lançou o Ubuntu 11.04, apelidado de Natty Narwhal. Algumas mudanças recentes no Gnome já causaram certo burburinho (por exemplo a alteração da posição dos botões de controle da janela, que foram movidos da direita para a esquerda). Nesta nova versão o Ubuntu veio bem diferente: Sim, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=0c473b1b4ba3d0bd5c2f3a2dcafad533&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p style="text-align: justify;">Pela internet correu solta a notícia: hoje a Canonical lançou o Ubuntu 11.04, apelidado de Natty Narwhal. Algumas mudanças recentes no Gnome já causaram certo burburinho (por exemplo a alteração da posição dos botões de controle da janela, que foram movidos da direita para a esquerda). Nesta nova versão o Ubuntu veio bem diferente:</p>
<p><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2011/04/ubuntu1104.png"><img class="aligncenter size-large wp-image-2550" title="ubuntu1104" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2011/04/ubuntu1104-1024x575.png" alt="" width="517" height="290" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2521"></span>Sim, o Gnome, gerenciador gráfico utilizado por padrão no Ubuntu desde seu nascimento perdeu lugar para o então chamado Ubuntu Unity. Quem tem netbook talvez já tenha tido a curiosidade de instalar a edição do Ubuntu especial para netbooks (que vem com o Unity). Eu fiz isso com o Ubuntu 10.10, e se não fosse pelo fraco desempenho, eu teria ficado com o sistema. Ao que tudo indica, esse problema foi sanado na versão 11.04. Quais as vantagens do Unity? Com ele você ganha espaço na tela, pela ausência dos dois painéis do Gnome, além de trazer a proposta de simplificar tarefas, centralizando tudo no painel lateral com ícones de fácil reconhecimento. Quando a janela está maximizada, a barra lateral fica oculta e a barra de títulos da janela ocupa o mesmo espaço que a barra superior (a que contém o relógio e itens de notificação), representando um significativo ganho de espaço para trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">A IDGNow trouxe a manchete &#8220;<a title="Clique para abrir a matéria em nova janela/aba" href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2011/04/01/novo-ubuntu-11-04-trara-quatro-mudancas-radicais/" target="_blank">Novo Ubuntu 11.04 trará quatro mudanças radicais</a>&#8220;, relacionada a uma matéria publicada na PCWorld (com uma tradução pobre e diversos erros de concordância). Sinceramente, foi manchete pra vender conteúdo. A mudança mais significativa dentre as apontadas, a meu ver, é que o usuário poderá testar os aplicativos antes de instalar, pelo Ubuntu Software Center.</p>
<p>Mas e quanto às outras distribuições Linux? Como andam? Vamos falar de algumas delas.</p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Debian GNU/Linux</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Debian é a distribuição da qual se derivou o Ubuntu, não por outro motivo senão sua qualidade. Sistema robusto com uma vasta quantidade de pacotes de fácil instalação, e contando com uma grande comunidade de desenvolvedores. A última versão estável do sistema foi lançada em fevereiro de 2011, o Debian 6.0, apelidado de Squeeze. A contar pelo histórico recente de atualizações do time Debian, podemos aguardar uma nova versão estável do sistema provavelmente no início de 2012. Se quiser conhecer mais sobre o Debian, visite <a href="http://www.debian.org/" target="_blank">http://www.debian.org/</a></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>OpenSUSE</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">O OpenSUSE é uma distribuição Linux livre e gratuita fundada e mantida pela Novell (que recentemente foi adquirida pela companhia The Attachmate Group), contando com um apoio que gostaria de destacar, a AMD (sim, a gigante que, em uma dita crise financeira, adquiriu a ATI e recentemente declarou que não iria mais usar essa marca em suas placas de vídeo). A versão mais recente do OpenSUSE foi lançada em 10/03/2011, o OpenSUSE 11.4. Você pode fazer o download visitando a página oficial: <a href="http://www.opensuse.org/" target="_blank">http://www.opensuse.org/</a></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Fedora</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">O Fedora é uma distribuição mantida pela comunidade Red Hat e atualmente está na versão 14, que foi lançada em 02/11/2010. Esta versão recebe o codinome Laughlin. A versão 15 do Fedora, codinome Lovelock, é aguardada para 24/05/2011. O Fedora tem já certa maturidade no cenário Linux com seus 8 anos de história. Para conhecer mais sobre esta distro, acesse o site <a href="http://fedoraproject.org/" target="_blank">http://fedoraproject.org/</a></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p style="text-align: justify;">Então é isso pessoal, futuramente escreverei um artigo explicando como testar essas e outras distribuições Linux sem ter que reinstalar os sistemas operacionais do seu PC ou notebook. Até a próxima!</p>
<div id="_mcePaste" class="mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 333px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2011/04/01/novo-ubuntu-11-04-trara-quatro-mudancas-radicais/</div>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2011%2F04%2Flancamento-do-ubuntu-11-04-mas-e-as-outras-distros-linux%2F&amp;title=Lan%C3%A7amento%20do%20Ubuntu%2011.04.%20Mas%20e%20as%20outras%20distros%20Linux%3F" id="wpa2a_2"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Editando gráficos gnuplot</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/09/editando-graficos-gnuplot/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 13:56:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Weslley</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Software livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[editar gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[EPS]]></category>
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		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, pessoas! Esse artigo é dedicado aos usuários de gnuplot que necessitam dar aquela incrementada em seus gráficos, para facilitar a interpretação e chamar a atenção de quem os vê. O único pré-requisito para tal edição é exportar os gráficos para o forma Encapsulated Post Script, vulgo EPS. Passo 01: Exportar os gráficos para EPS [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=4b903347bb118f717470fb592a2bdf0d&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Olá, pessoas!</p>
<p>Esse artigo é dedicado aos usuários de <em>gnuplot</em> que necessitam dar aquela incrementada em seus gráficos, para facilitar a interpretação e chamar a atenção de quem os vê. O único pré-requisito para tal edição é exportar os gráficos para o forma Encapsulated Post Script, vulgo EPS.</p>
<p><span id="more-1862"></span><strong>Passo 01: Exportar os gráficos para EPS</strong></p>
<p>Para exportar os gráficos para o formato EPS, basta colocar no fim de seu script Gnuplot as seguintes linhas:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>set terminal postscript eps enhanced <em>20</em> <em>color dashed</em><br />
set output &#8220;<em>arquivo.eps</em>&#8221;<br />
replot</strong></p>
<p>Os termos na linha de comando que estão em itálico são opções da exportação, os quais podem ser trocados de acorodo com o desejado pelo usuário.</p>
<p><strong>Passo 02: Instalando um editor de gráficos vetoriais</strong></p>
<p>O formato EPS é um formato vetorial de imagens. Na prática, isso significa que a base da imagem não são os pixels, mas sim os pontos de curvaturas e cores da imagem, o que permite que você mude o tamanho, dê zoom na imagem sem perder resolução nem &#8220;serrilhar&#8221; a mesma. Um editor bem simples de usar e bastante potente é o <em>Inkscape Vector Graphics Editor</em>. Para instalá-lo, basta dar o comando:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>sudo apt-get install inkscape</strong></p>
<p>ou então acessar a página do programa (<a href="http://www.inkscape.org/" target="_blank">http://www.inkscape.org/</a>) e baixar o pacote.</p>
<p><strong>Passo 03: Transformando o EPS para PDF</strong></p>
<p>Apesar de ser um ótimo editor de imagens, o Inkscape não consegue abrir figuras EPS, apenas salvar nesse formato. Sendo assim, é preciso transformar o arquivo para o formato PDF, o qual o Inkscape consegue abrir normalmente. Para isso, basta fazer:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>epstopdf arquivo.eps</strong></p>
<p>e será gerado o<em> arquivo.pdf</em></p>
<p><strong>Passo 04: Editando o arquivo PDF</strong></p>
<p>Agora é só abrir o arquivo com o Inkscape. Abaixo tem um exemplo de como fica um gráfico aberto com o mesmo. Neste gráfico, a legenda do mesmo foi colocada alinhada verticalmente, para aproveitar melhor o espaço da figura.</p>
<div id="attachment_1864" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1864" title="Exemplo" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/09/Screenshot-300x210.png" alt="Exemplo de gráfico aberto com o Inkscape" width="300" height="210" /><p class="wp-caption-text">Exemplo de gráfico aberto com o Inkscape</p></div>
<p>Após abrir o arquivo, é necessário desagrupar as linhas do gráfico. Para isso, basta clicar com o botão direito em cima da imagem e clicar em &#8220;Ungroup&#8221; sempre que um bloco estiver agrupado, assim será possível a edição de cada elemento do gráfico.</p>
<p>O Inkscape tem muito mais opções de cores, linhas, espessuras, pontilhados, além de outros atributos. Com isso, você conseguirá deixar seus gráficos muito mais claros e atraentes aos olhos de quem o analisa.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F09%2Feditando-graficos-gnuplot%2F&amp;title=Editando%20gr%C3%A1ficos%20gnuplot" id="wpa2a_4"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Acessando partições do Linux através do Windows</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/09/acessando-particoes-do-linux-atraves-do-windows/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 01:06:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para quem utiliza os dois sistemas operacionais na mesma máquina, é comum precisar de um arquivo que está em outra partição. No caso de estar no Linux e precisar de algo do Windows, o sistema possui ótimo suporte para partições FAT e até mesmo NTFS. Já o Windows, nada amigável com seus vizinhos, não tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=0c473b1b4ba3d0bd5c2f3a2dcafad533&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Para quem utiliza os dois sistemas operacionais na mesma máquina, é comum precisar de um arquivo que está em outra partição. No caso de estar no Linux e precisar de algo do Windows, o sistema possui ótimo suporte para partições FAT e até mesmo NTFS. Já o Windows, nada amigável com seus vizinhos, não tem qualquer interesse em &#8220;enxergar&#8221; um sistema de arquivos como o EXT2, EXT3 e ReiserFS. Mas tudo pode ser remediado.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-1836 aligncenter" title="http://iq9.com/content/blog/mozy-ex2fs-truecrypt/d_drive.png" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/09/d_drive-245x300.png" alt="http://iq9.com/content/blog/mozy-ex2fs-truecrypt/d_drive.png" width="245" height="300" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Partição Ext2 no Windows</em></p>
<p><strong><span id="more-1833"></span>Ler partições EXT2 e EXT3 no Windows</strong></p>
<p>Para executar tal tarefa, basta instalar o Ext2 IFS, que promete (e cumpre) a missão de tornar possível a leitura e escrita neste sistema de arquivos a partir do Windows (NT4.0/2000/XP/2003/Vista). Após a instalação, a partição assumirá uma letra que você designar, logo você poderá acessar seus arquivos abrindo o Windows Explorer e selecionando, por exemplo, a partição H: . O Ext2 IFS é um driver que adiciona ao ambiente Windows a capacidade de gerenciar este sistema de arquivos. Para baixar esse driver:</p>
<p><a href="http://www.fs-driver.org/download/Ext2IFS_1_11a.exe" target="_blank">http://www.fs-driver.org/download/Ext2IFS_1_11a.exe</a></p>
<p><strong>Ler partições ReiserFS a partir do Windows</strong></p>
<p>Para quem faz uso do ReiserFS, há um software portátil para leitura e cópia dos dados. O software se chama YAReG, é super leve e simples, bom para quebrar aquele galho. Com ele você acessa os diretórios da partição, e tem a opção de copiar os dados para um outro local (por exemplo, uma partição NTFS, um pen drive, etc). Para baixá-lo:</p>
<p><a href="http://yareg.akucom.de/index.html#DOWNLOAD" target="_blank">http://yareg.akucom.de/index.html#DOWNLOAD</a></p>
<p>Bom pessoal, estes são os softwares que utilizo quando preciso acessar esses tipos de sistema de arquivos, há outros na internet, inclusive para XFS e outros, quem souber e quiser deixar aqui a dica para todos, fique à vontade!</p>
<p>Até a próxima!</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F09%2Facessando-particoes-do-linux-atraves-do-windows%2F&amp;title=Acessando%20parti%C3%A7%C3%B5es%20do%20Linux%20atrav%C3%A9s%20do%20Windows" id="wpa2a_6"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Rapidinha: CpuFreq-Selector</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/04/rapidinha-cpufreq-selector/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 12:40:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Weslley</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Buenas, caros leitores! Hoje venho aqui para uma nota rápida, porém bastante interessante. Você, usuário de distribuições Linux Debian-based (Ubuntu, Debian), sabe como configurar o desempenho de seu processador pelo sistema operacional ? Por padrão, os processadores vem configurados no modo de economia de energia. Porém, em alguns casos, como o meu, queremos extrair cada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=4b903347bb118f717470fb592a2bdf0d&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Buenas, caros leitores!</p>
<p>Hoje venho aqui para uma nota rápida, porém bastante interessante. Você, usuário de distribuições Linux <em>Debian-based </em>(Ubuntu, Debian), sabe como configurar o desempenho de seu processador pelo sistema operacional ?</p>
<p><span id="more-1575"></span>Por padrão, os processadores vem configurados no modo de economia de energia. Porém, em alguns casos, como o meu, queremos extrair cada recurso daqueles milhões de transistores em forma de pastilha. Uma opção é realizar a configuração na BIOS, porém há uma opção bastante interessante: o aplicativo <strong>cpufreq-selector</strong>.</p>
<p>Há as seguintes opções:</p>
<ul>
<li><strong>-c &#8216;número do processador&#8217;</strong> &#8211; para informar o número da CPU a ser configurada, no caso de otimizar apenas um dos núcleos de um processador <em>multicore</em>;</li>
<li><strong>-g</strong> <strong>&#8216;opção&#8217;</strong> &#8211; para configurar o modo de operação de seu processador, com as opções <em>powersave</em> (economia de energia) e <em>performance</em> (para alto desempenho);</li>
<li><strong>-f &#8216;frequência&#8217;</strong> &#8211; para setar a frequência de operação do seu processador, em KHz</li>
</ul>
<p>Sendo assim, para configurar seu processador, usa-se o comando:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>cpufreq-selector -n &#8216;#proc&#8217; -g &#8216;modo&#8217; -f &#8216;freq&#8217;</strong></p>
<p>Assim, é possível ajustar o desempenho de seu processador via sistema operacional, de acordo com suas necessidades!</p>
<p><em>See ya</em>!</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F04%2Frapidinha-cpufreq-selector%2F&amp;title=Rapidinha%3A%20CpuFreq-Selector" id="wpa2a_8"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Linux Educacional? Que bicho é esse?</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/02/linux-educacional-que-bicho-e-esse/</link>
		<comments>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/02/linux-educacional-que-bicho-e-esse/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 12:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[linux educacional]]></category>
		<category><![CDATA[Software livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Calma, este artigo não trata de nenhuma seita religiosa ou de algum curioso animal originário da Patagônia ou da ilha de Madagascar. O Linux Educacional é uma distribuição Linux desenvolvida pelo Ministério da Educação (MEC) e faz parte das iniciativas do ProInfo (Programa Nacional de Informática na Educação), que segundo as palavras do MEC, é: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=f4a74c4c68f512fce536ebedcfb9cf52&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Calma, este artigo não trata de nenhuma seita religiosa ou de algum curioso animal originário da Patagônia ou da ilha de Madagascar.</p>
<p>O Linux Educacional é uma distribuição Linux desenvolvida pelo Ministério da Educação (MEC) e faz parte das iniciativas do <a title="Visite o sítio do ProInfo" href="http://proinfo.mec.gov.br/" target="_blank">ProInfo</a> (Programa Nacional de Informática na Educação), que segundo as palavras do MEC, é:</p>
<blockquote><p>[...] um projeto que visa promover o uso pedagógico de tecnologias da informação relacionadas a conteúdos educacionais nas escolas públicas de todo o Brasil. Nesse contexto, o Linux Educacional (LE) colabora para o atendimento dos propósitos do ProInfo, de forma a favorecer o usuário final.</p></blockquote>
<div id="attachment_1219" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1219" title="Linux educacional" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/02/linuxedu-001-300x37.png" alt="Linux educacional" width="300" height="37" /><p class="wp-caption-text">Linux educacional</p></div>
<p>O LE é baseado em uma das distribuições linux mais utilizadas atualmente, o <a title="Saiba mais sobre o Kubuntu" href="http://www.kubuntu.org/" target="_blank">Kubuntu</a>, que é o Ubuntu com o ambiente gráfico <a title="O que é o KDE?" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/KDE" target="_blank">KDE</a>. E para os que ainda acham que linux é sinônimo de “coisa feia”, vejam como é bonitinho o ambiente gráfico do LE:<span id="more-1218"></span></p>
<div id="attachment_1221" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1221" title="Área de trabalho do LE 3.0" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/02/linuxedu-002-300x180.png" alt="Área de trabalho do LE 3.0" width="300" height="180" /><p class="wp-caption-text">Área de trabalho do LE 3.0</p></div>
<p>Além de ser bonitinho, o LE já vem com uma série de aplicativos educacionais, tais como:</p>
<ul>
<li> A linguagem logo (Kturtle)</li>
<li> Planetário virtual (Kstars)</li>
<li> Geometria interativa (Klg)</li>
</ul>
<p>Outras ferramentas interessantes, disponíveis na versão 3.0, são a EduBar, a FBEdu e um Repositório Debian de Conteúdos</p>
<h3>O que é a EduBar?</h3>
<p>É uma aplicação Java que abre uma barra localizada na parte superior da área de trabalho, que facilita o acesso a diversos conteúdos educacionais, com destaque para o Domínio Público e o TV Escola.</p>
<div id="attachment_1220" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1220" title="A EduBar" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/02/edubar-300x55.png" alt="Estilosa a EduBar, não é?" width="300" height="55" /><p class="wp-caption-text">Estilosa a EduBar, não é?</p></div>
<h3>O que é a FBEdu?</h3>
<p>É uma ferramenta de busca que é exibida após você clicar em algum dos ícones da EduBar. Por exemplo, ao clicar no botão Tv Escola, você pode pesquisar os conteúdos por tipo de Mídia (Texto, Som, Imagem e Vídeo), por Categoria (Ensino Médio, Salto para o Futuro, História, Língua Portuguesa, Educação Especial, Escola/Educação, Ciências, Ética, Matemática, Literatura, Geografia, Pluralidade Cultural, Arte, Saúde, Educação Física, Literatura Infantil, Recortes, Artes, Filosofia, Biologia Geral, Psicologia, Literatura de Cordel, Hinos, Teologia) por Autor e por Título:</p>
<div id="attachment_1222" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1222" title="FBEdu" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/02/ferramenta_busca-300x246.png" alt="Ferramenta de Busca" width="300" height="246" /><p class="wp-caption-text">Ferramenta de Busca</p></div>
<h3>O que é o repositório Debian de conteúdos?</h3>
<p>Um repositório <a title="Saiba mais sobre o pai do Ubuntu, ou o avô do LE." href="http://www.debian.org/index.pt.html" target="_blank">Debian</a> é um conjunto de pacotes disponível em um endereço da Internet. Para baixar estes pacotes será necessário um gerenciador de pacotes (o LE usa o <a title="Conheça um pouco mais sobre o Adept." href="http://www.guiadohardware.net/artigos/adept/" target="_blank">Adept</a>) Neste repositório estão disponíveis 2583 Obras do Portal Domínio Público e 508 Vídeos da TV Escola.</p>
<p><strong> Se você quer saber mais sobre o LE, visite estes endereços eletrônicos</strong>:</p>
<ul>
<li>Página oficial: <a title="Página Oficial do LE" href="http://www.webeduc.mec.gov.br/linuxeducacional/index.php" target="_blank">http://www.webeduc.mec.gov.br/linuxeducacional/index.php</a></li>
<li>Comunidade Linux Educacional: <a title="Comunidade LE" href="http://www.linuxeducacional.com/" target="_blank">http://www.linuxeducacional.com/</a></li>
</ul>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F02%2Flinux-educacional-que-bicho-e-esse%2F&amp;title=Linux%20Educacional%3F%20Que%20bicho%20%C3%A9%20esse%3F" id="wpa2a_10"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Usando Open MPI Em Programação Paralela</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/01/usando-open-mpi-em-programacao-paralela/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 17:12:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudinei</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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		<category><![CDATA[mpi]]></category>
		<category><![CDATA[openmpi]]></category>
		<category><![CDATA[programação para cluster]]></category>
		<category><![CDATA[programação paralela]]></category>
		<category><![CDATA[vários processadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá caro leitor, depois de algum tempo de descanso volto novamente a tratar de um assunto que tem tido bastante interesse da comunidade que trabalha com computação de alto desempenho. Pois uma forma de conseguir o tão desejado alto desempenho em um programa é fazendo com que este utilize vários processadores durante sua execução, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=4df351c0f287e656665bf61bddf04d42&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: small;">Olá caro leitor, depois de algum tempo de descanso volto novamente a tratar de um assunto que tem tido bastante interesse da comunidade que trabalha com computação de alto desempenho. Pois uma forma de conseguir o tão desejado alto desempenho em um programa é fazendo com que este utilize vários processadores durante sua execução, mas como foi dito no último artigo que escrevi ( </span></span><a rel="bookmark" href="../../2008/11/implementando-programas-que-usam-varios-processadores/">Implementando Programas que Usam Vários Processadores</a><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: small;"> ), essa não é uma tarefa tão simples! O escopo desse artigo traz algumas dicas de ferramentas necessárias para criar um programa que ao ser executado use vários processos e que esses processos comuniquem entre si.</span></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><span style="font-size: small;"><span id="more-1083"></span></span><span style="font-size: small;">Como foi discutido no artigo citado acima, uma forma de implementar a programação paralela é usando as bibliotecas de passagem de mensagens (MPI). Portanto, se o leitor quiser testar os programas exemplos que darei durante os próximos artigos será necessário instalar o MPI, como sou adepto da filosofia Open Source, aconselho que instale o <a id="qzyz" title="Open MPI" href="http://www.open-mpi.org/">Open MPI</a>,( <span style="text-decoration: line-through;">mas se estiver usando o Windows, instale o <a href="ftp://ftp.mcs.anl.gov/pub/mpi/nt/mpich.nt.1.2.5.exe">MPICH</a>, </span><span style="text-decoration: line-through;">Por sua conta e risco</span>). Como de praxe, a instalação do Open MPI é simples, basta baixar o código fonte (<a href="http://www.open-mpi.org/software/ompi/v1.3/downloads/openmpi-1.3.tar.gz">código fonte</a>)</span></span>, <span style="font-size: small;">descompactar o arquivo, entrar na pasta criada pela descompactação usando o console ou um aplicativo similar e em seguida dar os comandos usais para compilação e instalação de pacotes (<strong><em>./configure</em></strong> em seguida<em> <strong>make</strong></em>, e como superusuário dar o último comando, <strong><em>make install</em></strong>). O Open MPI necessita de que alguns pacotes estejam instalados; por exemplo, se você quiser escrever seus programas em Fortran, será necessário que tenha o fortran previamente instalado em sua máquina, essa mesma regra é válida para as outras linguagens que você queira escrever seus códigos, tais como<em> C </em>e <em>C++</em>. Outro pacote que o MPI usa e, portanto, deve estar instalado é o <em>ssh</em>, pois é a partir do ssh que é feita a comunicação entre os vários processos do programa em execução.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Vamos criar um programa simples para verificar se sua instalação foi bem sucedida, porém primeiramente vou falar de uma premissa básica sobre o MPI que é a Inicialização e a Finalização. Para se fazer referências ou chamadas à qualquer rotinas MPI, é necessário que o MPI seja inicializado e antes do término do programa principal o MPI deve ser finalizado. Para isso são definidas rotinas nas linguagens de programação, aqui vou usar o<em> C</em> como exemplo, porém o procedimento é o mesmo para outras linguagens (o que muda é sintaxe da chamada da rotina).<br />
</span></p>
<blockquote><p>int MPI_Init( int *argc,  char ***argv); // inicialização do  MPI</p>
<p><em>//Blocos de códigos  MPI</em></p>
<p>int MPI_Finalize( ); // finalização do MPI</p></blockquote>
<p>Esses parâmetros definidos na inicialização do MPI (argc e argv), são aqueles parâmetros recebidos tradicionalmente pela interface da linguagem <em>C</em>, portanto tais parâmetros devem ser passados para inicializar o MPI antes de sua utilização. O valor de retorno dessa chamada é um código de erro, sendo assim, ele indica possíveis erros durante a inicialização do MPI. Se não houve nenhum erro durante a inicialização, o valor de retorno será MPI_SUCCESS; caso haja algum tipo de erro os valores serão diferentes, porém não são especificados pelo MPI.  E assim como a inicialização, a finalização é feita pela rotina MPI_Finalize( ).</p>
<p>Para compreender o processo de  inicialização e finalização das rotinas MPI bem como testar se a sua instalação foi bem sucedida, copie o trecho do código seguinte em um arquivo sem formatação e salve-o com o nome <em>NumProcesso.c</em> em seguida compili-o. Obs. Ao copiar e colar tome cuidado com as aspas!</p>
<blockquote><p>#include &lt;stdio.h&gt;<br />
#include &lt;mpi.h&gt;</p>
<p>int main(int argc, char **argv){<br />
int quantos, rank;<br />
MPI_Init(&amp;argc, &amp;argv);<br />
MPI_Comm_size(MPI_COMM_WORLD, &amp;quantos);<br />
MPI_Comm_rank(MPI_COMM_WORLD, &amp;rank);<br />
printf(&#8220;Processo %d de %d rodando \n&#8221;, rank, quantos);</p>
<p>MPI_Finalize();</p>
<p>return 0;</p>
<p>}</p></blockquote>
<p>Para compilar um arquivo usando MPI basta seguir o seguinte procedimento: usando o console, entre na pasta que se encontra o arquivo e em seguida dê o comando<em> mpicc NumProcesso.c -o processos.exe</em> (obs. a extensão *.exe é opcional, na verdade nem é necessário usar nenhum tipo de extensão). Se a compilação ocorreu tudo certo, execute o programa recém compilado assim: <em>mpirun -np 4 processos.exe</em>, aqui &#8220;-np 4&#8243; é o numero de processos que será aberto durante a execução do programa, neste caso são quatro processos. Para evitar que a cada processo aberto ele peça a senha, configure o servidor ssh para autenticação sem senha.</p>
<p>P.S. O Próximo artigo será: <strong>Os conceitos em que as rotinas MPI são construídas</strong>. Nesse artigo será abordado processos,  mensagens,  comunicadores e tipos de dad<strong>os.</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>ERRATA:</strong></p>
<p>Olá leitores do TecnoSapiens, em algum ponto do artigo foi afirmado que a comunicação entre os processos era feita pelo ssh, porém o ssh é utilizado para disparar os daemons responsáveis por executar os processos MPI. Normalmente a comunicação propriamente dita das primitivas MPI_ &#8230;  é feita sem segurança.</p>
<p>Claudinei Caetano de Souza.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F01%2Fusando-open-mpi-em-programacao-paralela%2F&amp;title=Usando%20Open%20MPI%20Em%20Programa%C3%A7%C3%A3o%20Paralela" id="wpa2a_12"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Nota rápida: pesquisando o conteúdo de diversos arquivos (linux)</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/01/nota-rapida-pesquisando-o-conteudo-de-diversos-arquivos-linux/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 12:04:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Software livre]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal bom dia. Hoje aprendi uma &#8220;coisinha&#8221; nova no Linux e resolvi compartilhar (para quem não sabe, só agora estou me aventurando no Linux). É uma dica simples, mas pode te ajudar. Sem mais delongas, vamos ao que interessa&#8230; Hoje precisei encontrar todos os arquivos que tivessem em seu conteúdo o texto &#8220;enteresses&#8221;. Como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=f4a74c4c68f512fce536ebedcfb9cf52&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Olá pessoal bom dia.</p>
<p>Hoje aprendi uma &#8220;coisinha&#8221; nova no Linux e resolvi compartilhar (para quem não sabe, só agora estou me aventurando no Linux). É uma dica simples, mas pode te ajudar.</p>
<p>Sem mais delongas, vamos ao que interessa&#8230;</p>
<p>Hoje precisei encontrar todos os arquivos que tivessem em seu conteúdo o texto &#8220;enteresses&#8221;. Como não sabia como fazer isto (no Linux), fiz uma breve pesquisa que me indicou o comando <strong>grep</strong> como a solução de meus problemas. Este comando procura uma determinada expressão nos arquivos especificados e quando encontra um arquivo que possui a expressão procurada, retorna (na tela) o nome do arquivo e a linha em que a expressão foi encontrada (este é o retorno padrão, mas pode ser alterado pelas opções).</p>
<p>No meu caso usei:</p>
<blockquote><p>grep -i -R &#8220;enteresses&#8221; *.php</p></blockquote>
<p>Explicando&#8230;</p>
<p>A opção <strong>-i</strong> informa ao <strong>grep</strong> que ele deve ignorar as diferenças entre caixas altas e baixas, isto é, expressões como &#8220;EnTeReSSes&#8221; ou &#8220;ENTERESSES&#8221; também seriam consideradas. A opção <strong>-R</strong> informa que o <strong>grep</strong> deve fazer uma busca recursiva no diretório atual e em todos os seus subdiretórios. Entre aspas (&#8220;enteresses&#8221;) escrevo a expressão que deve ser pesquisa. Após a expressão que será pesquisada, indico quais arquivos devem ser analisados (no meu caso, apenas os arquivos com extensão <strong>.php</strong>.</p>
<p>Fui&#8230;</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F01%2Fnota-rapida-pesquisando-o-conteudo-de-diversos-arquivos-linux%2F&amp;title=Nota%20r%C3%A1pida%3A%20pesquisando%20o%20conte%C3%BAdo%20de%20diversos%20arquivos%20%28linux%29" id="wpa2a_14"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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