<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>TecnoSapiens &#187; Meio-ambiente</title>
	<atom:link href="http://www.tecnosapiens.com.br/category/meio-ambiente/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.tecnosapiens.com.br</link>
	<description>De pedras lascadas a mentes afiadas</description>
	<lastBuildDate>Thu, 08 Sep 2011 17:00:46 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2</generator>
		<item>
		<title>Sustenta o quê?</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2010/08/sustenta-o-que/</link>
		<comments>http://www.tecnosapiens.com.br/2010/08/sustenta-o-que/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 18:19:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tati de Alencar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[sustentável]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tecnosapiens.com.br/?p=2365</guid>
		<description><![CDATA[Sustentabilidade &#8211; quando as pessoas ouvem essa palavra logo lhes ocorre que o assunto é: salvar o meio ambiente. Claro que um dos nichos da sustentabilidade é o ambiental, a preocupação em procurar formas para se economizar energia, diminuir a liberação de metais pesados no meio ambiente, etc. Mas essa palavra vai muito além e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=734160ee712323b2bac6c77ed9426777&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p style="text-align: justify;"><strong>Sustentabilidade</strong> &#8211; quando as pessoas ouvem essa palavra logo lhes ocorre que o assunto é: salvar o meio ambiente. Claro que um dos nichos da sustentabilidade é o ambiental, a preocupação em procurar formas para se economizar energia, diminuir a liberação de metais pesados no meio ambiente, etc. Mas essa palavra vai muito além e está também em um contexto econômico, social e cultural.<br />
Mas algo que deve vir antes de se compreender como a sustentabilidade está relacionada a essas áreas é entender o que significa ser sustentável.</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"><span id="more-2365"></span></div>
<p style="text-align: justify;">Pela definição, sustentável é &#8220;aquilo que pode ser mantido ao longo do tempo&#8221;. Logo, ser sustentável é pensar e agir de forma que torne possível que as coisas sejam mantidas ao longo do tempo. Pensando nessa definição, podemos compreender como tem-se buscado alcançar uma sociedade sustentável.<br />
Apenas para conhecimento, estima-se que 45 milhões de pessoas passam fome no Brasil e esse número sobe para mais de 1 bilhão em todo o mundo. A FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) estima que a produção de alimentos terá que crescer 70% até 2050, ano em que a população mundial poderá estar acrescida de 2,3 bilhões de pessoas. E apesar de 71% da superfície do planeta ser ocupada por água, apenas 0,63% desse total é água doce. São informações como essas que levam as pessoas a pensar em sustentabilidade.<br />
O pioneiro do eco-desenvolvimento, Ignacy Sachs caracterizou cinco categorias interligadas de sustentabilidade, a saber:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><em>Sustentabilidade social</em>: construir uma sociedade (civilização) do ser, em que exista maior equidade na distribuição do ter;</li>
<li><em>Sustentabilidade econômica</em>: assegurar a geração de renda e sua distribuição equitativa (benefícios financeiros a nível macros-social);</li>
<li><em>Sustentabilidade ecológica</em>: respeitar os limites de capacidade de carga dos ecossistemas e agrossistemas; promover a conservação da biodiversidade;</li>
<li><em>Sustentabilidade espacial</em>: voltada para um equilíbrio urbano-rural, com melhor distribuição dos assentamentos humanos, suas atividades econômicas e das áreas de conservação e de proteção;</li>
<li><em>Sustentabilidade cultural</em>: voltada para a manutenção dos valores culturas diferenciados das comunidades humanas.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Podemos incluir nessa lista a <em>sustentabilidade política</em> que “privilegia a negociação da diversidade de interesses envolvidos em questões fundamentais desde o âmbito local ao global”. (Fonte: <a href="http://www.itu.com.br/colunistas/artigo.asp?cod_conteudo=18773" target="_blank">http://www.itu.com.br/colunistas/artigo.asp?cod_conteudo=18773</a>).</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, para que esse papo todo sobre sustentabilidade? Afinal, esse já não é um assunto saturado? Como disse a princípio, as pessoas usam essa palavra para se referir a preservação ambiental e muitos a usam vulgarmente quando na verdade não fazem a menor ideia do que se trata. O que está faltando é a consciência sustentável. Como muitos sabem, está na moda ser uma pessoa ecologicamente correta, muitos sentem-se vangloriados por falarem que economizam água, que fazem coleta seletiva do lixo, etc., como se estivessem desfilando uma roupa nova, usando um novo batom ou exibindo o novo carro. Não estou dizendo que as pessoas devem usar apenas roupas feitas de materias reciclados, devam carregar seus próprios utensílios ao irem em um <em>fast-food</em> ou que devam morar ao ar-livre (não que esses estilos de vida sejam errados, de forma alguma). Mas pensar de forma sustentável está relacionado a pensar no próximo, pensar em que herança queremos deixar para as futuras gerações. Que tipo de planeta nossos tataranetos encontrarão? Encontrarão um mundo sem diferenças socioeconomicas (isso é quase impossível de acontecer, apesar de desejável)?, terão água potável para beber? Terão um pedaço de terra para construir (não me refiro aqui a questão econômica, mas a de realmente existir um pedaço de terra não ocupado)? Que valores terá a sociedade daqui a 100 anos?<br />
Pensar nessas coisas é ter uma consciência sustentável, é ‘pensar de forma que torne possível que as coisas sejam mantidas ao longo do tempo’. Após adquirirmos essa consciência podemos começar a agir, porque estaremos agindo com o propósito correto.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2010/08/marca_planeta.jpeg"><img class="size-full wp-image-2367    aligncenter" title="marca_planeta" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2010/08/marca_planeta.jpeg" alt="" width="276" height="292" /></a></p>
</div>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2010%2F08%2Fsustenta-o-que%2F&amp;title=Sustenta%20o%20qu%C3%AA%3F" id="wpa2a_2"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tecnosapiens.com.br/2010/08/sustenta-o-que/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O biodiesel e sua matéria-prima</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2010/05/o-biodiesel-e-sua-materia-prima/</link>
		<comments>http://www.tecnosapiens.com.br/2010/05/o-biodiesel-e-sua-materia-prima/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 May 2010 02:30:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Weslley</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biocombustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiesel]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia de ponta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tecnosapiens.com.br/?p=2338</guid>
		<description><![CDATA[De uma maneira geral, o biodiesel pode ser produzido a partir de qualquer tipo de óleo vegetal, mas nem todo óleo vegetal pode ou deve ser utilizado como matéria-prima para a produção de biodiesel. Portanto, a viabilidade de cada matéria-prima dependerá de suas respectivas competitividades técnica, econômica e sócio-ambiental, e inclusive importantes aspectos agronômicos, tais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=4b903347bb118f717470fb592a2bdf0d&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p style="text-align: justify;">De uma maneira geral, o biodiesel pode ser produzido a partir de qualquer tipo de óleo vegetal, mas nem todo óleo vegetal pode ou deve ser utilizado como matéria-prima para a produção de biodiesel. Portanto, a viabilidade de cada matéria-prima dependerá de suas respectivas competitividades técnica, econômica e sócio-ambiental, e inclusive importantes aspectos agronômicos, tais como: (a) o teor de óleos vegetais; (b) a produtividade por unidade de área; (c) o equilíbrio agronômico e demais aspectos relacionados com o ciclo de vida da planta; (d) a atenção a diferentes sistemas produtivos; (e) o ciclo da planta (sazonalidade); e (f) sua adaptação territorial, atendendo a diferentes condições edafoclimáticas.</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">
<div><span id="more-2338"></span></div>
<div id="_mcePaste">O óleo de soja é hoje a principal matéria-prima usada na produção de biodiesel. No entanto, há várias outras oleaginosas que poderão ser empregadas para a produção do biodiesel que se encontram em fase de avaliação e desenvolvimento de suas cadeias produtivas. Na região norte, por exemplo, dendê, babaçu e outras palmáceas; na região nordeste, babaçu, mamona, dendê, algodão, pinhão-manso e côco; na região centro-oeste, pinhão-manso, mamona, algodão, girassol, macaúba e gordura animal; na região sul, colza, pinhão-manso, girassol e algodão; e na região sudeste, pinhão-manso, macaúba, mamona, algodão e girassol.</div>
<div id="_mcePaste">Apesar de muitas vantagens na utilização do biodiesel, há dois graves problemas do ponto de vista de produção de óleos vegetais que poderão retardar ou dificultar o uso de derivados de óleos vegetais como combustível. O primeiro problema é em relação à produtividade de óleo das espécies cultivadas. Atualmente, as principais fontes de óleos vegetais para biodiesel são: a soja, mamona, girassol, algodão, amendoim, que produzem cerca de 1 tonelada de óleo por hectare por ano (1 Ton/ha/ano). Portanto, a produtividade desses vegetais não é economicamente e nem energeticamente sustentável e nem suficiente para atender a demanda futura do mercado. O dendê é a única cultura comercial disponível no país, que possui alta produtividade, com potencial de produção de mais de 5 Ton/ha/ano de óleo vegetal e balanço energético acima de 5. Entretanto, o dendê só é cultivado na região amazônica, devido a sua alta demanda hídrica.</div>
<div id="_mcePaste">O segundo problema é relativo à qualidade dos óleos vegetais disponíveis. Os óleos vegetais, citados anteriormente, possuem alta concentração de ácidos graxos poliinsaturados, indesejáveis para a utilização como combustível, devido à baixa estabilidade oxidativa e ao baixo número de cetano. Além disso, esses óleos vegetais induzem um maior depósito de carbono que os óleos com alto teor de ácidos graxos monoinsaturados ou saturados.</div>
<div id="_mcePaste">Por estes motivos, esses óleos não atendem às especificações das normas da ASTM e EN para o uso na produção de biodiesel. Por exemplo, o óleo de mamona possui alta concentração de ácido ricinoléico, cerca de 80%, o que torna o seu biodiesel muito viscoso, podendo levar a um rápido entupimento dos filtros de combustível e dos bicos injetores. As especificações para biodiesel no Brasil são menos restritivas que na Europa, permitindo então a produção do biodiesel com base em diversas matérias-primas. Essa flexibilização das especificações contribui não só para maior competitividade entre matérias-primas, mas também para a diversificação da produção em termos regionais.</div>
</div>
<p>Esse texto foi baseado no trabalho de mestrado de Daniela Toma, desenvolvido juntamente à Embrapa Instrumentação Agropecuária e ao Instituto de Química de São Carlos (USP), com o título &#8220;Análse da qualidade de óleos vegetais em sementes intactas por RMN de baixa resolução&#8221;.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2010%2F05%2Fo-biodiesel-e-sua-materia-prima%2F&amp;title=O%20biodiesel%20e%20sua%20mat%C3%A9ria-prima" id="wpa2a_4"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tecnosapiens.com.br/2010/05/o-biodiesel-e-sua-materia-prima/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A produção de biodiesel</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2010/04/a-producao-de-biodiesel/</link>
		<comments>http://www.tecnosapiens.com.br/2010/04/a-producao-de-biodiesel/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 02:12:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Weslley</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biocombustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiesel]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis alternativos]]></category>
		<category><![CDATA[emissão de gases]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tecnosapiens.com.br/?p=2318</guid>
		<description><![CDATA[O biodiesel, monoalquil-éster de ácidos graxos, é um combustível biodegradável, derivado de fontes renováveis, provenientes de óleo vegetal ou de gordura animal. Pode ser utilizado integralmente ou em variáveis proporções com o diesel, em motores do ciclo a diesel, sem a necessidade de onerosas adaptações. No Brasil, a Lei 11.097/05 define biodiesel como &#8220;biocombustível derivado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=4b903347bb118f717470fb592a2bdf0d&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p style="text-align: justify;">O biodiesel, monoalquil-éster de ácidos graxos, é um combustível biodegradável, derivado de fontes renováveis, provenientes de óleo vegetal ou de gordura animal. Pode ser utilizado integralmente ou em variáveis proporções com o diesel, em motores do ciclo a diesel, sem a necessidade de onerosas adaptações.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, a Lei 11.097/05 define biodiesel como &#8220;biocombustível derivado de biomassa renovável para uso em motores a combustão interna com ignição por compressão ou, conforme regulamento para geração de outro tipo de energia, que possa substituir parcial ou totalmente combustíveis de origem fóssil&#8221; .</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2318"></span></p>
<p style="text-align: justify;">As especificações para biodiesel no Brasil são menos restritivas que na Europa, permitindo produção com base em diversas matérias-primas. Essa flexibilidade das especificações contribuiu não só para maior competitividade entre matérias-primas, mas também para a diversificação da produção em termos regionais.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Há três rotas tecnológicas que estão sendo estudadas para a substituição do óleo diesel por derivados de óleos vegetais:</p>
<ol>
<li>O uso do óleo vegetal <em>in natura</em>;</li>
<li>O craqueamento catalítico ou térmico refere-se ao processo químico provocado pela quebra de moléculas por aquecimento em altas temperaturas, formando uma mistura de compostos químicos com propriedades muito semelhantes às do diesel de petróleo;</li>
<li>A transesterificação, o processo mais utilizado mundialmente, consiste na reação química de triglicerídeos (óleos e gorduras vegetais ou animais) com álcoois (metanol ou etanol), na presença de um catalisador (ácido, básico ou enzimático, sendo os mais utilizados NaOH ou KOH), obtendo a glicerina e o éster (biodiesel).</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A glicerina, subproduto da obtenção de biodiesel, é um produto de alto valor agregado quando utilizado na indústria farmacêutica, de cosméticos e alimentos e bebidas, entre outros. Pode ser utilizada como um combustível de baixa qualidade em caldeiras, em substituição ao óleo combustível. Porém, a sua queima exige controle de emissões de substâncias tóxicas como a acroleína, um poluente altamente tóxico.</p>
<p style="text-align: justify;">A experiência internacional indica uma tendência à adoção da transesterificação com a utilização do metanol (rota metílica). Uma rota alternativa desenvolvida no Brasil utiliza o etanol (rota etílica) na mistura, mas essa tecnologia ainda necessita de aperfeiçoamentos no processo produtivo em escala comercial. As principais diferenças entre essas duas rotas decorrem do fato de que o processo de transesterificação com etanol é mais lento e a separação das fases (glicerina-biodiesel-álcool) é mais complexa. Apesar de o etanol ser abundante no Brasil, renovável e de baixa toxicidade, o seu preço é superior ao do metanol. Esse último, por sua vez, é importado, não-renovável, tem grande toxicidade e menor poder de combustão.</p>
<h6><strong>Este texto foi baseado no trabalho de mestrado de Daniela Toma, desenvolvido juntamente à Embrapa Instrumentação Agropecuária e ao Instituto de Química de São Carlos (USP), com o título &#8220;Análise da qualidade de óleos vegetais em sementes intactas por RMN de baixa resolução&#8221;.</strong></h6>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2010%2F04%2Fa-producao-de-biodiesel%2F&amp;title=A%20produ%C3%A7%C3%A3o%20de%20biodiesel" id="wpa2a_6"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tecnosapiens.com.br/2010/04/a-producao-de-biodiesel/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Panorama do biodiesel</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2010/03/panorama-do-biodiesel/</link>
		<comments>http://www.tecnosapiens.com.br/2010/03/panorama-do-biodiesel/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 23:12:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Weslley</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biocombustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiesel]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis alternativos]]></category>
		<category><![CDATA[emissão de gases]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tecnosapiens.com.br/?p=2310</guid>
		<description><![CDATA[A necessidade crescente de redução da emissão dos gases, responsáveis pelo aquecimento global e consequentemente pelo efeito estufa, juntamente com os altos preços do petróleo, estimularam o desenvolvimento de combustíveis renováveis, que reciclam o gás carbônico atmosférico via fotossíntese. O Protocolo de Kyoto foi desenvolvido durante o fórum ambiental Rio-92 e ratificado em Kyoto, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=4b903347bb118f717470fb592a2bdf0d&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>A necessidade crescente de redução da emissão dos gases, responsáveis pelo aquecimento global e consequentemente pelo efeito estufa, juntamente com os altos preços do petróleo, estimularam o desenvolvimento de combustíveis renováveis, que reciclam o gás carbônico atmosférico via fotossíntese.</p>
<p><span id="more-2310"></span></p>
<p>O Protocolo de Kyoto foi desenvolvido durante o fórum ambiental Rio-92 e ratificado em Kyoto, por mais de 140 países. Segundo esse protocolo, os países desenvolvidos que fazem parte do acordo se comprometem a reduzir até 2012 a emissão de gases de efeito estufa em pelo menos 5 %, de acordo com os níveis de 1990. Os Estados Unidos, o maior emissor de gases de efeito estufa do mundo (cerca de 36 % do total mundial), não ratificaram o acordo. Por isso, os países que ratificaram o protocolo estão buscando mobilizar a comunidade internacional para que promova uma ação conjunta com o objetivo de estabilizar a concentração dos gases causadores do efeito estufa e, assim, limitar a interferência antropogênica sobre o sistema climático global.</p>
<p>Como exemplo, o etanol já demonstrou sua eficiência e consequentemente a liderança mundial do Brasil na produção desse tipo de combustível renovável. Hoje o valor numérico do balanço energético (quantidade de energia produzida no total da energia gasta para a produção) do álcool é maior que oito. Porém, para o diesel, o combustível mais usado no país, principalmente em veículos de transporte de carga e passageiros e máquinas agrícolas, ainda há muita pesquisa e desenvolvimento a serem realizados até que se atinja um patamar tecnológico semelhante ao do álcool.</p>
<p>O biodiesel, ésteres metílicos de ácido graxo (FAME&#8217;s &#8211; <em>Fatty acid methyl esters</em>), obtido de sementes oleaginosas e gorduras, é atualmente considerado adequado para uso como combustível em motores à diesel, pois é ambientalmente seguro, não-tóxico e biodegradável.</p>
<p>O Brasil é o país que reúne o maior número de vantagens comparativas para liderar a agricultura de energia. A primeira vantagem é a perspectiva de incorporação de áreas à agricultura de energia, sem competição com a agricultura de alimentos, e com a minimização de impactos ambientais. O segundo aspecto a considerar é a possibilidade de múltiplos cultivos no decorrer do ano. Por situar-se, predominantemente, na faixa tropical e subtropical do planeta, o Brasil recebe intensa radiação solar ao longo do ano. Em decorrência de sua extensão e localização geográfica, o Brasil apresenta diversidade de clima, biodiversidade e detém um quarto das reservas superficiais de água doce.</p>
<p>Em curto prazo, a principal força propulsora do crescimento da demanda por agroenergia será a pressão social pela substituição de combustíveis fósseis. É considerado que a concentração de CO<sub>2</sub> atmosférico vem aumentando significativamente nos últimos anos, havendo então, a necessidade do controle das fontes emissoras de gases causadores do efeito estufa, como a queima de combustíveis fósseis, o principal responsável pela produção destes gases.</p>
<p>Vários estudos têm demonstrado que a substituição do diesel de petróleo por biodiesel reduziria a quantidade de CO<sub>2</sub> introduzida na atmosfera. A redução não se daria exatamente na proporção de 1:1, pois cada litro de biodiesel libera na atmosfera cerca de 15 % de CO<sub>2</sub> a mais que o diesel convencional. Todavia, diferentemente do combustível fóssil, o CO<sub>2</sub> proveniente do biodiesel é reciclado nas áreas agricultáveis, gerando novamente óleo vegetal para um novo ciclo de produção, proporcionando um balanço equilibrado entre a massa de carbono fixada e a massa presente na atmosfera. Portanto, a redução real no acúmulo de CO<sub>2</sub> na atmosfera será possível somente com a redução do uso de derivados do petróleo.</p>
<p>Para o biodiesel as emissões de monóxido e dióxido de carbono e material particulado são inferiores às do diesel convencional, se considerado o balanço energético, enquanto que os níveis de emissões de gases nitrogenados (NO<sub>x</sub>) são ligeiramente maiores para o biodiesel. Por outro lado, a ausência total de enxofre confere ao biodiesel uma grande vantagem, pois não há qualquer emissão dos gases sulfurados normalmente detectados no escape dos motores movidos a diesel.</p>
<p>A redução do teor de enxofre no diesel reduz a viscosidade do produto a níveis não compatíveis com a sua especificação, tornando-se necessária a incorporação de aditivos com poder lubrificante, como o biodiesel. A adição de biodiesel em níveis de até 5 % (B5) corrigirá esta deficiência viscosimétrica, que confere à mistura propriedades lubrificantes vantajosas para o motor.</p>
<p>O caráter renovável do biodiesel é devido ao fato de que as matérias-primas utilizadas para a sua produção serem oriundas de fontes renováveis, ao contrário dos derivados de petróleo. Uma exceção a essa regra diz respeito à utilização do metanol, derivado de petróleo, como agente transesterificante. Isso significa que a prática adotada no Brasil, isto é, a utilização do etanol, derivado de biomassa, torna o biodiesel um produto verdadeiramente renovável.</p>
<p>O Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB) foi lançado em dezembro de 2004. Depois de elaborado um marco regulatório, o BNDES criou o Programa de Apoio a Investimentos em Biodiesel, quando a mistura de 2 % de biodiesel no diesel ainda era voluntária. Admitia-se que a adição de 2 % de biodiesel não exigiria alterações nos motores movidos a diesel. Além disso, os motores que passarem a utilizar o biodiesel misturado ao diesel nessa proporção terão a garantia de fábrica. Em 13 de janeiro de 2005, foi sancionada a Lei 11.097, que introduziu o biodiesel na matriz energética, permitiu a mistura de 2 % de biodiesel no diesel e estipulou prazo de três anos para a mistura se tornar obrigatória. Em julho de 2008, tornou-se obrigatório o uso de 2 % de biodiesel. Em 2013, oito anos após a promulgação da lei, o percentual obrigatório de mistura será de 5 %.</p>
<h5>Este texto foi baseado no trabalho de mestrado de <strong>Daniela Toma</strong>, desenvolvido juntamente à Embrapa Instrumentação Agropecuária e ao Instituto de Química de São Carlos (USP), com o título &#8220;Análise da qualidade de óleos vegetais em sementes intactas por RMN de baixa resolução&#8221;.</h5>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2010%2F03%2Fpanorama-do-biodiesel%2F&amp;title=Panorama%20do%20biodiesel" id="wpa2a_8"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tecnosapiens.com.br/2010/03/panorama-do-biodiesel/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A hora do planeta e o Google com tela preta</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2010/03/a-hora-do-planeta-e-o-google-com-tela-preta/</link>
		<comments>http://www.tecnosapiens.com.br/2010/03/a-hora-do-planeta-e-o-google-com-tela-preta/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 04:18:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[flashmob]]></category>
		<category><![CDATA[google escuro]]></category>
		<category><![CDATA[google tela preta]]></category>
		<category><![CDATA[hora do planeta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tecnosapiens.com.br/?p=2301</guid>
		<description><![CDATA[Com as mudanças climáticas, e uma propagação intensiva de informações a respeito dos danos ao meio-ambiente, muitas pessoas passaram a ter atitudes ecopráticas. E eu aplaudo. Reduzir tempo no banho, adquirir aparelhos eletrônicos que consumam menos energia elétrica, e por aí vai. As empresas inteligentes utilizaram-se disso pra alavancar suas vendas. Nada mais bonito que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=0c473b1b4ba3d0bd5c2f3a2dcafad533&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Com as mudanças climáticas, e uma propagação intensiva de informações a respeito dos danos ao meio-ambiente, muitas pessoas passaram a ter atitudes ecopráticas. E eu aplaudo. Reduzir tempo no banho, adquirir aparelhos eletrônicos que consumam menos energia elétrica, e por aí vai.</p>
<p>As empresas inteligentes utilizaram-se disso pra alavancar suas vendas. Nada mais bonito que dizer que sua empresa é &#8216;verde&#8217;, que se preocupa com o planeta. Os consumidores empenhados, passam a preferir este ou outro produto, utilizando o fator &#8216;verde&#8217; como um importante critério. Ótimo, os dois lados saem ganhando (um mais que o outro, mas enfim&#8230;).<span id="more-2301"></span></p>
<p>Campanhas aos montes, algumas de maior alcance como esta, chamada de <a href="http://www.horadoplaneta.org.br/index.php">Hora do Planeta</a>. Idealizada pela WWF, a campanha incentiva todos a desligarem as luzes de casa por uma hora hoje, dia 27 de março, às 20:30, como um ato simbólico. O que as pessoas não entendem é o conceito de um ato desses. Não basta apenas desligar uma lâmpada por uma hora e achar que deu sua contribuição, ajudou a salvar o planeta.</p>
<p><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2010/03/Alfredo-Martirena-ecologia3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2307" title="http://2.bp.blogspot.com/_yYgTKqpkHe4/ScgQ-eSGwGI/AAAAAAAAkAs/kq5FMyPlhNM/s400/Alfredo+Martirena-ecologia3.jpg" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2010/03/Alfredo-Martirena-ecologia3-246x300.jpg" alt="" width="246" height="300" /></a></p>
<p>Enquanto discutia a respeito da campanha no Twitter, uma senhorita me apresentou a seguinte informação: &#8220;Sabia que se a página do Google fosse preta ao invés de branca, haveria uma economia de 750 Megawatts-hora por ano?&#8221;. Como essa era notícia velha pra mim, não demorei em rebater com fatos.</p>
<p>Como explicado em seu <a href="http://googleblog.blogspot.com/2007/08/is-black-new-green.html">blog oficial</a>, o Google refuta estes dados. A Microsoft também, haja vista que também disseram que se o Windows tivesse o design escuro, haveria economia. Como <a href="http://blogs.wsj.com/numbersguy/does-a-darkened-google-really-save-electricity-104/">outros dados comprovam</a>, tal economia não acontece em monitores LCD, pelo contrário, o gasto seria inclusive maior para exibir o fundo preto. A suposta economia seria possível em monitores antigos, CRT, que segundo estimativas, são 25% do total em operação.</p>
<p>Não é a toa que na internet os mais ávidos &#8220;ecologistas&#8221; são na verdade chamados de ecochatos. Percebe-se nestes ecochatos um discurso pronto e vazio, o que não contribui em nada com a causa, esta sim, levada a sério por muitas pessoas engajadas.</p>
<p>Então, se você quer mesmo fazer a diferença, desligue a tal lâmpada, mas reveja suas atitudes, e procure educar as pessoas próximas a você. Infelizmente a maioria não fará isso, e a Hora do Planeta não será nada além de um &#8220;belo espetáculo&#8221; ou um flashmob de escala mundial. Fica bonito numa camiseta.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2010%2F03%2Fa-hora-do-planeta-e-o-google-com-tela-preta%2F&amp;title=A%20hora%20do%20planeta%20e%20o%20Google%20com%20tela%20preta" id="wpa2a_10"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tecnosapiens.com.br/2010/03/a-hora-do-planeta-e-o-google-com-tela-preta/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nota rápida: eco4planet um mecanismo de busca ecologicamente correto</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/10/nota-rapida-eco4planet-um-mecanismo-de-busca-ecologicamente-correto/</link>
		<comments>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/10/nota-rapida-eco4planet-um-mecanismo-de-busca-ecologicamente-correto/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 13:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[mecanismos de busca]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tecnosapiens.com.br/?p=1997</guid>
		<description><![CDATA[Buenos dias companheir@s&#8230; Hoje tomei conhecimento de uma boa iniciativa ecológica, o eco4planet. O eco4planet é um mecanismo de busca que utiliza o sistema Google™ Pesquisas Personalizadas, mantendo assim a mundialmente reconhecida capacidade das buscas Google™, com um visual também simples e rápido, porém inovador na utilização predominante da cor preta para gerar economia de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=f4a74c4c68f512fce536ebedcfb9cf52&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Buenos dias companheir@s&#8230;</p>
<p>Hoje tomei conhecimento de uma boa iniciativa ecológica, o eco4planet. O eco4planet é um mecanismo de busca que utiliza o sistema Google™ Pesquisas Personalizadas, mantendo assim a mundialmente reconhecida capacidade das buscas Google™, com um visual também simples e rápido, porém inovador na utilização predominante da cor preta para gerar economia de energia.</p>
<p>Além disso, o eco4planet efetua o plantio de árvores, com base no número de pesquisas feitas no mecanismo. A cada 50 mil pesquisas realizadas no site, uma <a title="Saiba mais sobre o plantio de árvores." href="http://blog.eco4planet.com/2009/08/novidade-a-partir-de-agora-suas-pesquisas-se-transformao-em-arvores-de-verdade/" target="_blank">muda de árvore será plantada</a>. Achou interessante? Clique na imagem abaixo, ou siga este <a title="Visite o site do eco4planet." href="http://www.eco4planet.com" target="_blank">link </a>para acessar o eco4planet.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 296px"><a href="http://www.eco4planet.com"><img title="eco4planet" src="http://img195.imageshack.us/img195/2539/eco4planetgdetr.png" alt="Logotipo do eco4planet" width="286" height="106" /></a><p class="wp-caption-text">Logotipo do eco4planet</p></div>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F10%2Fnota-rapida-eco4planet-um-mecanismo-de-busca-ecologicamente-correto%2F&amp;title=Nota%20r%C3%A1pida%3A%20eco4planet%20um%20mecanismo%20de%20busca%20ecologicamente%20correto" id="wpa2a_12"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/10/nota-rapida-eco4planet-um-mecanismo-de-busca-ecologicamente-correto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Está com calor? Tem dinheiro sobrando?</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/03/esta-com-calor-tem-dinheiro-sobrando/</link>
		<comments>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/03/esta-com-calor-tem-dinheiro-sobrando/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 15:16:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[home-office]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tecnosapiens.com.br/?p=1317</guid>
		<description><![CDATA[É, ultimamente as temperaturas estão bem altas e aqueles que, como eu, não trabalham em ambientes refrigerados por poderosos aparelhos de ar condicionado, sofremos um pouco. E como meu ventilador pifou, a coisa piorou nos últimos dias&#8230; Mas, se você tem um dinheiro sobrando, pode comprar um ar condicionado portátil. Ar condicionado portátil??? Isso existe? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=f4a74c4c68f512fce536ebedcfb9cf52&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>É, ultimamente as temperaturas estão bem altas e aqueles que, como eu, não trabalham em ambientes refrigerados por poderosos aparelhos de ar condicionado, sofremos um pouco.<br />
E como meu ventilador pifou, a coisa piorou nos últimos dias&#8230;</p>
<p>Mas, se você tem um dinheiro sobrando, pode comprar um ar condicionado portátil.</p>
<p>Ar condicionado portátil??? Isso existe?<br />
<span id="more-1317"></span><br />
É, eu também desconhecia a existência desta maravilha, mas ao navegar pelo Submarino em busca de (in)utilidades tecnológicas me deparei com este aparelho de ar condicionado:</p>
<div id="attachment_1318" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/03/1688482_4.jpg"><img class="size-medium wp-image-1318" title="Ar Condicionado Portátil 10.000 btus AG1000 De Longhi" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/03/1688482_4-300x275.jpg" alt="Ar Condicionado Portátil 10.000 btus AG1000 De Longhi" width="300" height="275" /></a><p class="wp-caption-text">Ar Condicionado Portátil 10.000 btus AG1000 De Longhi</p></div>
<p>Este aparelho custa &#8220;apenas&#8221; R$ 1.699,00. Maiores informações, fale diretamente com o <a title="Compre o aparelho de ar condicionado portátil." href="http://www.submarino.com.br/produto/27/1688482/ar+condicionado+portatil+10.000+btus+ag1000+de+longhi" target="_blank">Submarino</a>.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F03%2Festa-com-calor-tem-dinheiro-sobrando%2F&amp;title=Est%C3%A1%20com%20calor%3F%20Tem%20dinheiro%20sobrando%3F" id="wpa2a_14"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/03/esta-com-calor-tem-dinheiro-sobrando/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Planta na blogosfera</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2008/10/planta-na-blogosfera/</link>
		<comments>http://www.tecnosapiens.com.br/2008/10/planta-na-blogosfera/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 17:17:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tecnosapiens.com.br/?p=727</guid>
		<description><![CDATA[Se achou estranho o título do artigo, é porque ainda não viu nada. Há quem diga que japonês não tem o que fazer, justamente por fazer muitas coisas, algumas inclusive muito exóticas. É o caso da planta apelidada de Midori-san, que possui seu próprio blog. Sensores conectados à planta permitem que sinais elétricos emitidos sejam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=0c473b1b4ba3d0bd5c2f3a2dcafad533&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Se achou estranho o título do artigo, é porque ainda não viu nada. Há quem diga que japonês não tem o que fazer, justamente por fazer muitas coisas, algumas inclusive muito exóticas. É o caso da planta apelidada de Midori-san, que possui seu próprio blog. Sensores conectados à planta permitem que sinais elétricos emitidos sejam enviados a um computador, onde um algoritmo transforma estes sinais em palavras. Em seguida, isto é publicado no site, que você pode acessar clicando <a href="http://plant.bowls-cafe.jp/index.php">aqui</a> (o blog está escrito em japonês).</p>
<p>O objetivo deste projeto seria saber mais sobre os sentimentos das plantas, e como elas reagem ao ambiente e suas variações. Se a moda pegar, pesquisadores brasileiros poderiam criar blogs para árvores da Amazônia, daí saberíamos como elas se sentem sendo vítimas do desmatamento. Já pensou a quantidade de palavrões que uma árvore escreveria a respeito de um lenhador?</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL830625-5602,00-COM+AJUDA+DE+SENSORES+PLANTA+ESCREVE+BLOG+NO+JAPAO.html" target="_blank">G1.com.br</a></em></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2008%2F10%2Fplanta-na-blogosfera%2F&amp;title=Planta%20na%20blogosfera" id="wpa2a_16"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tecnosapiens.com.br/2008/10/planta-na-blogosfera/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ciência e Tecnologia: vilãs, heroínas ou algo mais?</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2008/10/ciencia-e-tecnologia-vilas-heroinas-ou-algo-mais/</link>
		<comments>http://www.tecnosapiens.com.br/2008/10/ciencia-e-tecnologia-vilas-heroinas-ou-algo-mais/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 03:01:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Homo sapiens]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[poluição]]></category>
		<category><![CDATA[spectreman]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tecnosapiens.com.br/?p=654</guid>
		<description><![CDATA[É com muito orgulho que trago aos leitores do TecnoSapiens um pequeno texto escrito por mim e pela Sandra Fagionato-Ruffino. Produzimos este texto como um trabalho de uma disciplina que cursamos juntos. Leia e diga o que achou. Ciência e Tecnologia: vilãs, heroínas ou algo mais? Um seriado japonês da década de 70 dizia, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=f4a74c4c68f512fce536ebedcfb9cf52&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>É com muito orgulho que trago aos leitores do TecnoSapiens um pequeno texto escrito por mim e pela <a href="http://lattes.cnpq.br/0937631632950293">Sandra Fagionato-Ruffino</a>. Produzimos este texto como um trabalho de uma disciplina que cursamos juntos. Leia e diga o que achou. <img src='http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<h3 style="text-align: center;">Ciência e Tecnologia: vilãs, heroínas ou algo mais?</h3>
<p>Um seriado japonês da década de 70 dizia, em sua abertura: &#8220;<em>Planeta: Terra. Cidade: Tóquio. Como em todas as metrópoles deste planeta, Tóquio se acha hoje em desvantagem em sua luta contra o maior inimigo do homem: a poluição. E, apesar dos esforços das autoridades de todo o mundo, pode chegar um dia em que a terra, o ar e as águas venham a se tornar letais para toda e qualquer forma de vida. Quem poderá intervir? Spectreman!!!</em>&#8221;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2008/10/spectreman.jpg"><img class="size-medium wp-image-656 aligncenter" title="Spectreman | fonte: http://www.ultraman.com.br/heroioldie/spectremancm/spectreman.jpg" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2008/10/spectreman-194x300.jpg" alt="" width="194" height="300" /></a></p>
<p><span id="more-654"></span><br />
Para reavivar a memória dos mais velhos e esclarecer um pouco as coisas para os mais novos, este seriado conta a história de um andróide alienígena que é enviado para a Terra com a missão de nos proteger de um cientista extra-terrestre &#8211; o malévolo Dr. Gori, e seu ajudante &#8211; o não tão inteligente Karas. O Dr. Gori (uma espécie de homem-macaco), quando chegou ao nosso planeta se assustou com a destruição que os seres humanos estavam provocando em seu ambiente, explorando os recursos naturais e comprometendo o ecossistema em que viviam. Após esta constatação, Dr. Gori resolveu dominar o planeta e transformá-lo em seu paraíso particular.</p>
<p>Para impedí-lo, os Dominantes (uma espécie de ONU interplanetária) enviam o Spectreman. Um fato curioso é que o Dr. Gori utilizava como matéria-prima para a maioria de seus monstros a própria poluição!!!</p>
<p>Esse seriado era ou não era um profeta do nosso tempo?</p>
<p>A ficção da década de 70 está mais atual do que nunca. Precisa apenas de uma melhor contextualização, pois a poluição também entrou na globalização e o mundo não está conectado apenas pela Internet. Hoje a poluição ameaça não apenas Tóquio e as grandes metrópoles do planeta. Até mesmo a pacata e pequena cidade de Borá, &#8211; Estado de São Paulo, está em perigo, pois o efeito estufa está em todos os lugares.</p>
<p>A poluição que ameaçava Tóquio advinha do gigantesco crescimento econômico e industrial pós-guerra do Japão. Crescimento impulsionado, em partes, pela ciência e tecnologia. Esta mesma ciência e tecnologia que hoje nos presenteia, com cada vez mais novidades: celulares, computadores, brinquedos, fogões, fornos, carros (com som, alarme, vidro e trava elétrica, DVD&#8230;) entre outros. Novidades que enchem os olhos, esvaziam os bolsos e distanciam os seres humanos.</p>
<p>A ciência &#8211; que não é candidata a nenhum cargo nestas eleições, vai mais longe, nos prometendo um futuro cada vez melhor: clonagens, alimentos transgênicos, manipulação do código genético, computadores qüânticos e assim vai&#8230;.</p>
<p>Vivemos um momento de êxtase científico e tecnológico em que não conseguimos identificar novos perigos. Mas, talvez o leitor se pergunte: que outros perigos poderiam nos ameaçar?</p>
<p>Os monstros criados pelo Dr. Gori são uma metafóra à ameaça que a poluição representa para a humanidade, ameaça cada vez mais contundente e real. E por falar em monstros, certa vez, li que é preciso cuidar para que a partir da ciência e tecnologia não criemos um monstro, tal qual o de Frankenstein, que se volte contra o criador. E neste sentido te pergunto, amigo leitor será que já não geramos alguns monstros????</p>
<p>Tomemos como exemplo a questão da fertilização in vitro, que de um lado permitiu &#8211; pelo menos aos que podem pagar &#8211; a reversão da impossibilidade de procriação, e por outro lado fez-nos alarmar sobre as conseqüências éticas, sócio-culturais, biológicas e psicológicas: qual o destino dos embriões fecundados e não utilizados para concepção? Jogar no lixo? Utilizar em pesquisas genéticas? Comercializar? Doar para outros casais?</p>
<p>No seriado tínhamos um herói para nos proteger. Será que hoje não precisamos de um novo paladino para nos alertar e proteger dos perigos que nos espreitam nos anos vindouros?</p>
<p>Serão a ciência e a tecnologia nossas heroínas que a cada dia buscam novas formas de reverter a situação na qual nos encontramos, como por exemplo, utilizar nossos próprios resíduos como matéria-prima (reciclagem de resíduos sólidos, reuso da água, uso de biogás)? Ou serão as mensageiras da destruição?</p>
<p><strong>Aquilo que ameaça também pode proteger? Hein, o que você me diz?</strong></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2008%2F10%2Fciencia-e-tecnologia-vilas-heroinas-ou-algo-mais%2F&amp;title=Ci%C3%AAncia%20e%20Tecnologia%3A%20vil%C3%A3s%2C%20hero%C3%ADnas%20ou%20algo%20mais%3F" id="wpa2a_18"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tecnosapiens.com.br/2008/10/ciencia-e-tecnologia-vilas-heroinas-ou-algo-mais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

