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	<title>TecnoSapiens &#187; Produtividade pessoal</title>
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	<description>De pedras lascadas a mentes afiadas</description>
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		<title>Dá para trabalhar no iPad?</title>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2011 17:08:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com a chegada oficial (brevíssima, dado o parco estoque) do iPad 2 nas lojas, muitos perguntam se devem comprar um. Alguns ainda não tem certeza sobre o que fazer com ele. Afinal, um tablet substitui um laptop ou desktop? Em quais tarefas ele se sobressai? Meu primeiro contato com tablets foi a partir do Nokia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=8fea0c25ce5875775cbceee02e0c9792&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><div class="wp-caption alignnone" style="width: 370px"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2011/05/20110527-144643.jpg"><img class="size-full " title="Apps para minha produtividade." src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2011/05/20110527-144643.jpg" alt="" width="360" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Apps para minha produtividade.</p></div>
<p>Com a chegada oficial (brevíssima, dado o parco estoque) do iPad 2 nas lojas, muitos perguntam se devem comprar um. Alguns ainda não tem certeza sobre o que fazer com ele. Afinal, um tablet substitui um laptop ou desktop? Em quais tarefas ele se sobressai?<span id="more-2584"></span></p>
<p>Meu primeiro contato com tablets foi a partir do <a title="O que é o N800?" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Nokia_N800" target="_blank">Nokia N800</a>. Bem diferente do iPad, lembrando mais um smartphone pré-iPhone, tinha uma proposta diferente dos atuais tablets. O N800 é um bom gadget para acessar sites e consultas rápidas, mas acabou não funcionando a contento para o que eu queria: fazer anotações a mão na tela e ler artigos. O principal problema era a tela. Pequena demais, reflexiva demais, lisa demais.</p>
<div id="attachment_2655" class="wp-caption aligncenter" style="width: 424px"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2011/05/nokia_n800.jpg"><img class="size-large wp-image-2655  " title="The Old One" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2011/05/nokia_n800-1024x768.jpg" alt="" width="414" height="310" /></a><p class="wp-caption-text">Telas de toque resistivas e stylus de ponta de plástico não combinam para escrever.</p></div>
<p>Esse problema é resolvido no iPad. Tela suficientemente grande, do tamanho de um caderno de capa dura, como aqueles que você usava no primário, mas um tanto mais pesado. Bateria que dura cerca de 10 horas conectado a Wi-Fi, ou seja, dura um expediente inteiro. Nada de chegar na sala de aula ou biblioteca e ficar procurando por uma tomada. E uma <a title="Mais de 65 mil apps" href="http://www.apple.com/ipad/from-the-app-store/" target="_blank">excelente biblioteca de aplicativos</a>.</p>
<p>Enquanto o consumo de conteúdo (ler documentos, navegar na web, assistir vídeos, jogar) no tablet da Apple é indiscutivelmente confortável e eficiente (a tela apesar de não ser de <em><a title="O que é e-ink?" href="http://en.wikipedia.org/wiki/E-ink" target="_blank">e-ink</a></em> é excelente para ler, exceto se exposta a luz solar), o mesmo não é válido para todas as tarefas de produção. Há limitações devido ao modo como gerenciamento de arquivos e a multitarefa são implementados no iOS e quais as funcionalidades são permitidas nos aplicativos, também chamados de apps. (Por favor, leia como éps, não apepês, afinal é contração de <em>applications</em>.)</p>
<div id="attachment_2656" class="wp-caption aligncenter" style="width: 424px"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2011/05/new_n_old_tablets.jpg"><img class="size-large wp-image-2656  " title="new_n_old_tablets" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2011/05/new_n_old_tablets-1024x768.jpg" alt="The New and the Old" width="414" height="310" /></a><p class="wp-caption-text">iPad, N800, stylus com ponta de borracha eletrocondutiva e teclado bluetooth. Acessórios adquiridos pela graça do Deal Extreme.</p></div>
<p>Ao contrário do que estamos acostumados nos PCs e smartphones, no iOS não há gerenciador de arquivos nativo; eles são manipulados apenas no ambiente dos aplicativos. Apesar disso, há a possibilidade de abrir o arquivo em outro app, mas no entanto isso normalmente gera uma cópia do arquivo no segundo aplicativo, criando assim multiplicidade dos mesmos. A melhor abordagem nesse caso é definir qual a tarefa será feita num arquivo, escolher em qual aplicativo ele será manipulado e só mudar quando terminada a tarefa. Portanto, leva-se um tempo até se acostumar com essa outra forma de manipular arquivos. O lado positivo disso é que torna o seu fluxo de trabalho mais coerente e aumenta o foco na tarefa, algo ótimo para alguém tão dispersivo quanto eu.</p>
<p>Redigir aquele relatório com figuras e gráficos, criar uma planilha complexa (mas não muito) ou escrever aquele código podem ser feitos no iPad com a ajuda dos apps certos, mas não será uma tarefa tão produtiva quanto num PC. Algumas tarefas não são possíveis de serem realizadas sem <em><a title="O que é jailbreak?" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jailbreak_(iPhone_OS)" target="_blank">jailbreak</a></em>, como compilar código-fonte localmente. De fato, a Apple impõe que os aplicativos disponíveis na sua <em>App Store</em> não podem compilar nenhuma linguagem, impedindo assim que eu use-o, por exemplo, o LaTeX para criar PDFs no iPad.</p>
<p>Outras tarefas são mais eficientes ou mais cômodas, como escrever anotações ou fazer apontamentos que necessitem de desenhos a mão-livre. Com o app certo, sua caligrafia será até mais legível (minha vingança contra as aulas de caligrafia no primário, afinal!). Aliás, escrever a mão-livre, usando uma mão para segurá-lo, tal qual a prancheta (que é a tradução de tablet, por sinal), é muito mais eficiente do que segurar um netbook na mão enquanto digita com a outra. E lidar com arquivos digitais é MUITO mais fácil de organizar e consultar do que aquela miríade de papéis jogados numa pasta que você chama de &#8220;Anotações da Tese de Doutorado&#8221;.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2011/05/20110527-1553321.jpg"><img class="size-full   " title="Se alguém achar algum erro nas contas, me avise!" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2011/05/20110527-1553321.jpg" alt="" width="480" height="640" /></a><p class="wp-caption-text">Paper no more!</p></div>
<p>Outro uso interessante pode ser em sala de aula ou apresentações. Usando um adaptador pode ser conectado a um projetor, para apresentar slides, ou servir como lousa digital. No iPad 2 há a função nativa de duplicar a imagem da tela numa TV/projetor usando o adaptador HDMI. No iPad 1 isso <a title="Habilitando mirror no iPad 1" href="http://macmagazine.com.br/2011/04/04/hack-habilita-espelhamento-de-tela-em-ipads-de-primeira-geracao/" target="_blank">também é possível</a>, mas é necessário <em>jailbreak</em>. Mesmo sem o adaptador, o uso do iPad como bloco de anotações para auxiliar numa apresentação ou mesmo para consultar os slides sem dar as costas para a platéia.</p>
<p>Meu veredicto é que um tablet, como o iPad, não é ideal para ser usado para aquelas tarefas em que um PC executa bem, mas justamente naquelas em que o conforto e eficiência neste último não são satisfatórios. Além disso é preciso se acostumar com a diferença no fluxo de trabalho, gerenciando os arquivos dentro dos apps, o que pode trazer benefícios, como o maior foco no trabalho e menor dispersão nas fontes de procastinação.  Leve em conta também a maior duração da bateria, faz muita diferença quando não há tomadas disponíveis ou são escassas.</p>
<p>No próximo artigo trarei uma lista dos aplicativos e acessórios úteis (e baratos!) que tenho usado para melhor aproveitar o iPad.</p>
<p>Em tempo, o Rodrigo Toledo já falou um pouco sobre o uso do iPad como ferramenta de trabalho, suas limitações e vantagens  <a title="Como anda o seu iPad?" href="http://www.rodrigostoledo.com/2011/04/como-anda-o-seu-ipad/" target="_blank">aqui</a>. O Carlos Cardoso do <a href="http://meiobit.com" target="_blank">meiobit.com</a> começou uma série de artigos em que pretende relatar a<a title="iPad como ferramenta de produção" href="http://meiobit.com/85543/ipad-ferramenta-producao/" target="_blank"> experiência de trabalhar apenas no iPad</a>. Recomendo a leitura de ambos artigos.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2011%2F05%2Fda-para-trabalhar-no-ipad%2F&amp;title=D%C3%A1%20para%20trabalhar%20no%20iPad%3F" id="wpa2a_2"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Instalando referências ABNT no Word 2007</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/10/instalando-referencias-abnt-no-word-2007/</link>
		<comments>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/10/instalando-referencias-abnt-no-word-2007/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 20:30:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade pessoal]]></category>
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		<category><![CDATA[word 2007]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá amig@s, tudo na paz? Em um artigo que escrevi em maio, o &#8220;Nota Rápida: Conheça o Mecanismo Online para Referências&#8220;, apresentei um recurso online (e gratuito) que gera referências no formato ABNT. Com certeza, se trata de uma mão na roda mas, no caso de grandes documentos (como teses e dissertações) o gerenciamento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=f4a74c4c68f512fce536ebedcfb9cf52&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Olá amig@s, tudo na paz?</p>
<p>Em um artigo que escrevi em maio, o &#8220;<a title="Leia o artigo." href="http://www.tecnosapiens.com.br/2009/05/nota-rapida-conheca-o-mecanismo-online-para-referencias/" target="_self">Nota Rápida: Conheça o Mecanismo Online para Referências</a>&#8220;, apresentei um recurso online (e gratuito) que gera referências no formato <a title="Visite o site da ABNT." href="http://www.abnt.org.br/" target="_blank">ABNT</a>. Com certeza, se trata de uma mão na roda mas, no caso de grandes documentos (como teses e dissertações) o gerenciamento de referências e citações pode se tornar um problema considerável.</p>
<p>Provavelmente, as pessoas que utilizam o <a title="LaTeX na Wikipédia." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/LaTeX" target="_blank"> <em>LaTeX</em></a> não tem esse tipo de problema, mas aqueles que usam editores de textos como o Word e o OpenOffice podem encontrar problemas e dificuldades para fazer este gerenciamento e, principalmente, para utilizar as normas da ABNT para citações e referências.</p>
<p>No Word 2003, por exemplo, não há nenhum mecanismo nativo que permita o gerenciamento de referências. Entretanto, o Word 2007 possui um gerenciador de referências. O problema é que ele não vem com as normas ABNT de fábrica.</p>
<p><span id="more-1921"></span></p>
<p>Como nem todos conhecem o gerenciador de referências do Word 2007, ele fica localizado na aba References (é que meu Word está em Inglês):</p>
<div id="attachment_1926" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/10/abaReferences.png"><img class="size-large wp-image-1926" title="Aba References" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/10/abaReferences-1024x137.png" alt="Aba References" width="420" height="60" /></a><p class="wp-caption-text">Aba References</p></div>
<p>Vamos nos focar apenas nas funcionalidades relacionadas diretamente com referências e citações:</p>
<div id="attachment_1941" class="wp-caption aligncenter" style="width: 191px"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/10/citacoesReferenciaspng.png"><img class="size-full wp-image-1941" title="Citações e Bibliografia" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/10/citacoesReferenciaspng.png" alt="Citações e Bibliografia" width="181" height="83" /></a><p class="wp-caption-text">Citações e Bibliografia</p></div>
<p>Os estilos disponíveis de referências que vêm de fábrica não incluem o estilo da ABNT:</p>
<div id="attachment_1942" class="wp-caption aligncenter" style="width: 393px"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/10/BibliographyStyle.gif"><img class="size-full wp-image-1942" title="Estilos de referências" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/10/BibliographyStyle.gif" alt="Estilos de referências" width="383" height="248" /></a><p class="wp-caption-text">Estilos de referências</p></div>
<p>Isso torna inútil este recurso para os brasileiros que escrevem textos acadêmicos que exigem obediência às normas ABNT (como monografias, teses, disseratações e artigos científicos). Mas, nem tudo está perdido. Recentemente encontrei uma forma de inserir os estilos da ABNT no banco de estilos de referências do Word 2007.</p>
<p>O procedimento é relativamente simples, vejam:</p>
<h1><em><strong><span style="text-decoration: underline;">1. Faça download do arquivo com as normas ABNT:</span></strong></em></h1>
<p>Siga este <a title="Pacotes com as normas ABNT" href="http://bibword.codeplex.com/Release/ProjectReleases.aspx?ReleaseId=27212" target="_blank">link</a> e faça download do estilo de norma que você deseja. Atualmente existem três estilos disponíveis: a ABNT normal (citações feitas com o sobrenome do(s) autor(es) e bibliografia em ordem alfabética), a ABNT numérica (citações indicadas por números e bibliografia na mesma ordem das citações) e uma ABTN numérica alternativa (se você instalar esta, depois me diga como ela é&#8230;.   <img src='http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' />  ). Se você clicou no link indicado no começo deste parágrafo, verá uma tela com os links para download:</p>
<div id="attachment_1944" class="wp-caption aligncenter" style="width: 464px"><a title="Clique aqui para acessar o site e fazer download dos estilos." href="http://bibword.codeplex.com/Release/ProjectReleases.aspx?ReleaseId=27212" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1944" title="Estilos ABNT disponíveis para download" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/10/ABNTStyles.png" alt="Estilos ABNT disponíveis para download" width="454" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Estilos ABNT disponíveis para download</p></div>
<p>Para fazer o download, você deve clicar no link correspondente ao estilo que deseja instalar e aceitar os termos de uso  (clique em <em>I Agree</em>):</p>
<div id="attachment_1946" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/10/aceitaLicenca.png"><img class="size-medium wp-image-1946" title="Licença de uso do estilo" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/10/aceitaLicenca-300x194.png" alt="Licença de uso do estilo" width="300" height="194" /></a><p class="wp-caption-text">Licença de uso do estilo</p></div>
<p>Salve o arquivo (que tem extensão XSL) no diretório de sua preferência:</p>
<div id="attachment_1947" class="wp-caption aligncenter" style="width: 414px"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/10/download.png"><img class="size-full wp-image-1947" title="Salve o arquivo" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/10/download.png" alt="Salve o arquivo" width="404" height="293" /></a><p class="wp-caption-text">Salve o arquivo</p></div>
<h1><span style="text-decoration: underline;"><em><strong>2. Copie o arquivo para o local correto</strong></em></span></h1>
<p>Depois que você salvou o arquivo do estilo ABNT desejado, só resta copiá-lo para o local em que o Word 2007 armazena seus estilos.</p>
<p>Na maioria das máquinas com o Windows, o local é este (se seu Windows estiver em português, substitua <em><strong>program files</strong></em>, por <em><strong>arquivos de programas</strong></em>):<br />
<strong>%program files%\Microsoft Office\Office12\Bibliography\Style</strong></p>
<p>No caso de máquinas com o MAC e Word 2008, coloque o arquivo em:</p>
<p><strong>/Applications/Microsoft Office 2008/Microsoft Word.app/Contents/Resources/Style/</strong></p>
<p>Pronto. Se você seguiu os passos acima, já tem instalado o seu estilo ABNT:</p>
<div id="attachment_1951" class="wp-caption aligncenter" style="width: 389px"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/10/abntInstalada.png"><img class="size-full wp-image-1951" title="Estilo ABNT instalado" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/10/abntInstalada.png" alt="Estilo ABNT instalado" width="379" height="243" /></a><p class="wp-caption-text">Estilo ABNT instalado</p></div>
<p>Bem, por hoje é só pessoal.  No próximo artigo vou mostrar como utilizar o gerenciador de referências do Word 2007.</p>
<p>Espero que tenham gostado da dica (comentários são sempre bem-vindos).</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F10%2Finstalando-referencias-abnt-no-word-2007%2F&amp;title=Instalando%20refer%C3%AAncias%20ABNT%20no%20Word%202007" id="wpa2a_4"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Notebook ou Desktop+Netbook?</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 00:19:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Algumas considerações sobre como escolher entre um notebook ou um desktop em conjunto com um netbook.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=8fea0c25ce5875775cbceee02e0c9792&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Segundo semestre de 2009, e meu notebook de 3 anos de idade já está pedindo arrego. Não segura metade da capacidade original da bateria, carcaça manchada e desgastada, o processador Pentium M de 1,73 GHz parece não ter mais a responsividade de antes&#8230; enfim, a <a title="A danada" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Obsolesc%C3%AAncia" target="_blank">obsolescência</a> chegou. Mas qual deve ser o substituto desse meu companheiro de muitas horas de procastinação? Um novo notebook ou a dupla formada de um desktop acompanhado de um <a title="Acessibilidade: Netbooks" href="http://www.tecnosapiens.com.br/2009/04/acessibilidade-netbooks/" target="_blank">netbook</a>?</p>
<div id="attachment_1854" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1854" title="EeePC900Comparison" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/09/EeePC900Comparison-300x225.jpg" alt="Comparação entre um netbook Asus EEEPc 900 e um monitor de 22''" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Comparação entre um netbook Asus EEEPc 900 e um monitor de 22&#39;&#39;</p></div>
<p>Um pequeno adendo: ao contrário do que dizem vendedores de grandes lojas de eletrodomésticos, netbooks não são apenas notebooks pequenos. Apesar de utilizarem processadores <a title="Wikipedia (em inglês)" href="http://en.wikipedia.org/wiki/X86" target="_blank">x86</a> (aqueles com processadores <a title="Wikipedia (em inglês)" href="http://en.wikipedia.org/wiki/ARM_processor" target="_blank">ARM</a> são chamados <a title="Wikipedia (em inglês)" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Smartbook" target="_blank">smartbooks</a> e não são compatíveis com a plataforma x86, mas isso é outra história) e portanto compatíveis com os aplicativos e sistemas operacionais para essa plataforma, a performance dos netbooks é suficiente apenas para tarefas básicas como navegação na Internet e edição de textos, portanto eles são indicados para serem o seu computador secundário, não o principal. Para maiores detalhes há este <a title="Acessibilidade: Netbooks" href="http://www.tecnosapiens.com.br/2009/04/acessibilidade-netbooks/" target="_blank">excelente artigo</a> do Weslley detalhando os netbooks.</p>
<p>Na vida de todo Homo Tecno Sapiens, o computador tem grande importância e nesses 3 anos de uso do notebook, como único computador para trabalho e lazer, pude avaliar alguns prós e contras de tal situação. Obviamente o peso dos pontos aqui levantados dependem muito das necessidades e <span style="text-decoration: line-through;">frescuras</span> exigências de conforto individuais. No meu caso, dependo de um bom poder de processamento e mobilidade, mas ambos de modo eventual e quase nunca ambos ao mesmo tempo. Atualmente não tenho nenhuma necessidade de aplicações que fazem forte uso de 3D, logo placas de vídeo com <a title="Wikipedia (em inglês)" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gpu" target="_blank">GPUs</a> dedicadas não são necessárias. Após o clique, levantarei alguns pontos que considerei para fazer minha escolha.<br />
<span id="more-1764"></span><br />
Um bom notebook (Core2Duo 2,0 GHz, 4 GB de RAM, 320 GB HD, considerando que escrevo no terceiro trimestre de 2009) pode suprir essas minhas necessidades, além do benefício colateral de não ter que me preocupar com sincronização de arquivos e ter uma mesa de trabalho mais organizada, com menos fios expostos. Porém, há aspectos que considero negativos no uso dos convencionais notebooks: peso e tamanho de tela. Em princípio, carregar um objeto de 2,5 até 3 kg pode não parecer muito incômodo, mas com o tempo você percebe que não é muito prático e algumas vezes bem cansativo. Há notebooks com telas 13,3&#8221; de até 2 kg que são bem mais confortáveis que os de 15,4&#8221; no quesito mobilidade, no entanto considero o tamanho da tela pequeno demais para trabalhar durante muitas horas. De fato, no caso de um notebook de 13,3&#8221; polegadas, o gasto num monitor externo de 17&#8221;, ou maior, é quase obrigatório para manter um mínimo de conforto para trabalhar por várias horas seguidas. Mesmo telas de 15,4&#8221; podem ser incômodas para quem costuma trabalhar com múltiplos aplicativos.</p>
<p>Para suprir minhas necessidades, no momento que escrevo, um notebook de 13,3&#8221; polegadas pode sair na faixa de R$ 2000,00  e um monitor de 19&#8221; wide screen por volta de R$ 450,00.</p>
<p>Outro cenário seria a compra de um desktop em conjunto com um netbook. À primeira vista, este conjunto pode parecer bem mais caro, mas um bom desktop (Core2Duo 2,53 GHz, 4 GB de RAM, 500 GB de HD, monitor de 21,5&#8221;) pode ser encontrado na faixa de R$ 1500,00 e um bom netbook entre R$ 1000,00 e 1200,00. Ou seja, não muito diferente do preço de um bom notebook com um monitor externo. O netbook, com a massa em torno de 1 kg e tela de até 10&#8221;, cumpre apenas os requisitos de mobilidade, que no meu caso é eventual e não necessito de grande poder de processamento quando mobilidade é exigida. Neste cenário temos uma série de vantagens, como o maior poder de processamento do desktop comparado ao notebook e outras não tão evidentes. Uma delas é o custo da inevitável troca quando a obsolescência chegar novamente. No cenário de um notebook como único computador, o impacto inicial sobre o orçamento é maior, já que a máquina toda deve ser substituída, enquanto no caso do desktop acompanhado do netbook não é preciso trocar ambos simultaneamente. Além disso o desktop torna a tarefa de expansão ou upgrade muito mais fácil que de um notebook, pois pode ser feita de maneira gradual, adicionando mais um HD ou trocando o processador, e manter o monitor de vídeo, por exemplo. Portanto, o impacto da obsolescência sobre o seu orçamento pode ser diluído num tempo maior.</p>
<p>Como ponto negativo, o cenário de uma dupla de desktop mais netbook, tem a questão de sincronização dos arquivos, o pequeno poder de processamento e a pequenez do teclado e tela do netbook. Enquanto o primeiro exige algum trabalho, que é diminuído com uso de serviços como Dropbox ou Ubuntu One, o segundo e terceiro ponto negativo não me afetariam muito dado o uso eventual que exigiria do mesmo. Mas se para você o uso do computador é mais on-the-move, realmente um netbook não é o ideal, já que a falta de performance e conforto serão muito afetadas.</p>
<p>Vejam que não estou considerando aqui cenários em que é necessário obter cada gota de performance da máquina, principalmente em 3D ou <a title="Tudo sobre CUDA no TecnoSapiens" href="http://www.tecnosapiens.com.br/category/programacao/cuda/" target="_blank">CUDA</a>, pois nesse caso não há muita alternativa, o custo/benefício do desktop é matador. E quem necessita de performance em 3D aliado a mobilidade terá que gastar muito dinheiro num Macbook Pro.</p>
<p>No meu caso as vantagens de menor impacto orçamentário inicial na hora da compra e leveza do netbook pesam mais do que as desvantagens de se preocupar com a sincronização de arquivos e o menor conforto e performance do netbook. E você, leitor, quais deste itens (mobilidade, praticidade, conforto, desempenho, possibilidade de upgrade/expansão) é mais importante? O  que mais levaria em consideração para tomar esse tipo de decisão?</p>
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		<title>Nota Rápida: Conheça o Mecanismo Online para Referências</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/05/nota-rapida-conheca-o-mecanismo-online-para-referencias/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 18:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[bibliografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo estudante de graduação ou pós-graduação, em diversos momentos de sua vida terá a árdua tarefa de elaborar um texto &#8220;acadêmico&#8221;. Este texto, com certeza, fará referência a outras obras acadêmicas e, também, a diversas fontes de dados. Até aí tudo bem. A coisa complica mesmo é na hora de fazer a lista de referências [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=f4a74c4c68f512fce536ebedcfb9cf52&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Todo estudante de graduação ou pós-graduação, em diversos momentos de sua vida terá a árdua tarefa de elaborar um texto &#8220;acadêmico&#8221;. Este texto, com certeza, fará referência a outras obras acadêmicas e, também, a diversas fontes de dados.</p>
<p>Até aí tudo bem. A coisa complica mesmo é na hora de fazer a lista de referências em conformidade com a norma <a title="Visite o site da ABNT." href="http://www.abnt.org.br" target="_blank">ABNT</a> NBR 6023. São diversas regras que dependem, principalmente, do tipo de material ao qual você está fazendo referência.</p>
<p>Se você quer diminuir as dores de cabeça no momento de escrever corretamente a referência (conforme a ABNT), conheça o MORE (Mecanismo Online para Referências), que segundo a descrição do site (mantido pela Universidade Federal de Santa Catarina) diz:<span id="more-1630"></span></p>
<blockquote><p><span class="style16">O MORE  é uma ferramenta gratuita e fácil de usar, que produz automaticamente citações no texto e referências no formato ABNT, para quinze (15) tipos de documentos, a partir de formulários próprios, selecionados em um menu principal. Os documentos cobertos pelo mecanismo são os mais usados no meio acadêmico: livros, dicionários, enciclopédias, teses e dissertações, artigos de revistas, artigos de jornais, nos formatos impresso e eletrônico, além dos documentos exclusivos em meio eletrônico: home-page e e-mail.<br />
Além disso o programa automatiza algumas procedimentos tais como: a inversão dos nomes dos autores (sobrenome, prenomes); uso de maiúsculas e minúsculas, grifo no título e pontuação. </span></p></blockquote>
<p>Eu tenho usado bastante e recomendo!!!</p>
<p>Se interessou? Acesse o <a title="Visite o site do MORE" href="http://www.rexlab.ufsc.br:8080/more" target="_blank">MORE</a>.</p>
<p>Conhece outra ferramenta que facilite a geração de referências? Deixe sua dica nos comentários.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F05%2Fnota-rapida-conheca-o-mecanismo-online-para-referencias%2F&amp;title=Nota%20R%C3%A1pida%3A%20Conhe%C3%A7a%20o%20Mecanismo%20Online%20para%20Refer%C3%AAncias" id="wpa2a_6"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>A caixa de entrada do seu Gmail está uma zona? A minha não. Quer saber como? (parte 1)</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/03/a-caixa-de-entrada-do-seu-gmail-esta-uma-zona-a-minha-nao-quer-saber-como-parte-1/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 14:49:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[GTD]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[gmail]]></category>

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		<description><![CDATA[Como quase todos sabem venho tentando implementar o GTD como método de organização das minhas atividades. Ainda não cheguei à faixa preta, mas semana passada recebi a faixa azul!!! Um dos pontos que caiu em meu exame de faixa foi a organização do e-mail. E, sem falsa modéstia, posso dizer que fui muito bem neste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=f4a74c4c68f512fce536ebedcfb9cf52&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Como quase todos sabem venho tentando implementar o <a title="Meus primeiros passos no GTD" href="http://www.tecnosapiens.com.br/2008/11/meus-primeiros-passos-no-gtd/" target="_self">GTD</a> como método de organização das minhas atividades. Ainda não cheguei à faixa preta, mas semana passada recebi a faixa azul!!!</p>
<div id="attachment_1337" class="wp-caption aligncenter" style="width: 292px"><a href="http://wshtf.com/images/blue-belt.jpg"><img class="size-full wp-image-1337" title="Faixa azul." src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/03/blue-belt.jpg" alt="Faixa azul. (obtida em http://wshtf.com/images/blue-belt.jpg)" width="282" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Faixa azul. (imagem extraída de  http://wshtf.com/images/blue-belt.jpg)</p></div>
<p>Um dos pontos que caiu em meu exame de faixa foi a organização do e-mail. E, sem falsa modéstia, posso dizer que fui muito bem neste quesito. Como consegui isso?</p>
<p><span id="more-1336"></span>Primeiramente, tive que acionar os poderes secretos da minha conta do Gmail. Diversos recursos experimentais (e especiais) do Gmail não estão disponíveis a todos os usuários, a menos que eles façam algumas mudanças nas configurações. E a mudança é bem simples, basta que você mude a língua com que o Gmail é exibido para Inglês.</p>
<h3>Passo 1: Colocando o Gmail para falar Inglês</h3>
<p>Para fazer isso, clique no link “Configurações” (canto direito superior da página do Gmail) e na aba “Geral” selecione “English (US)” como a língua na qual o Gmail deverá ser exibido:</p>
<div id="attachment_1338" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/03/selecionandolingua.png"><img class="size-medium wp-image-1338" title="Falando Inglês" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/03/selecionandolingua-300x26.png" alt="Colocando o Gmail para falar Inglês" width="300" height="26" /></a><p class="wp-caption-text">Colocando o Gmail para falar Inglês</p></div>
<p>Feito isso, clique em “Salvar mudanças” lá no fim da página.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">[atualização: 20/03/2009]</span></strong></p>
<p>Para que o ícone do laboratório (labs) fique visível, primeiro deve ser habilitado alguma função do laboratório. Para isso:</p>
<ol>
<li>Clique no link “settings”;</li>
<li>Clique  em “labs”;</li>
<li>Ative alguma função do &#8220;labs&#8221;.</li>
</ol>
<p>Agora sim, o ícone do laboratório secreto irá aparecer.</p>
<p><em>Esta atualização ocorreu graças à observação do Paulo Eduardo de Faria Junior. Valeu Paulo!!!!<br />
</em></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">[fim da atualização]</span></strong></p>
<h3>Passo 2:  Acessando o laboratório secreto</h3>
<p>Se tudo deu certo, a interface do Gmail já estará em Inglês e aparecerá o ícone do laboratório (labs) no canto direito superior:</p>
<div id="attachment_1339" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/03/simbololabs.png"><img class="size-medium wp-image-1339" title="Acessando o laboratório secreto" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/03/simbololabs-300x75.png" alt="Acessando o laboratório secreto" width="300" height="75" /></a><p class="wp-caption-text">Acessando o laboratório secreto</p></div>
<p>Clique no link que está neste ícone.</p>
<h3>Passo 3: Habilitando o &#8220;Multiple Inboxes&#8221;</h3>
<p>Você deve estar vendo uma página que começa dizendo (ou escrevendo? nunca sei): “<em><strong>Gmail Labs: our testing ground for experimental features</strong></em>”.</p>
<p>Procure pelo “Multiple Inboxes” e habilite-o:</p>
<div id="attachment_1340" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/03/multiplemails.png"><img class="size-medium wp-image-1340" title="Multiple Inboxes" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/03/multiplemails-300x45.png" alt="Habilitando o Multiple Inboxes" width="300" height="45" /></a><p class="wp-caption-text">Habilitando o Multiple Inboxes</p></div>
<p>Vá até o fim da página e clique em “Save Changes”.</p>
<h3>Passo 4: Configurando o &#8220;Multiple Inboxes&#8221;</h3>
<p>Agora falta configurar o &#8220;Multiple Inboxes”. Para isso, clique no link &#8220;Multiple inboxes&#8221;, que está ao lado do link “Themes”:</p>
<div id="attachment_1341" class="wp-caption aligncenter" style="width: 217px"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/03/linkmultiplemails.png"><img class="size-full wp-image-1341" title="Link do Multiple Inboxes" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/03/linkmultiplemails.png" alt="Link do Multiple Inboxes" width="207" height="59" /></a><p class="wp-caption-text">Link do Multiple Inboxes</p></div>
<p><span style="color: #3366ff;"><em>Obs.: Se você não está vendo este link, certifique-se de ter habilitado o “Multiple Inboxes” e clique em “Settings”, no canto direito e superior da tela.</em></span></p>
<p>Após clicar no link “Multiple inboxes” uma página de configuração será exibida:</p>
<div id="attachment_1342" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/03/configmultiplemails.png"><img class="size-medium wp-image-1342" title="Configurando o Multiple Inboxes" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/03/configmultiplemails-300x170.png" alt="Configurando o Multiple Inboxes" width="300" height="170" /></a><p class="wp-caption-text">Configurando o Multiple Inboxes</p></div>
<p>Na figura acima estão as minhas configurações atuais. Cada um dos “Pane” corresponde a uma nova caixa de entrada que será exibida na página inicial do Gmail. Veja:</p>
<div id="attachment_1343" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/03/paginainicial.png"><img class="size-medium wp-image-1343" title="Olha só que beleza. Tudo organizado!!!" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/03/paginainicial-300x102.png" alt="Olha só que beleza. Tudo organizado!!!" width="300" height="102" /></a><p class="wp-caption-text">Olha só que beleza. Tudo organizado!!!</p></div>
<p>Cada um destes painéis (panes) corresponde a uma área que congrega diversos projetos (ações que demandam mais de um passo para serem executadas). A única exceção é o painel “Aguardando retorno”, que agrupa os e-mails que enviei e que, ao menos por enquanto, estou aguardando um retorno.</p>
<p>Se você desejar seguir o meu exemplo, pense um pouco antes de configurar o Multiple Inboxes. Liste quais são as áreas “agrupadoras” de tarefas e projetos que você tem e só depois configure o Multiple Inboxes. Mas, não se preocupe muito se depois você tiver que fazer alguns ajustes, a vida é assim mesmo.</p>
<p>Os campos dos painéis do Multiple Inboxes funcionam de maneira similar à pesquisa do Gmail. Lá você vai colocar uma expressão de busca (pesquisa) e os e-mails encontrados aparecerão na caixa de entrada (inbox) correspondente. No meu caso, as expressões de buscas são “label:nome do label”, por exemplo: “label:Aguardando Retorno”.</p>
<p>Se você também for utilizar os labels (rótulos) para controlar sua caixa de entrada, então além de configurar o Multiple Inboxes, você também precisa configurar ou criar os labels de gerenciamento (vou assumir que você sabe como criar os labels, mas se não souber, escreva um comentário, que eu te explico).</p>
<p>Bem, a primeira parte do nosso tutorial já chegou ao fim. A próxima parte do tutorial vai mostrar como eu faço para controlar meus e-mails e conseguir um pouco de paz, usando algumas técnicas de GTD, é claro!!</p>
<p>Inté mais&#8230;</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F03%2Fa-caixa-de-entrada-do-seu-gmail-esta-uma-zona-a-minha-nao-quer-saber-como-parte-1%2F&amp;title=A%20caixa%20de%20entrada%20do%20seu%20Gmail%20est%C3%A1%20uma%20zona%3F%20A%20minha%20n%C3%A3o.%20Quer%20saber%20como%3F%20%28parte%201%29" id="wpa2a_8"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Backups on-line (ou como não facilitar a vida de Murphy)</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/02/backups-on-line-ou-como-nao-facilitar-a-vida-de-murphy/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 19:07:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Backup]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>

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		<description><![CDATA[Num artigo anterior detalhei algumas opções de backup locais e neste artigo indicarei algumas formas de guardar uma cópia de segurança on-line da sua vida digital. Como todos sabem (ou deveriam saber) a Lei de Murphy é uma lei natural, assim como as Leis de Newton e da Termodinâmica. De fato ela deveria ser a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=8fea0c25ce5875775cbceee02e0c9792&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Num <a title="Backups locais" href="http://www.tecnosapiens.com.br/2009/01/backup-freak/" target="_blank">artigo anterior</a> detalhei algumas opções de backup locais e neste artigo indicarei algumas formas de guardar uma cópia de segurança <em>on-line</em> da sua vida digital.</p>
<p>Como todos sabem (ou deveriam saber) a Lei de Murphy é uma lei natural, assim como as Leis de Newton e da Termodinâmica. De fato ela deveria ser a Lei -1ª da Termodinâmica. Dito isso é fácil perceber que as cópias locais dos seus arquivos podem ser alvo de uma série de infortúnios como assaltos e furtos à vossa residência, enchentes, incêndios e a maior das calamidades, flagelo dos deuses: crionças!</p>
<p><span id="more-1166"></span></p>
<p>Há vários serviços on-line que podem lhe ajudar a manter seus arquivos longe destes desastres, mas só guardar arquivos não é suficiente. Você perceberá que na medida em que você edita/cria arquivos fica complicado manter a sincronia, principalmente se trabalha em vários computadores. Mas se quer realmente só <span style="text-decoration: line-through;">atulhar em algum lugar</span> guardar arquivos on-line use o <a title="Complemento para o Firefox" href="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/1593" target="_blank">GSpace</a> em conjunto com o GMail ou o <a title="Um dos componentes da plataforma Windows Live" href="http://skydrive.live.com" target="_blank">Skydrive</a>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1196" title="folder-remote" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/02/folder-remote.png" alt="folder-remote" width="128" height="128" /></p>
<p>Eu iria me concentrar em falar do <a title="Não é só armazenamento" href="http://www.box.net" target="_blank">Box.net</a> mas li um artigo do <a href="http://blog.ogmaciel.com/?p=524" target="_blank">Og Maciel</a> falando sobre o <a href="https://www.getdropbox.com/" target="_blank">Dropbox</a>. Esse serviço era exatamente o que eu procurava. O Box.net é legal e tal (1GB de armazenamento com possibilidade da acessar os arquivos como uma pasta de rede via WebDav, WebApps para manipular os arquivos), mas o Dropbox é configure e esqueça: ele cuida de realizar a sincronização dos arquivos por você! E já falei que ele é multiplataforma? Com 2GB de armazenamento na versão grátis (por 9,99 Obamas/mês ou 99 Obamas/ano você tem direito a 50 GB de armazenamento), o Dropbox no Linux integra-se ao Nautilus (e ao Windows Explorer do Windows ou Finder do OS X) de forma transparente através de uma pasta na sua Home, pasta essa acessível inclusive via Terminal. Assim, um link simbólico criado dentro dessa pasta do Dropbox será na verdade uma cópia do arquivo de verdade e caso esse arquivo seja editado a cópia será atualizada automagicamente. E com controle de versões! Simples, não? Agora imagine a facilidade de se trabalhar em vários computadores com os arquivos mais importantes sempre sincornizados? Para aqueles que estiverem interessados em mais funcionalidades do Dropbox aconselho darem uma olhada na <a href="http://wiki.getdropbox.com/" target="_blank">wiki</a> do serviço.</p>
<p>Espero que essa dica poupem-lhes várias dores de cabeça. <img src='http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F02%2Fbackups-on-line-ou-como-nao-facilitar-a-vida-de-murphy%2F&amp;title=Backups%20on-line%20%28ou%20como%20n%C3%A3o%20facilitar%20a%20vida%20de%20Murphy%29" id="wpa2a_10"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Nota rápida: pesquisando o conteúdo de diversos arquivos (linux)</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/01/nota-rapida-pesquisando-o-conteudo-de-diversos-arquivos-linux/</link>
		<comments>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/01/nota-rapida-pesquisando-o-conteudo-de-diversos-arquivos-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 12:04:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade pessoal]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá pessoal bom dia. Hoje aprendi uma &#8220;coisinha&#8221; nova no Linux e resolvi compartilhar (para quem não sabe, só agora estou me aventurando no Linux). É uma dica simples, mas pode te ajudar. Sem mais delongas, vamos ao que interessa&#8230; Hoje precisei encontrar todos os arquivos que tivessem em seu conteúdo o texto &#8220;enteresses&#8221;. Como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=f4a74c4c68f512fce536ebedcfb9cf52&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Olá pessoal bom dia.</p>
<p>Hoje aprendi uma &#8220;coisinha&#8221; nova no Linux e resolvi compartilhar (para quem não sabe, só agora estou me aventurando no Linux). É uma dica simples, mas pode te ajudar.</p>
<p>Sem mais delongas, vamos ao que interessa&#8230;</p>
<p>Hoje precisei encontrar todos os arquivos que tivessem em seu conteúdo o texto &#8220;enteresses&#8221;. Como não sabia como fazer isto (no Linux), fiz uma breve pesquisa que me indicou o comando <strong>grep</strong> como a solução de meus problemas. Este comando procura uma determinada expressão nos arquivos especificados e quando encontra um arquivo que possui a expressão procurada, retorna (na tela) o nome do arquivo e a linha em que a expressão foi encontrada (este é o retorno padrão, mas pode ser alterado pelas opções).</p>
<p>No meu caso usei:</p>
<blockquote><p>grep -i -R &#8220;enteresses&#8221; *.php</p></blockquote>
<p>Explicando&#8230;</p>
<p>A opção <strong>-i</strong> informa ao <strong>grep</strong> que ele deve ignorar as diferenças entre caixas altas e baixas, isto é, expressões como &#8220;EnTeReSSes&#8221; ou &#8220;ENTERESSES&#8221; também seriam consideradas. A opção <strong>-R</strong> informa que o <strong>grep</strong> deve fazer uma busca recursiva no diretório atual e em todos os seus subdiretórios. Entre aspas (&#8220;enteresses&#8221;) escrevo a expressão que deve ser pesquisa. Após a expressão que será pesquisada, indico quais arquivos devem ser analisados (no meu caso, apenas os arquivos com extensão <strong>.php</strong>.</p>
<p>Fui&#8230;</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F01%2Fnota-rapida-pesquisando-o-conteudo-de-diversos-arquivos-linux%2F&amp;title=Nota%20r%C3%A1pida%3A%20pesquisando%20o%20conte%C3%BAdo%20de%20diversos%20arquivos%20%28linux%29" id="wpa2a_12"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Backup, freak!</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/01/backup-freak/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 01:42:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Backup]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu tenho uma confissão a fazer. Provavelmente, mesmo aqueles que me conhecem há muito tempo talvez não saibam&#8230; Pausa para você pensar em uma perversão. Pronto? Bem, eu só queria dizer que sou compulsivo por backups. Agora você pode sentir-se culpado por ter pensado aquelas coisas sobre mim. Como já disse anteriormente, passo praticamente todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=8fea0c25ce5875775cbceee02e0c9792&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Eu tenho uma confissão a fazer. Provavelmente, mesmo aqueles que me conhecem há muito tempo talvez não saibam&#8230; Pausa para você pensar em uma perversão. Pronto? Bem, eu só queria dizer que sou compulsivo por backups. Agora você pode sentir-se culpado por ter pensado aquelas coisas sobre mim. <img src='http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Como já disse <a title="Meu primeiro artigo no Tecnosapiens!" href="http://www.tecnosapiens.com.br/2009/01/um-carneiro-no-meu-caminho/" target="_blank">anteriormente</a>, passo praticamente todo meu <span style="text-decoration: line-through;">tempo procrastinando</span> trabalhando no <a href="http://www.ubuntu.com/" target="_blank">Ubuntu</a>. A manutenção do sistema é muito mais simples se comparado a um sistema Windows: nada de atualizar antivírus, antispyware, escanear os arquivos à procura de pragas, limpar registro e afins. Basta realizar os updates na medida que eles aparecem e&#8230; os backups! Não se esqueça dos backups!</p>
<div id="attachment_1032" class="wp-caption aligncenter" style="width: 250px"><img class="size-medium wp-image-1032" title="Eu não tenho backups!" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/01/homer_the_scream-240x300.jpg" alt="Ele não faz backups!" width="240" height="300" /><p class="wp-caption-text">Ele não faz backups!</p></div>
<p><span id="more-990"></span></p>
<p>Mesmo sendo um sistema bastante estável, o Ubuntu e nenhum outro sistema operacional é a prova de falhas de hardware, catástrofes e usuários-que-acham-que-sabem-o-que-estão-fazendo-mas-na-verdade-são-umas-bestas-manuseando-teclados. Entre as prováveis causas, que podem-lhe fazer bater a cabeça na parede e se perguntar &#8220;por que eu não tenho um maldito backup&#8221;, a mais comum é o famoso HD queimado. Ou dependendo do seu parentesco com os equinos, dar um comando rm -rf * dentro do diretório errado.</p>
<p>Para prevenir-se dos casos de catástrofes ambientais, roubos em residências e congêneres é recomendável ter backups on-line, mas isso fica para outro artigo. E caso você seja acometido pela Lei de Murphy e perca tanto os backups locais quanto os on-line, sugiro que fale com o <a href="http://www.tecnosapiens.com.br/sobre-o-tecnosapiens-e-seus-autores/" target="_blank">Claudinei</a>, ele conhece uma mandinga porreta para você benzer-se.</p>
<p>Como diria o <a title="Famoso inglês do século XIX" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jack_the_Ripper" target="_blank">filósofo inglês</a>, vamos por partes. Primeiro, qual mídia utilizar para guardar backups? Esqueçam CD/DVD/Bluray. Apesar do baixo custo por GB, o tempo para gravar uma mídia e a vida útil da mesma, cerca de 1 ano em condições realistas,  não as tornam candidatas ideais. Creio eu que a melhor solução de backup para uso doméstico, em termos de confiabilidade e custo/GB,  são discos rígidos, <a title="Also know As" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Aka" target="_blank">AKA</a> HD, externos,  de preferência conectados a interfaces de rápida transferência como <a title="External SATA" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Esata#External_SATA" target="_blank">eSATA</a>, <a title="IEEE 1394 para os íntimos" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Firewire">FireWire</a>, <a title="Só se você estiver no futuro." href="http://en.wikipedia.org/wiki/Usb_3.0" target="_blank">USB 3.0</a> ou no mínimo <a title="Esse daqui a pouco já na dá conta do recado." href="http://en.wikipedia.org/wiki/USB_2.0#USB_2.0" target="_blank">USB 2.0</a>. Desejo o uso de USB 1.1 ou 1.0 só para masoquistas e desafetos.</p>
<p>Sabendo onde guardar seus preciosos dados a questão é: &#8220;Onde eu guardo a minha coleção de músicas <span style="text-decoration: line-through;">baixadas ilegalmente</span> copiadas dos meus CD&#8217;s&#8221;. Bem, pesquisei algumas soluções para o Ubuntu e encontrei o <a title="Nojento! Tchan!" href="https://wiki.ubuntu.com/TimeVault" target="_blank">Time Vault</a>. Ô programinha da usabilidade ruim! Não entendi a maneira como os backups são feitos, não parece copiar pastas recursivamente ou seguir links simbólicos. Se estas características existem, não funcionaram comigo.</p>
<p>No momento estou testando outra solução disponível para o Ubuntu, o <a title="Para instalar o sbackup no Ubuntu, clique sobre este link" href="apt://sbackup" target="_blank">sbackup</a> e, como diz a loira que foi jogada do alto de um prédio, até agora está tudo ok. Interface simples, fácil de configurar e restaurar os backups. Se algo sair errado eu atualizo aqui.</p>
<div id="attachment_1035" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a title="Página do Projeto Simple Backup Suite" href="http://sbackup.wiki.sourceforge.net/" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-1035" title="Tela de configuração do sbackup" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/01/screenshot_propriedades-do-backup-300x174.png" alt="Simple Backup Suite" width="300" height="174" /></a><p class="wp-caption-text">Simple Backup Suite</p></div>
<p>No entanto a ferramenta em que eu mais confio é um pequeno bash script, para lá de simplório, que realiza apenas um cp -ur (cópia dos arquivos mais recentemente modificados, de forma recursiva) das pastas que eu quero. É simples e tem funcionado comigo, já que atualmente trabalho em um único computador.  Se tivesse que manter cópias atualizadas de mais de um computador as coisas poderiam complicar: gravar os arquivos de um computador para o HD externo, do HD externo para o outro computador&#8230; isso sempre que editar ou salvar alguma coisa. Eu iria aprontar uma confusão dos diabos.  }:-)</p>
<p>Em outra oportunidade falarei das possibilidades de backups on-line usando serviços gratuitos como o <a title="Parte dos serviços Windows Live" href="http://skydrive.live.com" target="_blank">Skydrive</a> e o <a title="Uma caixa on-line" href="http://box.net" target="_blank">Box.net</a>. Esse último com a possibilidade de montar sua pasta como uma pasta de rede. Mas como disse, isso é outra história&#8230;</p>
<p>P.S.: Sugestões de formas de backups locais, especialmente aplicativos no Ubuntu são bem-vindas (com ou sem hífen? ).</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F01%2Fbackup-freak%2F&amp;title=Backup%2C%20freak%21" id="wpa2a_14"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>GTD: o contexto</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2008/12/gtd-o-contexto/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 15:19:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtividade pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência]]></category>
		<category><![CDATA[GTD]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>

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		<description><![CDATA[No meu artigo anterior comecei a falar um pouco sobre o GTD e a minha tentativa de utilizar o método no meu dia-a-dia. Já se passou quase um mês e já percebi que não é tão fácil obter um alto percentual de implementação do GTD. E adivinhe qual é o principal obstáculo que estou enfrentando: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=f4a74c4c68f512fce536ebedcfb9cf52&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>No meu <a title="Meus primeiros passos no GTD" href="http://www.tecnosapiens.com.br/2008/11/meus-primeiros-passos-no-gtd/" target="_self">artigo anterior</a> comecei a falar um pouco sobre o GTD e a minha tentativa de utilizar o método no meu dia-a-dia. Já se passou quase um mês e já percebi que não é tão fácil obter um alto percentual de implementação do GTD. E adivinhe qual é o principal obstáculo que estou enfrentando: a falta de uma rotina (sistemática) para execução das tarefas associadas aos projetos que tenho. Mas, não vou falar dessa minha dificuldade e sim de um outro conceito muito, muito importante: o contexto.</p>
<p>O contexto é um conceito intimamente relacionado com as ações que devem ser executadas. No GTD, cada ação a ser executada deve ser o mais simples e atômico (no sentido de necessitar de apenas um passo para a sua execução) possível. Essa forma de tratar as ações é, no mínimo, interessante e produtiva, pois mesmo que em um determinado projeto você realize poucas ações por dia, você perceberá que o seu projeto está caminhando e poderá ficar mais tranqüilo e menos estressado.</p>
<p><span id="more-919"></span>Uma ação pode necessitar de alguma condição especial para ser executada tal como: um computador com acesso a Internet, a presença de determinada pessoa (seu superior, seu orientador de mestrado/doutorado), você estar em casa, ou algo do gênero. É justamente a estas condições especiais que o contexto se refere.</p>
<p>Por exemplo, se eu tenho uma pendência a realizar, chamada “atualizar o currículo Lattes (<a title="Lattes" href="http://lattes.cnpq.br/" target="_blank">http://lattes.cnpq.br/</a>)”. Essa pendência foi armazenada em minha caixa de entrada e, ao processar a entrada, verifiquei que não é uma ação de um único passo e, portanto, a enquadro como um projeto.</p>
<p>Neste projeto (atualizar o currículo Lattes) existem diversas ações, tais como:</p>
<ul>
<li> Reunir os comprovantes de eventos</li>
<li> Reunir os dados dos artigos publicados em periódicos</li>
<li> Acessar o currículo Lattes</li>
<li> Incluir os dados referentes a participações em eventos</li>
<li> Incluir os dados referentes a publicações de artigos</li>
</ul>
<p>O contexto de cada uma destas ações é:</p>
<ul>
<li> Reunir os comprovantes de eventos =&gt; escritório</li>
<li> Reunir os dados dos artigos publicados em periódicos =&gt; escritório</li>
<li> Acessar o currículo Lattes =&gt; computador com acesso à Internet</li>
<li> Incluir os dados referentes a participações em eventos =&gt; computador com acesso à Internet</li>
<li> Incluir os dados referentes a publicações de artigos =&gt; computador com acesso à Internet</li>
</ul>
<p>Uma outra ação que posso ter na minha lista de próximas ações poderia ser: “fazer a transferência bancária do valor referente à inscrição no XVIII SNEF (Simpósio Nacional de Ensino de Física)”, que teria como contexto “computador com acesso à Internet”.</p>
<p>E qual a vantagem de se usar o contexto, ao invés de uma lista simples de próximas ações a serem executadas (sem contexto). A principal vantagem é que, quando você for processar a sua lista de próximas ações, não precisará rever todas as ações para verificar quais podem ser executadas no contexto no qual você se encontra. Assim, quando estiver em um computador com acesso à Internet, já posso ir executando as ações que precisam deste contexto para serem executadas.</p>
<p>No GTDês (língua do GTD), o contexto é representado pelo arroba (@), seguido pela descrição do contexto. Dessa forma, nos exemplos anteriores, os contextos seriam representados dessa forma: @computador com acesso à Internet e @escritório.</p>
<p>Devido ao potencial que o contexto tem no aumento da produtividade no processamento da lista de próximas ações é recomendável que você organize suas ações de acordo com o contexto, agrupando-as.</p>
<p>Bem, é isso.<br />
Até o próximo.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2008%2F12%2Fgtd-o-contexto%2F&amp;title=GTD%3A%20o%20contexto" id="wpa2a_16"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Gmail e produtividade</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2008/12/gmail-e-produtividade/</link>
		<comments>http://www.tecnosapiens.com.br/2008/12/gmail-e-produtividade/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 17:52:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[GTD]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Nosso amigo Rodrigo escreveu há alguns dias aqui no TecnoSapiens a respeito de GTD (Getting Things Done), compartilhando conosco algumas dicas e um relato sobre sua recente experiência com o assunto. Em meio às minhas leituras aleatórias em blogs pelo mundo afora, tive conhecimento de um novo recurso que o Google está disponibilizando no Gmail: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=0c473b1b4ba3d0bd5c2f3a2dcafad533&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Nosso amigo <a title="Meus primeiros passos no GTD" href="http://www.tecnosapiens.com.br/2008/11/meus-primeiros-passos-no-gtd/">Rodrigo escreveu há alguns dias aqui no TecnoSapiens a respeito de GTD</a> (Getting Things Done), compartilhando conosco algumas dicas e um relato sobre sua recente experiência com o assunto. Em meio às minhas leituras aleatórias em blogs pelo mundo afora, tive conhecimento de um novo recurso que o Google está disponibilizando no Gmail: um organizador de tarefas.</p>
<p>A ferramenta é como mostra a figura abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2008/12/tasks.jpg"><img class="size-full wp-image-903 aligncenter" title="tasks" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2008/12/tasks.jpg" alt="" width="181" height="310" /></a></p>
<p>De forma dinâmica e simples, o usuário poderá anotar rapidamente tarefas que precisa realizar. Dá até para converter um e-mail recebido em tarefa.</p>
<p>A ferramenta ainda não está disponível em todas as contas do Gmail, mas logo estará. Para quem passa quase todo o dia com o e-mail aberto (assim como eu), esse novo recurso pode ser um aliado em nome da produtividade.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://gmailblog.blogspot.com/2008/12/new-in-labs-tasks.html" target="_blank">http://gmailblog.blogspot.com/2008/12/new-in-labs-tasks.html</a></em></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2008%2F12%2Fgmail-e-produtividade%2F&amp;title=Gmail%20e%20produtividade" id="wpa2a_18"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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