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	<title>TecnoSapiens &#187; Livros</title>
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	<description>De pedras lascadas a mentes afiadas</description>
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		<title>Sobre o Tempo &#8211; 1ª Parte</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 04:38:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Homo sapiens]]></category>
		<category><![CDATA[Humanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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		<description><![CDATA[Bom, esse post é baseado num trabalho feito para a disciplina &#8220;Estudos Sociais&#8221; do curso de Arquitetura e Urbanismo da USP São Carlos. As questões do tempo está intimamente relacionada com as discussões sobre tecnologia. O que é o desenvolvimento tecnológico se não uma maneira de tentar modificar a relação do &#8220;homem&#8221; com o seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=69942bf6bb62432779a78f0691ae81ee&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Bom, esse <em>post</em> é baseado num trabalho feito para a disciplina &#8220;Estudos Sociais&#8221; do curso de Arquitetura e Urbanismo da USP São Carlos. As questões do tempo está intimamente relacionada com as discussões sobre tecnologia. O que é o desenvolvimento tecnológico se não uma maneira de tentar modificar a relação do &#8220;homem&#8221; com o seus &#8220;tempos&#8221;? Esse texto foi inspirado no texto “Tempo, disciplina de trabalho e capitalismo industrial”, presente no livro &#8220;Costumes em Comum&#8221;, de E. P. Thompson. Leiam, reflitam e comentem!</p>
<p><span id="more-1687"></span></p>
<p>- <em><strong>Do &#8220;início&#8221; à Revolução Industrial</strong></em></p>
<p>Pode-se  dizer que houve processos de transformação das idéias de tempo e  das relações do homem com estas. Com um princípio associado principalmente  ao tempo “natural”, ou seja, os ritmos das atividades humanas são  fortemente influenciados pelos ciclos naturais. Esse tempo “natural”  sempre teve bastante influência nas atividades agrícolas, e atividades  de sub-existência de populações com baixo nível tecnológico. Através  de processos de divisão social do trabalho e conseqüente divisão  entre cidade e campo, pôde ser construída uma outra idéia de tempo,  um tempo urbano. Este estava ligado às atividades do homem na cidade,  sem uma influência tão forte dos ciclos naturais. Sua influência  cresce com a fortificação das cidades como forma de organização  da ocupação territorial, principalmente a partir do fim da Idade Média.</p>
<p>É  de se questionar se esse novo tempo urbano pode ser considerado um tempo  “humano”. É claro que uma noção do tempo e um ritmo de vida só  podem estar ligados ao próprio homem, mas a idéia de um ritmo que  não estava diretamente relacionada a algo extrínseco ao homem era  algo possível apenas num ambiente não-natural, distante disto.</p>
<p>É possível afirmar que o ritmo urbano era mais “humano” no  sentido que estava vinculado àquilo que era considerado mais “humano”  à época, a própria cidade. Através da cidade, o homem parecia estar  menos voltado para as atividades de sub-existência e podia, dessa forma,  estabelecer outras relações com o Mundo, que, nesse caso, é a cidade  habitada pelo homem. São criadas rotinas, rituais e vivências que  possuem essencialmente a cidade como palco, que provavelmente não seriam  possíveis em outro contexto, uma cultura urbana é criada.</p>
<p>A  idéia de tempo que vem sido construída nesse ambiente urbano, com  maior impulso a partir da Revolução Industrial, é do tempo mecanizado,  tempo abstrato defendido como “puro”, tido como certo, sem conteúdo  ideológico ou político. Esse tempo se associa à produção nos moldes  capitalistas, ao salário e ao lucro. As ideologias do capitalismo reforçam  o uso do tempo para o trabalho, no caso das massas trabalhadoras. O  trabalhador se torna refém desse tempo, pois perde totalmente o controle  sobre este. Essa concepção se contrapõe não só ao tempo “natural”,  tido como rural de baixo nível tecnológico, mas também a vários  elementos da cultura gerada pela urbanidade, tidos como contraproducentes.</p>
<p>E hoje, quais as formas de entender o tempo que temos vindo à tona? Essa é uma discussão para o próximo <em>post.</em> Virá em breve.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F08%2Fsobre-o-tempo-1%25c2%25aa-parte%2F&amp;title=Sobre%20o%20Tempo%20%26%238211%3B%201%C2%AA%20Parte" id="wpa2a_2"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>O tataravô do arquivo sonoro digital</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 23:12:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Capella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Thomas Alva Edison inventou o fonógrafo a 21 de novembro de 1877. Esse aparelho é o tataravô dos atuais gravadores de voz digitais. O mecanismo do fonógrafo compreendia um cilindro coberto com folha de cobre que, pressionado por uma ponta aguda conectada a um diafragma e a um grande bocal, registrava a voz de qualquer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=0d68a16d8e31088d69663f272a476dda&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Thomas Alva Edison inventou o fonógrafo a 21 de novembro de 1877. Esse aparelho é o tataravô dos atuais gravadores de voz digitais. O mecanismo do fonógrafo compreendia um cilindro coberto com folha de cobre que, pressionado por uma ponta aguda conectada a um diafragma e a um grande bocal, registrava a voz de qualquer falante, à medida em que este girava o cilindro através de uma manivela. Para ouvir o registro vocal era necessário trocar a ponta aguda por uma agulha que, ao roçar o cobre, reproduzia o som gravado.
<div align="center">
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2008/10/fonografo.jpg"><img class="aligncenter" title="fonografo" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2008/10/fonografo-300x293.jpg" alt="O fonógrafo de Thomas Edison" width="300" height="293" /></a><br />
O fonógrafo de Thomas Edison</div>
<p>No romance “A Eva futura” (1886) do escritor francês Auguste Villiers de l’Isle-Adam, obra cujo protagonista é o próprio Thomas Edison, também conhecido como o “Feiticeiro de Menlo Park”, no romance, como eu dizia, há divagações do cientista sobre a grande utilidade de seu invento, sobre como teria sido melhor se o fonógrafo tivesse sido inventado muitos séculos antes. <span id="more-714"></span>Eis as palavras de Edison: “Como cheguei tarde à Humanidade! murmurava. Por que não fui um dos primeiros homens de nossa espécie! (&#8230;) Todas as palavras importantes do Homem e dos Deuses, através dos tempos, teriam sido assim registradas, de forma indelével, em arquivos sonoros de cobre: de maneira a nunca mais haver, posteriormente, dúvida possível quanto à sua autenticidade.” Observação: não há nenhum registro fonográfico dessas palavras, mas, conhecendo um pouco da biografia do cientista, esse trecho de ficção passa a parecer bastante verossímil.</p>
<p>O conceito do fonógrafo foi se modificando, se complexificando até chegar aos gravadores digitais deste nosso século XXI, gravadores esses que assumem as mais diversas formas, de minúsculos mp3 players a grandes estúdios ligados ao campo musical. Desse modo, a quantidade de arquivos sonoros sofreu um boom espantoso.</p>
<p>Edison lamentava o fonógrafo não ter sido inventado séculos antes de seu nascimento, de modo a propiciar o registro de vozes como as de Virgílio, Jesus Cristo, César e outros figurões da História Universal. Tolo, o Edison. Ele deveria ter criado uma máquina do tempo para atingir seu intento.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2008%2F10%2Fo-tataravo-do-arquivo-sonoro-digital%2F&amp;title=O%20tatarav%C3%B4%20do%20arquivo%20sonoro%20digital" id="wpa2a_4"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Manual de ficção científica</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2008/09/no-mundo-da-ficcao-cientifica/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 19:01:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Capella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ficção científica]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Homo sapiens]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem gente que costuma desprestigiar as histórias de ficção científica por achá-las muito cheias de extrapolações. Quem pensa assim não percebe que é justamente essa a idéia básica desse gênero literário que tem fascinado leitores há aproximadamente três séculos. Oficialmente, a primeira obra de ficção científica é o romance Frankenstein (1816), da inglesa Mary Shelley. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=0d68a16d8e31088d69663f272a476dda&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Tem gente que costuma desprestigiar as histórias de ficção científica por achá-las muito cheias de extrapolações. Quem pensa assim não percebe que é justamente essa a idéia básica desse gênero literário que tem fascinado leitores há aproximadamente três séculos.</p>
<p>Oficialmente, a primeira obra de ficção científica é o romance <em>Frankenstein</em> (1816), da inglesa Mary Shelley. Contudo, extra-oficialmente, há quem afirme que o francês Voltaire, com seu <em>Micrômegas</em> (1752), foi quem alocou a pedra fundamental do gênero. Mas isso são detalhes de pouca relevância, pois sabe-se que na literatura não existe essa coisa de pedras fundamentais, novidades absolutas etc. O que existe é um processo natural de diálogo entre gêneros e estéticas que desembocam em obras com novas facetas, obras que, sob as análises de teóricos da literatura, adquirem rótulos para efeito de melhor organização em estudos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-483 aligncenter" title="O escritor de ficção científica Isaac Asimov" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2008/09/asimov-224x300.jpg" alt="" width="224" height="300" /><br />
O escritor de ficção científica Isaac Asimov</p>
<p><span id="more-482"></span>Voltemo-nos, entretanto, ao trabalho de um autor que dedicou toda sua vida à ficção científica: Isaac Asimov (1920-1992). Russo naturalizado norte-americano, Asimov editou aproximadamente quinhentos livros, entre obras de sua autoria e apresentações de textos de outrem. Além de elaborar narrativas próprias, o autor buscou estabelecer uma teoria crítica sobre a ficção científica. Fê-lo em artigos esparsos que publicava em introduções de livros ou correspondências com amigos e leitores, acabando por reunir tais artigos no volume <em>No mundo da ficção científica</em>, livro de referência sobre o gênero.</p>
<p><em>No mundo da ficção científica</em> foi publicado pela primeira vez no Brasil em 1984, pela editora Francisco Alves, com tradução de Thomas Newlands Neto. A compilação contém textos que abarcam as várias facetas dessa vereda narrativa através de linguagem bastante acessível, em prosa fluida, com o autor utilizando a primeira pessoa no desenvolvimento de cada tópico, escrevendo sem tensões lingüísticas. Trata-se de um verdadeiro manual de ficção científica que viaja por entre os meandros concernentes ao assunto, analisando seus maiores autores, os personagens mais marcantes, os temas mais recorrentes, questões de etimologia e por aí vai.</p>
<p>A partir da leitura de <em>No mundo da ficção científica</em>, passamos a entender o caminho percorrido por esse gênero e o porquê de ele exercer tamanho fascínio em milhões de pessoas.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2008%2F09%2Fno-mundo-da-ficcao-cientifica%2F&amp;title=Manual%20de%20fic%C3%A7%C3%A3o%20cient%C3%ADfica" id="wpa2a_6"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>A leitura nos tempos do e-book</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2008/09/a-leitura-nos-tempos-do-e-book/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 04:39:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Capella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Mesmo Bill Gates, um dos homem mais bem sucedidos no ramo da tecnologia, reconhece algumas limitações da informática. O magnata sempre enfatizou que, antes de computadores, daria livros a seus filhos. A atitude do pai da Microsoft é nobre. Contudo, o conceito de livro está mudando, ou pelo menos o conceito de publicação. Não é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=0d68a16d8e31088d69663f272a476dda&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Mesmo Bill Gates, um dos homem mais bem sucedidos no ramo da tecnologia, reconhece algumas limitações da informática. O magnata sempre enfatizou que, antes de computadores, daria livros a seus filhos. A atitude do pai da Microsoft é nobre. Contudo, o conceito de livro está mudando, ou pelo menos o conceito de publicação.</p>
<p>Não é só nas bibliotecas e livrarias que se encerra o conhecimento. A internet, por meio de seu infinito conteúdo, e através de sites como <a href="http://www.elaleph.com/" target="_blank">El Aleph</a>, <a href="http://www.perseus.tufts.edu/ " target="_blank">Perseus</a>, <a href="http://www.4shared.com/" target="_blank">4shared</a>, o brasileiro <a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp" target="_blank">Domínio Público</a> e muitos outros similares, demonstra as transformações ocorridas na disponibilização de obras literárias ou de todas as outras áreas. Os sites citados acima contêm arquivos com textos digitalizados dos mais variados autores, dos clássicos aos contemporâneos. Antes, esse conteúdo todo só seria passível de consulta em suporte material. O suporte virtual, também conhecido como e-book, é, digamos, semi-material, pois nos põe em contato com o texto através do computador, mas não nos põe o livro nas mãos, a não ser que queiramos imprimir o texto digital.</p>
<p><span id="more-258"></span></p>
<p>Nossa geração passa por um período de transição lento que transformará profundamente o hábito da leitura. Paradoxalmente, a alta velocidade com que se proliferam as informações faz com que também seja aumentada a nossa velocidade de captação dessas informações, ou seja, aos poucos e de modo geral a leitura vai ficando cada vez mais fragmentada. Isso já apresenta reflexos no modo como lemos os diversos textos contidos em revistas, jornais ou internet, e igualmente na produção literária contemporânea, hoje mais sintética, muito mais objetiva do que há tempos atrás. Há, nesse esquema sintético, uma certa concessão para o público, afinal, com exceção de <em>Harry Potter</em>, <em>Senhor dos Anéis</em> e <em>Código Da Vinci</em>, as pessoas estão com cada vez menos fôlego para extensas leituras.</p>
<p>Os livros nunca deixarão de ser publicados, seduzindo os leitores pelo endosso das editoras e autores, pelas formas, cores, portabilidade e permissividade. A tela do computador não nos garante a sensação tátil, visual e olfativa do livro. Por outro lado, ela garante o armazenamento e manuseio asséptico de livros virtuais, além de permitir a localização de trechos ou palavras com rapidez relativamente maior do que no suporte material.</p>
<p>Torna-se, por fim, fundamental que compreendamos o surgimento dos e-books como mais um dos suportes para a leitura, e não como concorrente dos que lhe precederam. Assim como o avanço dos jornais diários no século XIX não decretou o fim dos livros, os e-books também não conseguirão fazê-lo.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2008%2F09%2Fa-leitura-nos-tempos-do-e-book%2F&amp;title=A%20leitura%20nos%20tempos%20do%20e-book" id="wpa2a_8"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Como Funciona: livro recomendado</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 09:06:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Você tem curiosidade em saber como funcionam a memória do computador, a lavadoura de roupas, o ultra-som ou os trens de alta velocidade? Então recomendo que você adquira e leia o livro “Como Funciona” publicado, no Brasil, pela Editora e Gráfica VISOR do Brasil. O livro trata de diversos assuntos, é impresso em papel de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=f4a74c4c68f512fce536ebedcfb9cf52&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Você tem curiosidade em saber como funcionam a memória do computador, a lavadoura de roupas, o ultra-som ou os trens de alta velocidade?<br />
Então recomendo que você adquira e leia o livro “Como Funciona” publicado, no Brasil, pela Editora e Gráfica VISOR do Brasil.</p>
<div align="center">
<div id="attachment_101" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2008/08/comofunciona.jpg"><img class="size-full wp-image-101" title="Como Funciona" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2008/08/comofunciona.jpg" alt="Como Funciona" width="200" height="267" /></a><p class="wp-caption-text">Como Funciona</p></div>
</div>
<p>O livro trata de diversos assuntos, é impresso em papel de qualidade, além de ser ricamente ilustrado.<span id="more-100"></span></p>
<p>Em um de seus capítulos, o livro trata da energia solar, apresentando suas potencialidades e algumas de suas utilizações, como a de um forno solar na França, em que a luz do Sol é direcionada para um enorme refletor curvo formado por 9500 espelhos individuais e que é controlado por computador.</p>
<div align="center">
<div id="attachment_102" class="wp-caption aligncenter" style="width: 295px"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2008/08/fornosolar.jpg"><img class="size-full wp-image-102" title="Forno Solar" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2008/08/fornosolar.jpg" alt="Forno Solar" width="285" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Forno Solar</p></div>
</div>
<p>Este refletor focaliza a energia do Sol para dentro da torre do coletor, onde as temperaturas podem atingir 3800 ºC. Nesta torre existe um material capaz de armazenar uma grande quantidade de calor que depois será utilizada para gerar vapor de água que será utilizado na produção de energia elétrica, à semelhança de uma usina termoelétrica convencional.</p>
<p>O livro está organizado em seções:</p>
<ul>
<li> O ambiente urbano e doméstico</li>
<li> As comunicações e o lazer</li>
<li> Os transportes</li>
<li> Os delitos e a segurança</li>
<li> A medicina e a investigação científica</li>
<li> O espaço</li>
<li> Política, economia e sociedade</li>
</ul>
<p>Se você se interessou, pode adquirir o livro <a title="Livros da Editora Visor (Estante Virtual)" href="http://www.estantevirtual.com.br/mod_perl/busca.cgi?pchave=Visor&amp;section=estante%20**%20Outros%20Assuntos&amp;alvo=editora&amp;inicio=1&amp;orderby=autor%20(A-Z)&amp;groupby=estante&amp;localidade=&amp;estante=&amp;refinar=0&amp;memoria_queries=editora%201v1%20Visor&amp;just_remodeling=1 " target="_blank">aqui</a>.</p>
<div align="right">
<a href="http://rec6.via6.com/link.php?url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2008%2F08%2Fcomo-funciona-livro-recomendado%2F&#038;titulo=Como%20Funciona%3A%20livro%20recomendado"><img src="http://rec6.via6.com/imagens/botao_rec6.gif" border="0"></a>
</div>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2008%2F08%2Fcomo-funciona-livro-recomendado%2F&amp;title=Como%20Funciona%3A%20livro%20recomendado" id="wpa2a_10"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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