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	<title>TecnoSapiens</title>
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	<description>De pedras lascadas a mentes afiadas</description>
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		<title>Sustenta o quê?</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 18:19:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tati de Alencar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Sustentabilidade &#8211; quando as pessoas ouvem essa palavra logo lhes ocorre que o assunto é: salvar o meio ambiente. Claro que um dos nichos da sustentabilidade é o ambiental, a preocupação em procurar formas para se economizar energia, diminuir a liberação de metais pesados no meio ambiente, etc. Mas essa palavra vai muito além e [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=734160ee712323b2bac6c77ed9426777&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/>
<p style="text-align: left;"><strong>Sustentabilidade</strong> &#8211; quando as pessoas ouvem essa palavra logo lhes ocorre que o assunto é: salvar o meio ambiente. Claro que um dos nichos da sustentabilidade é o ambiental, a preocupação em procurar formas para se economizar energia, diminuir a liberação de metais pesados no meio ambiente, etc. Mas essa palavra vai muito além e está também em um contexto econômico, social e cultural.<br />
Mas algo que deve vir antes de se compreender como a sustentabilidade está relacionada a essas áreas é entender o que significa ser sustentável.</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">
<div><span id="more-2365"></span></div>
<p style="text-align: left;">Pela definição, sustentável é &#8220;aquilo que pode ser mantido ao longo do tempo&#8221;. Logo, ser sustentável é pensar e agir de forma que torne possível que as coisas sejam mantidas ao longo do tempo. Pensando nessa definição, podemos compreender como tem-se buscado alcançar uma sociedade sustentável.<br />
Apenas para conhecimento, estima-se que 45 milhões de pessoas passam fome no Brasil e esse número sobe para mais de 1 bilhão em todo o mundo. A FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) estima que a produção de alimentos terá que crescer 70% até 2050, ano em que a população mundial poderá estar acrescida de 2,3 bilhões de pessoas. E apesar de 71% da superfície do planeta ser ocupada por água, apenas 0,63% desse total é água doce. São informações como essas que levam as pessoas a pensar em sustentabilidade.<br />
O pioneiro do eco-desenvolvimento, Ignacy Sachs caracterizou cinco categorias interligadas de sustentabilidade, a saber:</p>
<ul>
<li><em>Sustentabilidade social</em>: construir uma sociedade (civilização) do ser, em que exista maior equidade na distribuição do ter;</li>
<li><em>Sustentabilidade econômica</em>: assegurar a geração de renda e sua distribuição equitativa (benefícios financeiros a nível macros-social);</li>
<li><em>Sustentabilidade ecológica</em>: respeitar os limites de capacidade de carga dos ecossistemas e agrossistemas; promover a conservação da biodiversidade;</li>
<li><em>Sustentabilidade espacial</em>: voltada para um equilíbrio urbano-rural, com melhor distribuição dos assentamentos humanos, suas atividades econômicas e das áreas de conservação e de proteção;</li>
<li><em>Sustentabilidade cultural</em>: voltada para a manutenção dos valores culturas diferenciados das comunidades humanas.</li>
</ul>
<p style="text-align: left;">Podemos incluir nessa lista a <em>sustentabilidade política</em> que “privilegia a negociação da diversidade de interesses envolvidos em questões fundamentais desde o âmbito local ao global”. (Fonte: <a href="http://www.itu.com.br/colunistas/artigo.asp?cod_conteudo=18773" target="_blank">http://www.itu.com.br/colunistas/artigo.asp?cod_conteudo=18773</a>).</p>
<p style="text-align: left;">Mas, para que esse papo todo sobre sustentabilidade? Afinal, esse já não é um assunto saturado? Como disse a princípio, as pessoas usam essa palavra para se referir a preservação ambiental e muitos a usam vulgarmente quando na verdade não fazem a menor ideia do que se trata. O que está faltando é a consciência sustentável. Como muitos sabem, está na moda ser uma pessoa ecologicamente correta, muitos sentem-se vangloriados por falarem que economizam água, que fazem coleta seletiva do lixo, etc., como se estivessem desfilando uma roupa nova, usando um novo batom ou exibindo o novo carro. Não estou dizendo que as pessoas devem usar apenas roupas feitas de materias reciclados, devam carregar seus próprios utensílios ao irem em um <em>fast-food</em> ou que devam morar ao ar-livre (não que esses estilos de vida sejam errados, de forma alguma). Mas pensar de forma sustentável está relacionado a pensar no próximo, pensar em que herança queremos deixar para as futuras gerações. Que tipo de planeta nossos tataranetos encontrarão? Encontrarão um mundo sem diferenças socioeconomicas (isso é quase impossível de acontecer, apesar de desejável)?, terão água potável para beber? Terão um pedaço de terra para construir (não me refiro aqui a questão econômica, mas a de realmente existir um pedaço de terra não ocupado)? Que valores terá a sociedade daqui a 100 anos?<br />
Pensar nessas coisas é ter uma consciência sustentável, é ‘pensar de forma que torne possível que as coisas sejam mantidas ao longo do tempo’. Após adquirirmos essa consciência podemos começar a agir, porque estaremos agindo com o propósito correto.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2010/08/marca_planeta.jpeg"><img class="size-full wp-image-2367    aligncenter" title="marca_planeta" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2010/08/marca_planeta.jpeg" alt="" width="276" height="292" /></a></p>
</div>

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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Jantar nas alturas</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 05:17:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tati de Alencar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Dinner in the sky]]></category>
		<category><![CDATA[Jantar nas alturas]]></category>

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		<description><![CDATA[Imaginem uma estrutura pesando 9 toneladas erguida por um guindaste a mais de 50 metros do chão. O que está acontecendo lá em cima? Vinte e duas pessoas estão participando de um nada típico jantar, o Jantar nas alturas. Medo? Criado na Bélgica e com o nome original de &#8220;Dinner in the sky&#8221;, a atração [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=734160ee712323b2bac6c77ed9426777&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/>
<p>Imaginem uma estrutura pesando 9 toneladas erguida por um guindaste a mais de 50 metros do chão. O que está acontecendo lá em cima? Vinte e duas pessoas estão participando de um nada típico jantar, o Jantar nas alturas. Medo?</p>
<p><a href="http://www.dinnerinthesky.com/img/events/samsung5.jpg"><img class="alignleft" src="http://www.dinnerinthesky.com/img/events/samsung5.jpg" alt="" width="309" height="231" /></a></p>
<p>Criado na Bélgica e com o nome original de &#8220;Dinner in the sky&#8221;, a atração já fez sucesso em mais de 30 países e agora está no Brasil. Aliás, a primeira edição do evento aconteceu por aqui no final de 2009 e nesse momento a estrutura está montada no Píer Mauá (RJ).</p>
<p>Os pratos são preparados por chefs renomados e são compostos por:<br />
- Uma entrada fria<br />
- Uma entrada quente<br />
- Prato principal<br />
- Sobremesa</p>
<p>Mas convenhamos, quem liga para o que será servido? O que faz valer  esses R$ 600,00 gastos é a sensação de estar jantando literalmente nas  alturas (podia ser até miojo rs).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.dinnerinthesky.com/img/events/amiens_finance04.jpg"><img class="aligncenter" src="http://www.dinnerinthesky.com/img/events/amiens_finance04.jpg" alt="" width="475" height="316" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.dinnerinthesky.com/img/events/amiens_finance04.jpg"></a>Agora, imaginem o pessoal que trabalha servindo o jantar? Enquanto as 22 pessoas estão sentadas em seguras cadeiras (que giram a 180° e são inclináveis) com cintos de segurança, as demais pessoas ficam andando pelo &#8220;restaurante&#8221;. Aceitaria um emprego desse?</p>
<p style="text-align: left;">Algumas fotos do lounge, da estrutura e do evento podem ser vistas aqui: <a href="http://www.dinnerinthesky.com.br/brastemp/fotos.htm" target="_blank">http://www.dinnerinthesky.com.br/brastemp/fotos.htm</a>.</p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>

<p>Leia também:<ol><li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/01/nota-rapida-corrigir-conexao-do-pidgin-na-rede-msn/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Nota Rápida: Corrigir conexão do Pidgin na rede MSN'>Nota Rápida: Corrigir conexão do Pidgin na rede MSN</a></li>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>O biodiesel e sua matéria-prima</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2010/05/o-biodiesel-e-sua-materia-prima/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 02:30:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Weslley</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biocombustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiesel]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[De uma maneira geral, o biodiesel pode ser produzido a partir de qualquer tipo de óleo vegetal, mas nem todo óleo vegetal pode ou deve ser utilizado como matéria-prima para a produção de biodiesel. Portanto, a viabilidade de cada matéria-prima dependerá de suas respectivas competitividades técnica, econômica e sócio-ambiental, e inclusive importantes aspectos agronômicos, tais [...]


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<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/03/panorama-do-biodiesel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Panorama do biodiesel'>Panorama do biodiesel</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/10/intel-core-i7-mobile-extreme/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Intel Core i7 Mobile Extreme'>Intel Core i7 Mobile Extreme</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=4b903347bb118f717470fb592a2bdf0d&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/>
<p style="text-align: justify;">De uma maneira geral, o biodiesel pode ser produzido a partir de qualquer tipo de óleo vegetal, mas nem todo óleo vegetal pode ou deve ser utilizado como matéria-prima para a produção de biodiesel. Portanto, a viabilidade de cada matéria-prima dependerá de suas respectivas competitividades técnica, econômica e sócio-ambiental, e inclusive importantes aspectos agronômicos, tais como: (a) o teor de óleos vegetais; (b) a produtividade por unidade de área; (c) o equilíbrio agronômico e demais aspectos relacionados com o ciclo de vida da planta; (d) a atenção a diferentes sistemas produtivos; (e) o ciclo da planta (sazonalidade); e (f) sua adaptação territorial, atendendo a diferentes condições edafoclimáticas.</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">
<div><span id="more-2338"></span></div>
<div id="_mcePaste">O óleo de soja é hoje a principal matéria-prima usada na produção de biodiesel. No entanto, há várias outras oleaginosas que poderão ser empregadas para a produção do biodiesel que se encontram em fase de avaliação e desenvolvimento de suas cadeias produtivas. Na região norte, por exemplo, dendê, babaçu e outras palmáceas; na região nordeste, babaçu, mamona, dendê, algodão, pinhão-manso e côco; na região centro-oeste, pinhão-manso, mamona, algodão, girassol, macaúba e gordura animal; na região sul, colza, pinhão-manso, girassol e algodão; e na região sudeste, pinhão-manso, macaúba, mamona, algodão e girassol.</div>
<div id="_mcePaste">Apesar de muitas vantagens na utilização do biodiesel, há dois graves problemas do ponto de vista de produção de óleos vegetais que poderão retardar ou dificultar o uso de derivados de óleos vegetais como combustível. O primeiro problema é em relação à produtividade de óleo das espécies cultivadas. Atualmente, as principais fontes de óleos vegetais para biodiesel são: a soja, mamona, girassol, algodão, amendoim, que produzem cerca de 1 tonelada de óleo por hectare por ano (1 Ton/ha/ano). Portanto, a produtividade desses vegetais não é economicamente e nem energeticamente sustentável e nem suficiente para atender a demanda futura do mercado. O dendê é a única cultura comercial disponível no país, que possui alta produtividade, com potencial de produção de mais de 5 Ton/ha/ano de óleo vegetal e balanço energético acima de 5. Entretanto, o dendê só é cultivado na região amazônica, devido a sua alta demanda hídrica.</div>
<div id="_mcePaste">O segundo problema é relativo à qualidade dos óleos vegetais disponíveis. Os óleos vegetais, citados anteriormente, possuem alta concentração de ácidos graxos poliinsaturados, indesejáveis para a utilização como combustível, devido à baixa estabilidade oxidativa e ao baixo número de cetano. Além disso, esses óleos vegetais induzem um maior depósito de carbono que os óleos com alto teor de ácidos graxos monoinsaturados ou saturados.</div>
<div id="_mcePaste">Por estes motivos, esses óleos não atendem às especificações das normas da ASTM e EN para o uso na produção de biodiesel. Por exemplo, o óleo de mamona possui alta concentração de ácido ricinoléico, cerca de 80%, o que torna o seu biodiesel muito viscoso, podendo levar a um rápido entupimento dos filtros de combustível e dos bicos injetores. As especificações para biodiesel no Brasil são menos restritivas que na Europa, permitindo então a produção do biodiesel com base em diversas matérias-primas. Essa flexibilização das especificações contribui não só para maior competitividade entre matérias-primas, mas também para a diversificação da produção em termos regionais.</div>
</div>
<p>Esse texto foi baseado no trabalho de mestrado de Daniela Toma, desenvolvido juntamente à Embrapa Instrumentação Agropecuária e ao Instituto de Química de São Carlos (USP), com o título &#8220;Análse da qualidade de óleos vegetais em sementes intactas por RMN de baixa resolução&#8221;.</p>

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<p>Leia também:<ol><li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/04/a-producao-de-biodiesel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A produção de biodiesel'>A produção de biodiesel</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/03/panorama-do-biodiesel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Panorama do biodiesel'>Panorama do biodiesel</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/10/intel-core-i7-mobile-extreme/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Intel Core i7 Mobile Extreme'>Intel Core i7 Mobile Extreme</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>TecnoSapiens de cara nova!</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2010/04/tecnosapiens-de-cara-nova/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 01:59:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoal, o TecnoSapiens passou por um procedimento cirúrgico, na esperança de alcançar o modelo estético mais adequado para vocês, caros leitores. Exatamente por isso mesmo este artigo é aberto às sugestões de vocês! Se ninguém gostar, a gente volta ao layout antigo. Queremos também criar nossa &#8216;logomarca&#8217;. Alguma ideia? Fiquem ligados, teremos muitas novidades em [...]


Leia também:<ol><li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/02/envie-seu-material-para-o-tecnosapiens/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Envie seu material para o TecnoSapiens'>Envie seu material para o TecnoSapiens</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2008/08/simulacao-computacional-produto-do-desenvolvimento-tecnologico/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Simulação Computacional: Produto do Desenvolvimento Tecnológico'>Simulação Computacional: Produto do Desenvolvimento Tecnológico</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/11/novidades-no-ts/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Novidades no TS'>Novidades no TS</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=0c473b1b4ba3d0bd5c2f3a2dcafad533&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/>
<p>Pessoal, o TecnoSapiens passou por um procedimento cirúrgico, na esperança de alcançar o modelo estético mais adequado para vocês, caros leitores.</p>
<p>Exatamente por isso mesmo este artigo é aberto às sugestões de vocês! Se ninguém gostar, a gente volta ao layout antigo.</p>
<p>Queremos também criar nossa &#8216;logomarca&#8217;. Alguma ideia?</p>
<p>Fiquem ligados, teremos muitas novidades em breve!</p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>

<p>Leia também:<ol><li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/02/envie-seu-material-para-o-tecnosapiens/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Envie seu material para o TecnoSapiens'>Envie seu material para o TecnoSapiens</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2008/08/simulacao-computacional-produto-do-desenvolvimento-tecnologico/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Simulação Computacional: Produto do Desenvolvimento Tecnológico'>Simulação Computacional: Produto do Desenvolvimento Tecnológico</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/11/novidades-no-ts/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Novidades no TS'>Novidades no TS</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>A produção de biodiesel</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2010/04/a-producao-de-biodiesel/</link>
		<comments>http://www.tecnosapiens.com.br/2010/04/a-producao-de-biodiesel/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 02:12:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Weslley</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biocombustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiesel]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis alternativos]]></category>
		<category><![CDATA[emissão de gases]]></category>

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		<description><![CDATA[O biodiesel, monoalquil-éster de ácidos graxos, é um combustível biodegradável, derivado de fontes renováveis, provenientes de óleo vegetal ou de gordura animal. Pode ser utilizado integralmente ou em variáveis proporções com o diesel, em motores do ciclo a diesel, sem a necessidade de onerosas adaptações. No Brasil, a Lei 11.097/05 define biodiesel como &#8220;biocombustível derivado [...]


Leia também:<ol><li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/03/panorama-do-biodiesel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Panorama do biodiesel'>Panorama do biodiesel</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/05/o-biodiesel-e-sua-materia-prima/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O biodiesel e sua matéria-prima'>O biodiesel e sua matéria-prima</a></li>
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<p style="text-align: justify;">O biodiesel, monoalquil-éster de ácidos graxos, é um combustível biodegradável, derivado de fontes renováveis, provenientes de óleo vegetal ou de gordura animal. Pode ser utilizado integralmente ou em variáveis proporções com o diesel, em motores do ciclo a diesel, sem a necessidade de onerosas adaptações.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, a Lei 11.097/05 define biodiesel como &#8220;biocombustível derivado de biomassa renovável para uso em motores a combustão interna com ignição por compressão ou, conforme regulamento para geração de outro tipo de energia, que possa substituir parcial ou totalmente combustíveis de origem fóssil&#8221; .</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2318"></span></p>
<p style="text-align: justify;">As especificações para biodiesel no Brasil são menos restritivas que na Europa, permitindo produção com base em diversas matérias-primas. Essa flexibilidade das especificações contribuiu não só para maior competitividade entre matérias-primas, mas também para a diversificação da produção em termos regionais.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Há três rotas tecnológicas que estão sendo estudadas para a substituição do óleo diesel por derivados de óleos vegetais:</p>
<ol>
<li>O uso do óleo vegetal <em>in natura</em>;</li>
<li>O craqueamento catalítico ou térmico refere-se ao processo químico provocado pela quebra de moléculas por aquecimento em altas temperaturas, formando uma mistura de compostos químicos com propriedades muito semelhantes às do diesel de petróleo;</li>
<li>A transesterificação, o processo mais utilizado mundialmente, consiste na reação química de triglicerídeos (óleos e gorduras vegetais ou animais) com álcoois (metanol ou etanol), na presença de um catalisador (ácido, básico ou enzimático, sendo os mais utilizados NaOH ou KOH), obtendo a glicerina e o éster (biodiesel).</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A glicerina, subproduto da obtenção de biodiesel, é um produto de alto valor agregado quando utilizado na indústria farmacêutica, de cosméticos e alimentos e bebidas, entre outros. Pode ser utilizada como um combustível de baixa qualidade em caldeiras, em substituição ao óleo combustível. Porém, a sua queima exige controle de emissões de substâncias tóxicas como a acroleína, um poluente altamente tóxico.</p>
<p style="text-align: justify;">A experiência internacional indica uma tendência à adoção da transesterificação com a utilização do metanol (rota metílica). Uma rota alternativa desenvolvida no Brasil utiliza o etanol (rota etílica) na mistura, mas essa tecnologia ainda necessita de aperfeiçoamentos no processo produtivo em escala comercial. As principais diferenças entre essas duas rotas decorrem do fato de que o processo de transesterificação com etanol é mais lento e a separação das fases (glicerina-biodiesel-álcool) é mais complexa. Apesar de o etanol ser abundante no Brasil, renovável e de baixa toxicidade, o seu preço é superior ao do metanol. Esse último, por sua vez, é importado, não-renovável, tem grande toxicidade e menor poder de combustão.</p>
<h6><strong>Este texto foi baseado no trabalho de mestrado de Daniela Toma, desenvolvido juntamente à Embrapa Instrumentação Agropecuária e ao Instituto de Química de São Carlos (USP), com o título &#8220;Análise da qualidade de óleos vegetais em sementes intactas por RMN de baixa resolução&#8221;.</strong></h6>

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<p>Leia também:<ol><li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/03/panorama-do-biodiesel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Panorama do biodiesel'>Panorama do biodiesel</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/05/o-biodiesel-e-sua-materia-prima/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O biodiesel e sua matéria-prima'>O biodiesel e sua matéria-prima</a></li>
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		<title>Panorama do biodiesel</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 23:12:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Weslley</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biocombustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiesel]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis alternativos]]></category>
		<category><![CDATA[emissão de gases]]></category>

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		<description><![CDATA[A necessidade crescente de redução da emissão dos gases, responsáveis pelo aquecimento global e consequentemente pelo efeito estufa, juntamente com os altos preços do petróleo, estimularam o desenvolvimento de combustíveis renováveis, que reciclam o gás carbônico atmosférico via fotossíntese. O Protocolo de Kyoto foi desenvolvido durante o fórum ambiental Rio-92 e ratificado em Kyoto, por [...]


Leia também:<ol><li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/04/a-producao-de-biodiesel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A produção de biodiesel'>A produção de biodiesel</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/05/o-biodiesel-e-sua-materia-prima/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O biodiesel e sua matéria-prima'>O biodiesel e sua matéria-prima</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/03/profissao-fisico/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Profissão: Físico!'>Profissão: Físico!</a></li>
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<p>A necessidade crescente de redução da emissão dos gases, responsáveis pelo aquecimento global e consequentemente pelo efeito estufa, juntamente com os altos preços do petróleo, estimularam o desenvolvimento de combustíveis renováveis, que reciclam o gás carbônico atmosférico via fotossíntese.</p>
<p><span id="more-2310"></span></p>
<p>O Protocolo de Kyoto foi desenvolvido durante o fórum ambiental Rio-92 e ratificado em Kyoto, por mais de 140 países. Segundo esse protocolo, os países desenvolvidos que fazem parte do acordo se comprometem a reduzir até 2012 a emissão de gases de efeito estufa em pelo menos 5 %, de acordo com os níveis de 1990. Os Estados Unidos, o maior emissor de gases de efeito estufa do mundo (cerca de 36 % do total mundial), não ratificaram o acordo. Por isso, os países que ratificaram o protocolo estão buscando mobilizar a comunidade internacional para que promova uma ação conjunta com o objetivo de estabilizar a concentração dos gases causadores do efeito estufa e, assim, limitar a interferência antropogênica sobre o sistema climático global.</p>
<p>Como exemplo, o etanol já demonstrou sua eficiência e consequentemente a liderança mundial do Brasil na produção desse tipo de combustível renovável. Hoje o valor numérico do balanço energético (quantidade de energia produzida no total da energia gasta para a produção) do álcool é maior que oito. Porém, para o diesel, o combustível mais usado no país, principalmente em veículos de transporte de carga e passageiros e máquinas agrícolas, ainda há muita pesquisa e desenvolvimento a serem realizados até que se atinja um patamar tecnológico semelhante ao do álcool.</p>
<p>O biodiesel, ésteres metílicos de ácido graxo (FAME&#8217;s &#8211; <em>Fatty acid methyl esters</em>), obtido de sementes oleaginosas e gorduras, é atualmente considerado adequado para uso como combustível em motores à diesel, pois é ambientalmente seguro, não-tóxico e biodegradável.</p>
<p>O Brasil é o país que reúne o maior número de vantagens comparativas para liderar a agricultura de energia. A primeira vantagem é a perspectiva de incorporação de áreas à agricultura de energia, sem competição com a agricultura de alimentos, e com a minimização de impactos ambientais. O segundo aspecto a considerar é a possibilidade de múltiplos cultivos no decorrer do ano. Por situar-se, predominantemente, na faixa tropical e subtropical do planeta, o Brasil recebe intensa radiação solar ao longo do ano. Em decorrência de sua extensão e localização geográfica, o Brasil apresenta diversidade de clima, biodiversidade e detém um quarto das reservas superficiais de água doce.</p>
<p>Em curto prazo, a principal força propulsora do crescimento da demanda por agroenergia será a pressão social pela substituição de combustíveis fósseis. É considerado que a concentração de CO<sub>2</sub> atmosférico vem aumentando significativamente nos últimos anos, havendo então, a necessidade do controle das fontes emissoras de gases causadores do efeito estufa, como a queima de combustíveis fósseis, o principal responsável pela produção destes gases.</p>
<p>Vários estudos têm demonstrado que a substituição do diesel de petróleo por biodiesel reduziria a quantidade de CO<sub>2</sub> introduzida na atmosfera. A redução não se daria exatamente na proporção de 1:1, pois cada litro de biodiesel libera na atmosfera cerca de 15 % de CO<sub>2</sub> a mais que o diesel convencional. Todavia, diferentemente do combustível fóssil, o CO<sub>2</sub> proveniente do biodiesel é reciclado nas áreas agricultáveis, gerando novamente óleo vegetal para um novo ciclo de produção, proporcionando um balanço equilibrado entre a massa de carbono fixada e a massa presente na atmosfera. Portanto, a redução real no acúmulo de CO<sub>2</sub> na atmosfera será possível somente com a redução do uso de derivados do petróleo.</p>
<p>Para o biodiesel as emissões de monóxido e dióxido de carbono e material particulado são inferiores às do diesel convencional, se considerado o balanço energético, enquanto que os níveis de emissões de gases nitrogenados (NO<sub>x</sub>) são ligeiramente maiores para o biodiesel. Por outro lado, a ausência total de enxofre confere ao biodiesel uma grande vantagem, pois não há qualquer emissão dos gases sulfurados normalmente detectados no escape dos motores movidos a diesel.</p>
<p>A redução do teor de enxofre no diesel reduz a viscosidade do produto a níveis não compatíveis com a sua especificação, tornando-se necessária a incorporação de aditivos com poder lubrificante, como o biodiesel. A adição de biodiesel em níveis de até 5 % (B5) corrigirá esta deficiência viscosimétrica, que confere à mistura propriedades lubrificantes vantajosas para o motor.</p>
<p>O caráter renovável do biodiesel é devido ao fato de que as matérias-primas utilizadas para a sua produção serem oriundas de fontes renováveis, ao contrário dos derivados de petróleo. Uma exceção a essa regra diz respeito à utilização do metanol, derivado de petróleo, como agente transesterificante. Isso significa que a prática adotada no Brasil, isto é, a utilização do etanol, derivado de biomassa, torna o biodiesel um produto verdadeiramente renovável.</p>
<p>O Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB) foi lançado em dezembro de 2004. Depois de elaborado um marco regulatório, o BNDES criou o Programa de Apoio a Investimentos em Biodiesel, quando a mistura de 2 % de biodiesel no diesel ainda era voluntária. Admitia-se que a adição de 2 % de biodiesel não exigiria alterações nos motores movidos a diesel. Além disso, os motores que passarem a utilizar o biodiesel misturado ao diesel nessa proporção terão a garantia de fábrica. Em 13 de janeiro de 2005, foi sancionada a Lei 11.097, que introduziu o biodiesel na matriz energética, permitiu a mistura de 2 % de biodiesel no diesel e estipulou prazo de três anos para a mistura se tornar obrigatória. Em julho de 2008, tornou-se obrigatório o uso de 2 % de biodiesel. Em 2013, oito anos após a promulgação da lei, o percentual obrigatório de mistura será de 5 %.</p>
<h5>Este texto foi baseado no trabalho de mestrado de <strong>Daniela Toma</strong>, desenvolvido juntamente à Embrapa Instrumentação Agropecuária e ao Instituto de Química de São Carlos (USP), com o título &#8220;Análise da qualidade de óleos vegetais em sementes intactas por RMN de baixa resolução&#8221;.</h5>

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<p>Leia também:<ol><li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/04/a-producao-de-biodiesel/' rel='bookmark' title='Permanent Link: A produção de biodiesel'>A produção de biodiesel</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/05/o-biodiesel-e-sua-materia-prima/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O biodiesel e sua matéria-prima'>O biodiesel e sua matéria-prima</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/03/profissao-fisico/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Profissão: Físico!'>Profissão: Físico!</a></li>
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		<title>A hora do planeta e o Google com tela preta</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 04:18:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Carvalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>
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		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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		<category><![CDATA[google tela preta]]></category>
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		<description><![CDATA[Com as mudanças climáticas, e uma propagação intensiva de informações a respeito dos danos ao meio-ambiente, muitas pessoas passaram a ter atitudes ecopráticas. E eu aplaudo. Reduzir tempo no banho, adquirir aparelhos eletrônicos que consumam menos energia elétrica, e por aí vai. As empresas inteligentes utilizaram-se disso pra alavancar suas vendas. Nada mais bonito que [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=0c473b1b4ba3d0bd5c2f3a2dcafad533&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/>
<p>Com as mudanças climáticas, e uma propagação intensiva de informações a respeito dos danos ao meio-ambiente, muitas pessoas passaram a ter atitudes ecopráticas. E eu aplaudo. Reduzir tempo no banho, adquirir aparelhos eletrônicos que consumam menos energia elétrica, e por aí vai.</p>
<p>As empresas inteligentes utilizaram-se disso pra alavancar suas vendas. Nada mais bonito que dizer que sua empresa é &#8216;verde&#8217;, que se preocupa com o planeta. Os consumidores empenhados, passam a preferir este ou outro produto, utilizando o fator &#8216;verde&#8217; como um importante critério. Ótimo, os dois lados saem ganhando (um mais que o outro, mas enfim&#8230;).<span id="more-2301"></span></p>
<p>Campanhas aos montes, algumas de maior alcance como esta, chamada de <a href="http://www.horadoplaneta.org.br/index.php">Hora do Planeta</a>. Idealizada pela WWF, a campanha incentiva todos a desligarem as luzes de casa por uma hora hoje, dia 27 de março, às 20:30, como um ato simbólico. O que as pessoas não entendem é o conceito de um ato desses. Não basta apenas desligar uma lâmpada por uma hora e achar que deu sua contribuição, ajudou a salvar o planeta.</p>
<p><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2010/03/Alfredo-Martirena-ecologia3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2307" title="http://2.bp.blogspot.com/_yYgTKqpkHe4/ScgQ-eSGwGI/AAAAAAAAkAs/kq5FMyPlhNM/s400/Alfredo+Martirena-ecologia3.jpg" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2010/03/Alfredo-Martirena-ecologia3-246x300.jpg" alt="" width="246" height="300" /></a></p>
<p>Enquanto discutia a respeito da campanha no Twitter, uma senhorita me apresentou a seguinte informação: &#8220;Sabia que se a página do Google fosse preta ao invés de branca, haveria uma economia de 750 Megawatts-hora por ano?&#8221;. Como essa era notícia velha pra mim, não demorei em rebater com fatos.</p>
<p>Como explicado em seu <a href="http://googleblog.blogspot.com/2007/08/is-black-new-green.html">blog oficial</a>, o Google refuta estes dados. A Microsoft também, haja vista que também disseram que se o Windows tivesse o design escuro, haveria economia. Como <a href="http://blogs.wsj.com/numbersguy/does-a-darkened-google-really-save-electricity-104/">outros dados comprovam</a>, tal economia não acontece em monitores LCD, pelo contrário, o gasto seria inclusive maior para exibir o fundo preto. A suposta economia seria possível em monitores antigos, CRT, que segundo estimativas, são 25% do total em operação.</p>
<p>Não é a toa que na internet os mais ávidos &#8220;ecologistas&#8221; são na verdade chamados de ecochatos. Percebe-se nestes ecochatos um discurso pronto e vazio, o que não contribui em nada com a causa, esta sim, levada a sério por muitas pessoas engajadas.</p>
<p>Então, se você quer mesmo fazer a diferença, desligue a tal lâmpada, mas reveja suas atitudes, e procure educar as pessoas próximas a você. Infelizmente a maioria não fará isso, e a Hora do Planeta não será nada além de um &#8220;belo espetáculo&#8221; ou um flashmob de escala mundial. Fica bonito numa camiseta.</p>

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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Regra de L&#8217;Hôpital, L&#8217;Hopital ou L&#8217;Hospital?</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2010/03/regra-de-lhopital-lhopital-ou-lhospital/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 21:25:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tati de Alencar</dc:creator>
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		<category><![CDATA[reforma ortográfica francesa]]></category>
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		<description><![CDATA[Todos que já tiveram a disciplina de Cálculo 1 ou Cálculo Diferencial e Integral se depararam com indeterminações. Indeterminações são resultados não aceitáveis quando estamos calculando limites, por exemplo: . Para problemas como esse podemos usar a Regra de L&#8217;Hôpital que diz o seguinte: Se  ,  se existir , então: . (Fonte: pt.wikipedia.org) A controvérsia [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=734160ee712323b2bac6c77ed9426777&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/>
<p>Todos que já tiveram a disciplina de Cálculo 1 ou Cálculo Diferencial e Integral se depararam com indeterminações. Indeterminações são resultados não aceitáveis quando estamos calculando limites, por exemplo: <img title="\frac{0 }{0 }\ ou\ \frac{\infty }{\infty }" src="http://latex.codecogs.com/gif.latex?\frac{0 }{0 }\ ou\ \frac{\infty }{\infty }" alt="" />.</p>
<p>Para problemas como esse podemos usar a Regra de L&#8217;Hôpital que diz o seguinte:</p>
<p>Se  <img title="\lim_{x\to p}f(x)=0\ e\ \lim_{x\to p}g(x)=0" src="http://latex.codecogs.com/gif.latex?\lim_{x\to p}f(x)=0\ e\ \lim_{x\to p}g(x)=0" alt="" />,  se existir <img title="\lim_{x\to p}\frac{f'(x)}{g'(x)}" src="http://latex.codecogs.com/gif.latex?\lim_{x\to p}\frac{f'(x)}{g'(x)}" alt="" />, então:</p>
<p><img title="\lim_{x\to p}\frac{f(x)}{g(x)}=\lim_{x\to p}\frac{f'(x)}{g'(x)}" src="http://latex.codecogs.com/gif.latex?\lim_{x\to p}\frac{f(x)}{g(x)}=\lim_{x\to p}\frac{f'(x)}{g'(x)}" alt="" />.</p>
<p>(Fonte: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Regra_de_l%27H%C3%B4pital" target="_blank">pt.wikipedia.org</a>)</p>
<p>A controvérsia que existe é em relação ao nome do criador da regra. Quando tive Cálculo no meu curso, meu professor apresentou a dita cuja como &#8220;Regra de L&#8217;Hôpital&#8221;. Até surgiram piadinhas a respeito do nome, várias derivações surgiram como: Regra de L&#8217;Hospital, Regra de L&#8217;Hospitius, etc.<span id="more-2272"></span></p>
<p>Recentemente folheando um livro de Cálculo da biblioteca (não me perguntem o motivo) notei que no índice constava: Regra de L&#8217;Hospital. Pensei: &#8220;Como um autor renomado pode fazer uma coisa dessa?&#8221;. Não satisfeita, cheguei em casa e olhei no meu livro de Cálculo (de outro autor) e também constava Regra de L&#8217;Hospital. Algo estava errado&#8230;Como pude ser enganada por tanto tempo (um ano aproximadamente)?</p>
<p>Decidi começar uma busca para descobrir qual era o verdadeiro sobrenome de Guillaume François Antoine de L&#8217;Hôpital. Quem??? Isso mesmo, esse é o nome do Marquês de Sainte-Mesme.</p>
<p>Sainte-Mesme é uma comuna francesa (unidade básica de de organização territorial da França), situada no departamento de Yvelines (departamento da França cuja capital é a cidade de Versailles) na região de Île-de-France (Ilha-de-França: uma das 26 regiões administrativas da França). O Marquês de Sainte-Mesme era um matemático e nobre francês que viveu em Paris de 1661 a 1704.  A regra que leva seu nome foi publicada em seu primeiro livro texto <em>Analyse des Infiniment Petits. </em>L&#8217;Hôpital serviu como oficial de cavalaria, mas por problemas de saúde teve que sair, passando a dedicar seu tempo a matemática. Foi aluno de Bernoulli (há quem diga que na verdade a Regra de L&#8217;Hôpital foi criada por Bernoulli) e aos 15 anos resolveu o difícil problema sobre ciclóides, proposto por Pascal. <em>Analyse des infiniment petits vertem l&#8217;intelligence des lignes courbes </em>consolidou sua fama já que foi o primeiro manual publicado de Cálculo Diferencial.</p>
<p>Mas o motivo desse post é descobrir se aprendemos a regra de L&#8217;Hopital, L&#8217;Hospital ou a regra de L&#8217;Hôpital. Comecei a busca pesquisando o nome no Google Brasil, como era de se esperar, nos resultados apareceram ambas as formas (não apenas na Wikipedia, mas em sites confiáveis de universidades). Como estamos falando de um matemático francês, resolvi pesquisar no Google France e infelizmente obtive o mesmo tipo de resultados.</p>
<p>Veio então a idéia de procurar os textos escritos pelo matemático. <a href="http://ia301508.us.archive.org/0/items/infinimentpetits1716lhos00uoft/infinimentpetits1716lhos00uoft.pdf" target="_blank">Aqui</a> encontramos <em>Analyse des infiniment petits vertem l&#8217;intelligence des lignes courbes </em>e <a href="http://imgbase-scd-ulp.u-strasbg.fr/displayimage.php?album=1025&amp;pos=0" target="_blank">aqui</a> <em>Calculi infinitesimalis pars I, seu Calculus Differentialis</em>. Obsevem como o nome do matemático aparece na capa:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-2274 aligncenter" title="l" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2010/03/lhospital_1-242x300.jpg" alt="" width="467" height="578" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-2276 aligncenter" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2010/03/lhospital_21-212x300.jpg" alt="" width="468" height="664" /></p>
<p>Matamos a charada? Não.</p>
<p>A ortografia francesa tem variado ao longo dos séculos. Entre os séculos XVIII e XIX ocorreram várias reformas ortográficas. Em 1990 foi publicado o Rapport de 1990 sur les rectifications orthographiques (Relatório de 1990 sobre as Retificações Ortográficas), cujas modificações giram em torno do uso do hífen, do plural das palavras compostas, do acento circunflexo, do particípio passado e de diversas anomalias. <a href="http://www.orthographe-recommandee.info/" target="_blank">Neste site</a> (em francês, claro) você encontra as correções da ortografia. Vale ressaltar que <em>celles-ci sont officiellement recommandées, sans toutefois être imposées</em> (elas são oficialmente recomendadas, mas não impostas).</p>
<p>Voltando ao nosso problema, com as constantes reformas ortográficas a grafia correta passou a ser L&#8217;Hôpital. Segundo a Wikipedia, <em>&#8220;l&#8217;Hôpital is commonly spelled as both &#8220;l&#8217;Hospital&#8221; and &#8220;l&#8217;Hôpital.&#8221; The Marquis spelled his name with an &#8216;s&#8217;; however, the French language has since dropped the &#8216;s&#8217; (it was silent anyway) and added a circumflex to the preceding vowel</em>&#8220;. (Fonte: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Guillaume_de_l%27H%C3%B4pital" target="_blank">en.wikipedia.org</a>)</p>
<p>A que conclusão chegamos? De que tanto faz a forma que você escreve o nome do Marquês de Sainte-Mesme, porque as regras ortográficas são recomendadas e não obrigatórias.</p>
<p>Mas sinceramente, eu não gostaria de ter meu nome alterado por alguma regra, então, vou continuar usando a Regra de L&#8217;Hospital <img src='http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> .</p>

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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Dica: Como abrir arquivos de formato Office 2007</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 15:34:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Microsoft outorgou (sim, encaro dessa forma) um novo formato para arquivos de sua suíte de aplicativos de escritório, a partir do lançamento do Office 2007. Com essa mudança, algumas dores de cabeça. Como abrir um arquivo .docx no Word 2003, por exemplo? Existem algumas maneiras de resolver esse problema, a mais adequada é a [...]


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<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/10/instalando-referencias-abnt-no-word-2007/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Instalando referências ABNT no Word 2007'>Instalando referências ABNT no Word 2007</a></li>
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=0c473b1b4ba3d0bd5c2f3a2dcafad533&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/>
<p>A Microsoft outorgou (sim, encaro dessa forma) um novo formato para arquivos de sua suíte de aplicativos de escritório, a partir do lançamento do Office 2007. Com essa mudança, algumas dores de cabeça. Como abrir um arquivo .docx no Word 2003, por exemplo?</p>
<p><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2010/03/Office_2007_vertikal.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2325" title="Microsoft Office 2007" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2010/03/Office_2007_vertikal-300x238.jpg" alt="" width="300" height="238" /></a></p>
<p>Existem algumas maneiras de resolver esse problema, a mais adequada é a seguinte:</p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #339966;"><strong>Microsoft Office Compatibility Pack for<br />
Word, Excel, and PowerPoint File Formats</strong></span></h2>
<p>Basta baixar o pacote da Microsoft neste <a href="http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?displaylang=pt-br&amp;FamilyID=941b3470-3ae9-4aee-8f43-c6bb74cd1466">link</a>, e instalar. Após isto será possível abrir e editar arquivos nos formatos docx, xlsx e pptx. O pacote pode ser aplicado nas seguintes versões: Microsoft Office 2000, Microsoft Office XP e Microsoft Office 2003. O arquivo tem tamanho de 37,2 MB.</p>

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		<title>Xbox 360: Project Natal</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 00:06:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raphael Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu não sou das antigas, meu primeiro console foi um Super Nintendo, onde eu detonava no Super Mario World e tinha disputas muito agressivas com meu irmão no International Superstar Soccer (inclusive minha mãe na época comprou uma edição especial da Copa do Mundo, em que vinha um joystick dourado, bem Silas Simplesmente). De lá [...]


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<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/03/tecnologia-do-futuro-spintronica/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Tecnologia do futuro: Spintrônica'>Tecnologia do futuro: Spintrônica</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=0c473b1b4ba3d0bd5c2f3a2dcafad533&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/>
<p>Eu não sou das antigas, meu primeiro console foi um Super Nintendo, onde eu detonava no Super Mario World e tinha disputas muito agressivas com meu irmão no International Superstar Soccer (inclusive minha mãe na época comprou uma edição especial da Copa do Mundo, em que vinha um joystick dourado, bem <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ytPzjTJ-cdg">Silas Simplesmente</a>).</p>
<p>De lá pra cá, com a aquisição de um PC com uma boa placa de vídeo e memória RAM suficiente, passei a jogar apenas games emulados de Super Nintendo, Gameboy, Nintendo 64, ou lançamentos no Windows para PC (sim, eu tive a febre do Counter Strike e sobrevivi).</p>
<p>Foi quando um amigo me ofereceu por uma bagatela seu Xbox 360, pois pretendia adquirir um Playstation 3 Slim. <span id="more-2243"></span>Aproveitando a boa oportunidade, adquiri o danado, pluguei na minha TV e percebi que definitivamente prefiro jogos no console, pelo conforto e jogabilidade (só pelo fato de não ter que ficar fazendo manutenção no Windows pra tentar manter o desempenho dos jogos, já valeu muito).</p>
<p>O Xbox, um dos consoles de alta definição no mercado, concorrendo com o Playstation 3, surge com um diferencial que faz os olhos de qualquer aficcionado por jogos brilharem: o Project Natal. Aí você se pergunta: o que diabos é isso?</p>
<p>O Project Natal vem sendo desenvolvido pela Microsoft, e o seguinte anúncio na E3 2009 deixou muitas pessoas boquiabertas (inclusive eu):</p>
<p style="text-align: center;">	<!-- Smart Youtube -->
	<span class="youtube">
		<object width="425" height="355">
			<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/p2qlHoxPioM&amp;rel=1&amp;color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0" />
			<param name="allowFullScreen" value="true" />
			<embed wmode="transparent" 
				src="http://www.youtube.com/v/p2qlHoxPioM&amp;rel=1&amp;color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0" 
				type="application/x-shockwave-flash" 
				allowfullscreen="true" 
				width="425" 
				height="355">
			</embed>
			<param name="wmode" value="transparent" />
		</object>
	</span><a href="http://www.youtube.com/watch?v=p2qlHoxPioM"><img src="http://img.youtube.com/vi/p2qlHoxPioM/default.jpg" width="130" height="97" border=0></a><a href="http://www.youtube.com/watch?v=p2qlHoxPioM">www.youtube.com/watch?v=p2qlHoxPioM</a></p>
<p>Basicamente, você não precisará de joystick para jogar. Melhor que isso, você, usando todo seu corpo, poderá interagir com o game, seu ambiente e personagens. E o conceito de interação nesse caso é supervalorizado. Assista o vídeo abaixo, em que é apresentada uma demonstração de interação com um personagem. Um dispositivo faz um scan completo e consegue reproduzir você mesmo ou objetos do mundo real, no mundo virtual. E você que estava achando Matrix e Caprica coisas absurdas, muito distantes da realidade, eis um dos sinais de que possivelmente levará um tapa na cara (num sentido não-violento, espero).</p>
<p style="text-align: center;">	<!-- Smart Youtube -->
	<span class="youtube">
		<object width="425" height="355">
			<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/CPIbGnBQcJY&amp;rel=1&amp;color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0" />
			<param name="allowFullScreen" value="true" />
			<embed wmode="transparent" 
				src="http://www.youtube.com/v/CPIbGnBQcJY&amp;rel=1&amp;color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0" 
				type="application/x-shockwave-flash" 
				allowfullscreen="true" 
				width="425" 
				height="355">
			</embed>
			<param name="wmode" value="transparent" />
		</object>
	</span><a href="http://www.youtube.com/watch?v=CPIbGnBQcJY"><img src="http://img.youtube.com/vi/CPIbGnBQcJY/default.jpg" width="130" height="97" border=0></a><a href="http://www.youtube.com/watch?v=CPIbGnBQcJY">www.youtube.com/watch?v=CPIbGnBQcJY</a></p>
<p>Bom, falemos um pouco então da tecnologia por trás de tudo isso. O <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Project_Natal">Project Natal</a> consiste num sensor de profundidade (um projetor de raios infra-vermelhos aliado a um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Active_pixel_sensor">CMOS Sensor</a>, o que permite a utilização do dispositivo independente da iluminação do ambiente), uma câmera RGB, um avançado microfone e um processador personalizado. O conjunto da obra captura uma imagem 3D do corpo do jogador e sua voz. Com o apoio de softwares, o dispositivo permite o reconhecimento de gestos e emoções, assim como o reconhecimento de comandos por voz.</p>
<p><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2010/03/Project_Natal_Camera.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2263" title="Project_Natal_Camera" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2010/03/Project_Natal_Camera-300x161.jpg" alt="" width="300" height="161" /></a></p>
<p>Algumas fontes dizem que o dispositivo foi batizado com esse nome em homenagem a um membro da equipe de desenvolvimento que é brasileiro, nascido em Natal. Mas assim como no meio artístico, existe muito burburinho e fofoca nessa área. Eles preferem sempre chamar de especulação, mesmo quando não é.</p>
<p>Se você quiser ter um desses em casa, basta economizar bastante dinheiro, e aguardar os próximos meses, quando a Microsoft promete lançar o produto. Aqui no Brasil, talvez tenhamos que esperar mais, e talvez os mais afobados considerem a venda de algum órgão no mercado negro para angariar fundos. Por fim, fica a dica: não percam a cabeça!</p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>

<p>Leia também:<ol><li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/10/intel-core-i7-mobile-extreme/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Intel Core i7 Mobile Extreme'>Intel Core i7 Mobile Extreme</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2009/03/dispositivo-eletronico-de-unico-eletron/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Dispositivo Eletrônico de Único Elétron'>Dispositivo Eletrônico de Único Elétron</a></li>
<li><a href='http://www.tecnosapiens.com.br/2010/03/tecnologia-do-futuro-spintronica/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Tecnologia do futuro: Spintrônica'>Tecnologia do futuro: Spintrônica</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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