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	<title>TecnoSapiens &#187; tecnologia</title>
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	<description>De pedras lascadas a mentes afiadas</description>
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		<title>Nota rápida: eco4planet um mecanismo de busca ecologicamente correto</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 13:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Meio-ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[Buenos dias companheir@s&#8230; Hoje tomei conhecimento de uma boa iniciativa ecológica, o eco4planet. O eco4planet é um mecanismo de busca que utiliza o sistema Google™ Pesquisas Personalizadas, mantendo assim a mundialmente reconhecida capacidade das buscas Google™, com um visual também simples e rápido, porém inovador na utilização predominante da cor preta para gerar economia de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=f4a74c4c68f512fce536ebedcfb9cf52&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Buenos dias companheir@s&#8230;</p>
<p>Hoje tomei conhecimento de uma boa iniciativa ecológica, o eco4planet. O eco4planet é um mecanismo de busca que utiliza o sistema Google™ Pesquisas Personalizadas, mantendo assim a mundialmente reconhecida capacidade das buscas Google™, com um visual também simples e rápido, porém inovador na utilização predominante da cor preta para gerar economia de energia.</p>
<p>Além disso, o eco4planet efetua o plantio de árvores, com base no número de pesquisas feitas no mecanismo. A cada 50 mil pesquisas realizadas no site, uma <a title="Saiba mais sobre o plantio de árvores." href="http://blog.eco4planet.com/2009/08/novidade-a-partir-de-agora-suas-pesquisas-se-transformao-em-arvores-de-verdade/" target="_blank">muda de árvore será plantada</a>. Achou interessante? Clique na imagem abaixo, ou siga este <a title="Visite o site do eco4planet." href="http://www.eco4planet.com" target="_blank">link </a>para acessar o eco4planet.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 296px"><a href="http://www.eco4planet.com"><img title="eco4planet" src="http://img195.imageshack.us/img195/2539/eco4planetgdetr.png" alt="Logotipo do eco4planet" width="286" height="106" /></a><p class="wp-caption-text">Logotipo do eco4planet</p></div>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F10%2Fnota-rapida-eco4planet-um-mecanismo-de-busca-ecologicamente-correto%2F&amp;title=Nota%20r%C3%A1pida%3A%20eco4planet%20um%20mecanismo%20de%20busca%20ecologicamente%20correto" id="wpa2a_2"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Notebook ou Desktop+Netbook?</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/09/notebook-ou-desktopnetbook/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 00:19:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Algumas considerações sobre como escolher entre um notebook ou um desktop em conjunto com um netbook.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=8fea0c25ce5875775cbceee02e0c9792&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Segundo semestre de 2009, e meu notebook de 3 anos de idade já está pedindo arrego. Não segura metade da capacidade original da bateria, carcaça manchada e desgastada, o processador Pentium M de 1,73 GHz parece não ter mais a responsividade de antes&#8230; enfim, a <a title="A danada" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Obsolesc%C3%AAncia" target="_blank">obsolescência</a> chegou. Mas qual deve ser o substituto desse meu companheiro de muitas horas de procastinação? Um novo notebook ou a dupla formada de um desktop acompanhado de um <a title="Acessibilidade: Netbooks" href="http://www.tecnosapiens.com.br/2009/04/acessibilidade-netbooks/" target="_blank">netbook</a>?</p>
<div id="attachment_1854" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1854" title="EeePC900Comparison" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/09/EeePC900Comparison-300x225.jpg" alt="Comparação entre um netbook Asus EEEPc 900 e um monitor de 22''" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Comparação entre um netbook Asus EEEPc 900 e um monitor de 22&#39;&#39;</p></div>
<p>Um pequeno adendo: ao contrário do que dizem vendedores de grandes lojas de eletrodomésticos, netbooks não são apenas notebooks pequenos. Apesar de utilizarem processadores <a title="Wikipedia (em inglês)" href="http://en.wikipedia.org/wiki/X86" target="_blank">x86</a> (aqueles com processadores <a title="Wikipedia (em inglês)" href="http://en.wikipedia.org/wiki/ARM_processor" target="_blank">ARM</a> são chamados <a title="Wikipedia (em inglês)" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Smartbook" target="_blank">smartbooks</a> e não são compatíveis com a plataforma x86, mas isso é outra história) e portanto compatíveis com os aplicativos e sistemas operacionais para essa plataforma, a performance dos netbooks é suficiente apenas para tarefas básicas como navegação na Internet e edição de textos, portanto eles são indicados para serem o seu computador secundário, não o principal. Para maiores detalhes há este <a title="Acessibilidade: Netbooks" href="http://www.tecnosapiens.com.br/2009/04/acessibilidade-netbooks/" target="_blank">excelente artigo</a> do Weslley detalhando os netbooks.</p>
<p>Na vida de todo Homo Tecno Sapiens, o computador tem grande importância e nesses 3 anos de uso do notebook, como único computador para trabalho e lazer, pude avaliar alguns prós e contras de tal situação. Obviamente o peso dos pontos aqui levantados dependem muito das necessidades e <span style="text-decoration: line-through;">frescuras</span> exigências de conforto individuais. No meu caso, dependo de um bom poder de processamento e mobilidade, mas ambos de modo eventual e quase nunca ambos ao mesmo tempo. Atualmente não tenho nenhuma necessidade de aplicações que fazem forte uso de 3D, logo placas de vídeo com <a title="Wikipedia (em inglês)" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gpu" target="_blank">GPUs</a> dedicadas não são necessárias. Após o clique, levantarei alguns pontos que considerei para fazer minha escolha.<br />
<span id="more-1764"></span><br />
Um bom notebook (Core2Duo 2,0 GHz, 4 GB de RAM, 320 GB HD, considerando que escrevo no terceiro trimestre de 2009) pode suprir essas minhas necessidades, além do benefício colateral de não ter que me preocupar com sincronização de arquivos e ter uma mesa de trabalho mais organizada, com menos fios expostos. Porém, há aspectos que considero negativos no uso dos convencionais notebooks: peso e tamanho de tela. Em princípio, carregar um objeto de 2,5 até 3 kg pode não parecer muito incômodo, mas com o tempo você percebe que não é muito prático e algumas vezes bem cansativo. Há notebooks com telas 13,3&#8221; de até 2 kg que são bem mais confortáveis que os de 15,4&#8221; no quesito mobilidade, no entanto considero o tamanho da tela pequeno demais para trabalhar durante muitas horas. De fato, no caso de um notebook de 13,3&#8221; polegadas, o gasto num monitor externo de 17&#8221;, ou maior, é quase obrigatório para manter um mínimo de conforto para trabalhar por várias horas seguidas. Mesmo telas de 15,4&#8221; podem ser incômodas para quem costuma trabalhar com múltiplos aplicativos.</p>
<p>Para suprir minhas necessidades, no momento que escrevo, um notebook de 13,3&#8221; polegadas pode sair na faixa de R$ 2000,00  e um monitor de 19&#8221; wide screen por volta de R$ 450,00.</p>
<p>Outro cenário seria a compra de um desktop em conjunto com um netbook. À primeira vista, este conjunto pode parecer bem mais caro, mas um bom desktop (Core2Duo 2,53 GHz, 4 GB de RAM, 500 GB de HD, monitor de 21,5&#8221;) pode ser encontrado na faixa de R$ 1500,00 e um bom netbook entre R$ 1000,00 e 1200,00. Ou seja, não muito diferente do preço de um bom notebook com um monitor externo. O netbook, com a massa em torno de 1 kg e tela de até 10&#8221;, cumpre apenas os requisitos de mobilidade, que no meu caso é eventual e não necessito de grande poder de processamento quando mobilidade é exigida. Neste cenário temos uma série de vantagens, como o maior poder de processamento do desktop comparado ao notebook e outras não tão evidentes. Uma delas é o custo da inevitável troca quando a obsolescência chegar novamente. No cenário de um notebook como único computador, o impacto inicial sobre o orçamento é maior, já que a máquina toda deve ser substituída, enquanto no caso do desktop acompanhado do netbook não é preciso trocar ambos simultaneamente. Além disso o desktop torna a tarefa de expansão ou upgrade muito mais fácil que de um notebook, pois pode ser feita de maneira gradual, adicionando mais um HD ou trocando o processador, e manter o monitor de vídeo, por exemplo. Portanto, o impacto da obsolescência sobre o seu orçamento pode ser diluído num tempo maior.</p>
<p>Como ponto negativo, o cenário de uma dupla de desktop mais netbook, tem a questão de sincronização dos arquivos, o pequeno poder de processamento e a pequenez do teclado e tela do netbook. Enquanto o primeiro exige algum trabalho, que é diminuído com uso de serviços como Dropbox ou Ubuntu One, o segundo e terceiro ponto negativo não me afetariam muito dado o uso eventual que exigiria do mesmo. Mas se para você o uso do computador é mais on-the-move, realmente um netbook não é o ideal, já que a falta de performance e conforto serão muito afetadas.</p>
<p>Vejam que não estou considerando aqui cenários em que é necessário obter cada gota de performance da máquina, principalmente em 3D ou <a title="Tudo sobre CUDA no TecnoSapiens" href="http://www.tecnosapiens.com.br/category/programacao/cuda/" target="_blank">CUDA</a>, pois nesse caso não há muita alternativa, o custo/benefício do desktop é matador. E quem necessita de performance em 3D aliado a mobilidade terá que gastar muito dinheiro num Macbook Pro.</p>
<p>No meu caso as vantagens de menor impacto orçamentário inicial na hora da compra e leveza do netbook pesam mais do que as desvantagens de se preocupar com a sincronização de arquivos e o menor conforto e performance do netbook. E você, leitor, quais deste itens (mobilidade, praticidade, conforto, desempenho, possibilidade de upgrade/expansão) é mais importante? O  que mais levaria em consideração para tomar esse tipo de decisão?</p>
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		<title>O que significa a expressão &#8220;notação em complemento de dois&#8221;?</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/08/o-que-significa-a-expressao-notacao-em-complemento-de-dois/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 18:03:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Programação]]></category>
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		<description><![CDATA[Bem, para começo de conversa, é bom lembrar que, no mundo computacional, as informações são representadas por combinações de zeros e uns. Cada um dos dígitos (zeros ou uns) utilizados nesta representação é conhecido por bit. Hoje em dia os nossos computadores são (em sua maioria) de 32 bits ou 64 bits. Esse número indica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=f4a74c4c68f512fce536ebedcfb9cf52&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Bem, para começo de conversa, é bom lembrar que, no mundo computacional, as informações são representadas por combinações de zeros e uns. Cada um dos dígitos (zeros ou uns) utilizados nesta representação é conhecido por <a title="O que é um bit?" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bit" target="_blank">bit</a>.</p>
<p>Hoje em dia os nossos computadores são (em sua maioria) de 32 bits ou 64 bits. Esse número indica que uma determinada informação é representada, computacionalmente, por um grupo de 32 ou de 64 bits. Por exemplo, em 32 bits o número inteiro 1 é representado por: 00000000000000000000000000000001.</p>
<p>Mas, como se representa um número inteiro negativo?</p>
<p><span id="more-1708"></span></p>
<p>A solução mais adotada para solucionar este problema é, justamente, utilizar a notação em complemento de dois. Nesta notação, para saber se um número é positivo, ou negativo, basta observar o primeiro bit de cada conjunto/sequência. Se a sequência inicia-se com um 0 (zero) o número representado é positivo (não-negativo), caso contrário (a sequência inicia-se com o número 1) tem-se a representação de um número negativo.</p>
<div id="attachment_1712" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/08/bytes-7032251.jpg"><img class="size-medium wp-image-1712" title="12 bits" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/08/bytes-7032251-300x300.jpg" alt="12 bits" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">12 bits</p></div>
<p>Para uma notação em complemento de dois, num sistema de <span style="font-weight: bold;">n</span> bits, os números que podem ser representados estão no seguinte intervalo: -2<sup>(n-1)</sup> a 2<sup>(n-1)</sup> -1.<br />
Para saber como certo número (x) será representado (em binário) em um sistema (de n bits) em complemento de dois, aqui vai uma regra prática:</p>
<ol>
<li>Se x &gt;= 0, a representação é direta. Por exemplo, o binário que corresponde ao número cinco, em um sistema de oito bits é <span style="font-weight: bold;">00000101</span>.</li>
<li>Se x &lt; 0, primeiro deve-se calcular o valor da seguinte expressão: 2<sup>n</sup> + x. Em seguida, determina-se a representação do valor da expressão. Por exemplo, para o número -3:
<ol>
<li>Valor da expressão: 2<sup>8</sup> &#8211; 3 = 253</li>
<li>Representação em binário: 11111101</li>
</ol>
</li>
</ol>
<p>Uma outra regra prática para determinar a representação de um negativo (inteiro, em complemento de dois) é:</p>
<ol>
<li>Encontrar a representação de (-x)</li>
<li>Inverter bit a bit</li>
<li>Somar 1</li>
</ol>
<p>Em síntese, esta expressão indica uma forma de representação de inteiros (positivos e negativos) que também é conhecida como complemento para dois. A expressão em inglês é <strong><em>signed two&#8217;s complement integer</em></strong>.</p>
<p>Bem, é isso&#8230; canseirinha essa parada&#8230; não é mesmo?</p>
<p>Se você quiser saber como é feita a representação de números reais, siga este <a title="Saiba mais sobre representação numérica dos números reais." href="http://www.inf.ufsc.br/~luciana.rech/index_arquivos/PadraoIEEE754(Aula_1208).pdf" target="_blank">link</a> ou <a title="Mais informações (em Inglês)" href="http://en.wikipedia.org/wiki/IEEE_754-2008" target="_blank">este</a>.</p>
<p>Abraços.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F08%2Fo-que-significa-a-expressao-notacao-em-complemento-de-dois%2F&amp;title=O%20que%20significa%20a%20express%C3%A3o%20%26%238220%3Bnota%C3%A7%C3%A3o%20em%20complemento%20de%20dois%26%238221%3B%3F" id="wpa2a_4"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Nota rápida: pesquisando o conteúdo de diversos arquivos (linux)</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/01/nota-rapida-pesquisando-o-conteudo-de-diversos-arquivos-linux/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 12:04:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Software livre]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal bom dia. Hoje aprendi uma &#8220;coisinha&#8221; nova no Linux e resolvi compartilhar (para quem não sabe, só agora estou me aventurando no Linux). É uma dica simples, mas pode te ajudar. Sem mais delongas, vamos ao que interessa&#8230; Hoje precisei encontrar todos os arquivos que tivessem em seu conteúdo o texto &#8220;enteresses&#8221;. Como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=f4a74c4c68f512fce536ebedcfb9cf52&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Olá pessoal bom dia.</p>
<p>Hoje aprendi uma &#8220;coisinha&#8221; nova no Linux e resolvi compartilhar (para quem não sabe, só agora estou me aventurando no Linux). É uma dica simples, mas pode te ajudar.</p>
<p>Sem mais delongas, vamos ao que interessa&#8230;</p>
<p>Hoje precisei encontrar todos os arquivos que tivessem em seu conteúdo o texto &#8220;enteresses&#8221;. Como não sabia como fazer isto (no Linux), fiz uma breve pesquisa que me indicou o comando <strong>grep</strong> como a solução de meus problemas. Este comando procura uma determinada expressão nos arquivos especificados e quando encontra um arquivo que possui a expressão procurada, retorna (na tela) o nome do arquivo e a linha em que a expressão foi encontrada (este é o retorno padrão, mas pode ser alterado pelas opções).</p>
<p>No meu caso usei:</p>
<blockquote><p>grep -i -R &#8220;enteresses&#8221; *.php</p></blockquote>
<p>Explicando&#8230;</p>
<p>A opção <strong>-i</strong> informa ao <strong>grep</strong> que ele deve ignorar as diferenças entre caixas altas e baixas, isto é, expressões como &#8220;EnTeReSSes&#8221; ou &#8220;ENTERESSES&#8221; também seriam consideradas. A opção <strong>-R</strong> informa que o <strong>grep</strong> deve fazer uma busca recursiva no diretório atual e em todos os seus subdiretórios. Entre aspas (&#8220;enteresses&#8221;) escrevo a expressão que deve ser pesquisa. Após a expressão que será pesquisada, indico quais arquivos devem ser analisados (no meu caso, apenas os arquivos com extensão <strong>.php</strong>.</p>
<p>Fui&#8230;</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F01%2Fnota-rapida-pesquisando-o-conteudo-de-diversos-arquivos-linux%2F&amp;title=Nota%20r%C3%A1pida%3A%20pesquisando%20o%20conte%C3%BAdo%20de%20diversos%20arquivos%20%28linux%29" id="wpa2a_6"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Um carneiro no meu caminho</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Jan 2009 13:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, amigo leitor! Eu sou Paulo, novo colaborador do Tecnosapiens e irei compartilhar com vocês as minhas (des)venturas tecnológicas, principalmente no uso do Linux. Eu esperava começar falando sobre o uso do Nokia 5310 em conjunto com o Ubuntu. Ou sobre o Gerenciador de Bibliografia Referencer. Mas havia um carneiro montês intrépido no meu caminho. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=8fea0c25ce5875775cbceee02e0c9792&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Olá, amigo leitor! Eu sou Paulo, novo colaborador do Tecnosapiens e irei compartilhar com vocês as minhas (des)venturas tecnológicas, principalmente no uso do Linux.</p>
<div id="attachment_960" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><img class="size-medium wp-image-960" title="wtfibex" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/01/wtfibex-200x300.jpg" alt="wtfibex" width="200" height="300" /><p class="wp-caption-text">Carneirinho FDP!</p></div>
<p>Eu esperava começar falando sobre o uso do <a title="Especificações do treco" href="http://www.nokia.com.br/produtos/celulares/nokia-5310-xpressmusic/especificacoes-tecnicas" target="_blank">Nokia 5310</a> em conjunto com o Ubuntu. Ou sobre o Gerenciador de Bibliografia <a title="Página do Referencer" href="http://icculus.org/referencer/" target="_blank">Referencer</a>. Mas havia um carneiro montês intrépido no meu caminho. Poucos dias antes de receber o convite do Rodrigo para participar do Tecnosapiens, eu havia (re)feito o upgrade do Ubuntu 8.04 (Hardy Heron) para o 8.10 (Intrepid Ibex). Parecia tudo funcionar a contento. Como eu disse, parecia&#8230;<span id="more-949"></span></p>
<p>Eu já havia feito este upgrade do Hardy para o Intrepid, mas não me lembrava o porquê de ter voltado ao Hardy. Primeiro foi o Referencer. Esse excelente Gerenciador de Bibliografia para o Gnome, mais leve e intuitivo que o <a title="Página do JabRef" href="http://jabref.sourceforge.net/" target="_blank">JabRef</a>, com a maravilhosa capacidade de preencher os campos de uma determinada referência bastando possuir o endereço <a title="Não sabe o que é o DOI?!" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Digital_object_identifier" target="_blank">DOI</a> do artigo, aumentou significavativamente <span style="text-decoration: line-through;">meu tempo à toa</span> minha produtividade. No entanto ele simplesmente não funcionava no Intrepid. Ele resmungava que uma biblioteca, que não me lembro qual era, tinha um problema. Como não sou de desistir na primeira tentativa, apaguei as configurações do Referencer, reinstalei a versão do mesmo para o Intrepid, procurei updates&#8230; nada resolveu o problema. Tudo bem, nem queria falar sobre o Referencer mesmo. <img src='http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Bom, então vou falar sobre a experiência não-tão-completa (não encontrei meios de sincronizar agenda e contatos, mas a transferência de arquivos funciona muito bem sem a necessidade de kung-fu de terminal, tanto via USB como Bluetooth) de usar o meu novo celular no Ubuntu, o tal Nokia 5310.</p>
<div id="attachment_966" class="wp-caption aligncenter" style="width: 146px"><img class="size-medium wp-image-966" title="nokia5310xpressmusic_big" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/01/nokia5310xpressmusic_big-136x300.jpg" alt="Meu novo brinquedo" width="136" height="300" /><p class="wp-caption-text">Meu novo brinquedo</p></div>
<p>Conectava-o ao meu computador via USB e logo ele começava um processo de leitura do cartão de memória que nunca encerrava. Já havia transferido arquivos do Hardy para ele sem nenhum tipo de problema. Temia que o sistema de arquivos do cartão tivesse corrompido. Procurando mais um pouco encontrei <a title="WTF?!" href="https://bugs.launchpad.net/ubuntu/+source/linux/+bug/287701" target="_blank">isso</a>. Aí já era demais, ter que recompilar kernel para resolver isso?! De volta ao Hardy.</p>
<p>O que me assusta é que já tive que abandonar o meu querido KDE por conta de um estranho bug na versão 4.1, que faz a tela piscar de modo bastante irritante. Não encontrei ninguém mais reclamando de tal problema, talvez seja só comigo. Agora esses problemas com o Intrepid. Pelo andar da carruagem meu próximo upgrade será para o Windows 7. Ou melhor ainda, para o OS X! <img src='http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F01%2Fum-carneiro-no-meu-caminho%2F&amp;title=Um%20carneiro%20no%20meu%20caminho" id="wpa2a_8"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Informática na Educação: blogs e sites</title>
		<link>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/01/informatica-na-educacao-blogs-e-sites/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 14:13:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, bom dia. Começamos 2009 com algumas novidades: um novo visual e um novo colaborador, o Paulo Estevão. A equipe do TecnoSapiens espera que vocês gostem do novo visual e, principalmente, dos textos que o Paulo vai escrever para nós. Mas, vamos ao assunto deste artigo: dicas de recursos da informática que podem ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=f4a74c4c68f512fce536ebedcfb9cf52&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Olá pessoal, bom dia.</p>
<p>Começamos 2009 com algumas novidades: um novo visual e um novo colaborador, o Paulo Estevão. A equipe do TecnoSapiens espera que vocês gostem do novo visual e, principalmente, dos textos que o Paulo vai escrever para nós.</p>
<p>Mas, vamos ao assunto deste artigo: dicas de recursos da informática que podem ser utilizados no ensino de Ciências e de outras áreas do conhecimento.</p>
<p>Recentemente recebi um <a title="Leia o comentário" href="http://www.tecnosapiens.com.br/2008/09/tunel-do-tempo-os-primeiros-calendarios/comment-page-1/#comment-491" target="_self">comentário</a> (feito pelo Ricardo Normando)   no meu artigo sobre os primeiros calendários que me deixou tão feliz que resolvi não só retomar a série de artigos sobre calendários (em breve, no TecnoSapiens), como escrever alguns artigos sobre recursos da informática que podem auxiliar os professores de Ciências e de outras disciplinas. Vou começar com algumas dicas sobre blogs e sites. Se o artigo for bem recebido (comentários), escreverei sobre softwares que podem servir de apoio pedagógico. Bem, vamos ao que interessa:<br />
<span id="more-937"></span><br />
<h3>Blogs</h3>
<p>O número de <a title="O que é um blog?" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Blog" target="_blank">blogs</a> voltados à educação tem tido um crescimento fabuloso no Brasil. Usar os blogs como ferramenta auxiliar nos processos de ensino e de aprendizagem vai desde utilizar as informações disponibilizadas em blogs já existentes até a criação de blogs para escolas, salas e grupos de estudo. Aqui vai uma pequena lista de blogs que podem ser úteis para professores:</p>
<ul>
<li><a title="Visite o blog" href="http://dicasdeciencias.wordpress.com/" target="_blank">Dicas de Ciência</a>: blog da Andréa Barreto M. da Poça,  Professora de Ciências em uma Escola no Município do Rio de Janeiro. Possui textos interessantes, que podem ser utilizados no ensino de ciências.</li>
<li><a title="Visite o blog" href="http://internetnaeducacao.blogspot.com/" target="_blank"> Internet e Web na Educação</a>: blog da Maria de Fátima Franco. Apresenta diversos artigos sobre o uso de Internet (em especial blogs) na educação.</li>
<li><a title="Visite o blog" href="http://zezesabino.blogspot.com/" target="_blank">A Tecnologia como Suporte Pedagógico</a>: não consegui identificar o autor/responsável pelo blog, mas minha intuição diz que ele deve se chamar José Sabino. Dá boas dicas sobre como usar a tecnologia como uma ferramenta de apoio/suporte pedagógico.</li>
<li><a title="Visite o blog" href="http://gladislsantosbr.wordpress.com/" target="_blank">Educação, Tecnologia e algo mais&#8230;</a> : blog mantido pela professora Gládis Leal dos Santos. Este blog eu conheci quando estava fazendo o levantamento para  escrever este artigo e me surpreendi. É um blog muito rico em dicas e textos sobre o uso de tecnologia na sala de aula.</li>
<li><a title="Visite o blog" href="http://diariodebiologia.com/" target="_blank">Diário de Biologia</a>: blog mantido pela Karlla Patrícia e é voltado ao ensino de Biologia. A maioria dos artigos é a resposta a uma pergunta bem interessante, como, por exemplo: “Por que as baleias ejetam água?”.</li>
</ul>
<p>Se você quiser pesquisar outros blogs educacionais, acesse o <a title="Visite o EduBlogosfera" href="http://planeta.edublogosfera.com.br/" target="_blank">Edublogosfera</a> e o <a title="Visite o Blogs Educativos" href="http://blogseducativos.teia.bio.br/" target="_blank">blogs educativos</a></p>
<h3>Sites</h3>
<ul>
<li><a title="Visite o site" href="http://www.cbpf.br/~eduhq/" target="_blank">Oficina de educação através de Histórias em Quadrinhos e Tirinhas</a></li>
<li><a title="Visite o site" href="http://ensinofisicaquimica.blogspot.com/" target="_blank">Vídeos para o Ensino da Física e da Química</a></li>
<li><a title="Visite o site" href="http://pion.sbfisica.org.br/pdc/" target="_blank">Píon – Ligado na Física </a></li>
<li><a title="Visite o site" href="http://phet.colorado.edu/index.php" target="_blank">PhET – Interactive Simulations</a></li>
<li><a title="Visite o site" href="http://www.escolabr.com/portal/modules/news/" target="_blank">EscolaBR – Inclusão Digital nas Escolas Públicas</a></li>
<li><a title="Visite o site" href="http://www.molecularium.net/" target="_blank">Molecularium – Simulações em Química-Física</a></li>
</ul>
<p>Se você conhece algum outro blog ou site que acha interessante, que tal escrever um comentário e dar a sua dica?</p>
<p>Abraços e até o próximo.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F01%2Finformatica-na-educacao-blogs-e-sites%2F&amp;title=Inform%C3%A1tica%20na%20Educa%C3%A7%C3%A3o%3A%20blogs%20e%20sites" id="wpa2a_10"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>História: Semicondutor a partir de 1900</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 17:47:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudinei</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia de ponta]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[ci]]></category>
		<category><![CDATA[circuito integrado]]></category>
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		<category><![CDATA[evolução tecnologica]]></category>
		<category><![CDATA[heteroestrutura]]></category>
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		<category><![CDATA[Semicondutores]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[transistor]]></category>

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		<description><![CDATA[No último artigo que publiquei aqui no TecnoSapiens, intitulado como História: Semicondutor antes de 1900, tratamos das primeiras descobertas que impulsionaram as pesquisas em semicondutores. No presente artigo vou mostrar as descobertas subseqüentes que levaram à tecnologia que temos atualmente. Durante estes anos de desenvolvimento cientifico se destacaram algumas pesquisas que conduziram ao atual avanço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=4df351c0f287e656665bf61bddf04d42&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>No último artigo que publiquei aqui no TecnoSapiens, intitulado como <a title="Permanent Link: História: Semicondutor antes de 1900" rel="bookmark" href="../../2008/09/historia-semicondutor-antes-de-1900/">História: Semicondutor antes de 1900</a>, tratamos das primeiras descobertas que impulsionaram as pesquisas em semicondutores. No presente artigo vou mostrar as descobertas subseqüentes que levaram à tecnologia que temos atualmente.</p>
<p>Durante estes anos de desenvolvimento cientifico se destacaram algumas pesquisas que conduziram ao atual avanço tecnológico que vivemos nos dias de hoje. O início do século XX, foi fundamental para<span id="more-565"></span> o desenvolvimento da microeletrônica, pois houve um enorme progresso na teoria física com o desenvolvimento da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_qu%C3%A2ntica">mecânica quântica</a>, feita por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bohr">Bohr</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/De_Broglie">de Broglie</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Heisenberg">Heisenberg</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Schr%C3%B6dinger">Schrödinger</a> e outros, notadamente durante a década de 20. Em paralelo a este fato, foi proposto um primeiro conceito de desenvolvimento de um transistor, o transistor de efeito de campo (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Transistor_de_Efeito_de_Campo"><strong>FET</strong>-<em>Field Efect Transistor</em></a>) em estado sólido.</p>
<p>No ano de 1936 a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bell_Labs#Hist.C3.B3ria">Bell Labs</a> decide criar um grupo de pesquisa específico para estudar e desenvolver dispositivos semicondutores, com o objetivo de fabricar o transistor de efeito de campo. Um outro grupo bastante ativo nesta área e que contribuiu significativamente com o trabalho na Bell Labs foi o grupo da universidade de Purdue. Em 1940, R. Ohi identifica pela primeira vez semicondutores de Si <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/P-type_semiconductor">tipo p</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/N-type_semiconductor">tipo n</a>. No mesmo ano, J. Scaff e H. Theuerer mostram que tanto o nível quanto o tipo de condutividade do Si, é devido à presença de impurezas (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dopagem_eletr%C3%B4nica#Semicondutor_dopado">dopagem</a>). Durante a década de 40 a eletrônica tinha por base as <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%A1lvula_termi%C3%B4nica">válvulas termoiônicas</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rel%C3%A9">relês</a> eletro-mecânicos. Mas as válvulas termoiônicas eram frágeis, tinha um custo de produção elevado e de alto consumo de energia, enquanto os relês eletro-mecânicos com as mesmas características das valvulas e tinham comutação muito lenta. Estas características incentivaram novas pesquisas em torno dos semicondutores <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Silicio">Silício</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Germanio">germânio</a>.</p>
<p>Estas limitações destes dispositivos motivaram o reinício da pesquisa e desenvolvimento de novos dispositivos de estado sólido. Assim, em 1946, a Bell Labs recria seu grupo de pesquisa em estado sólido, agora sob liderança de William Shockley, concentrando esforços na pesquisa dos semicondutores <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Germanio">Ge</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Silicio">Si</a> e de transistores de efeito de campo. Nesta época, um dos pesquisadores do grupo, Bardeen, sugere uma explicação pelo insucesso na obtenção do transistor FET baseado na alta <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Densidade_dos_estados">densidade de estados</a> de superfície dos semicondutores. Mas persistindo na pesquisa da invenção do FET, Bardeen e Brattain descobrem por acaso o efeito de transistor bipolar, no final de 1947 foi demonstrado o efeito transistor por J. Bardeen, W. Shockley e W. H. Brattain (trabalho premiado com o Nobel de física de 1956 &#8211; <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nobel_de_F%C3%ADsica">Lista de físicos laureados com o Prêmio Nobel</a>) em um cristal de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Germanio">germânio</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2008/09/transistor.jpg"><img class="size-medium wp-image-567 alignnone" title="transistor" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2008/09/transistor-290x300.jpg" alt="" width="290" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>O primeiro transistor, construído por Bardeen e Brattain conhecido como transistor de ponto de contato criado em dezembro de 1947 na Bell Labs.</em></p>
<p>Na década de 50, o <a href="http://cienciahoje.uol.com.br/97303">efeito de resistência negativa</a> em junções tipo p com tipo n altamente dopadas foi observado por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Leo_Esaki">Esaki</a>, levando à descoberta do efeito quântico de tunelamento. A criação do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diodo_t%C3%BAnel">diodo túnel</a> teve tamanha importância no percurso de desenvolvimento dos dispositivos que garantiu para Leo Esaki o Prêmio Nobel de 1973. Ainda na década de 50 foi criado o primeiro dispositivo que continha, em um único bloco de Si, um transistor, um capacitor e um resistor, interconectados através de fios soldados nos contatos, <em>ver figura abaixo</em>, abrindo caminho para o desenvolvimento de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Circuito_integrado">circuitos integrados</a> <strong>CI</strong>. Outra contribuição muito</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2008/09/ci1.jpg"><img class="size-medium wp-image-605 aligncenter" title="fonte: Wikipédia" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2008/09/ci1.jpg" alt="" width="180" height="120" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Primeiro circuito integrado feito por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jack_Kilby">Jack S. Kilby</a>*</em>.</p>
<p>importante de Esaki, foi a criação de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Heterostructure">heteroestruturas</a>, em 1969-1970, que separavam elétrons de impurezas ionizadas, de forma a reduzir o espalhamento e aumentar a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mobilidade_(F%C3%ADsica)">mobilidade</a> dos portadores. Na década de 60 mais precisamente em 1965 <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gordon_Moore">Gordon Moore</a>, um dos fundadores da Intel, percebeu que o número de transistores dos circuitos integrados cresceria exponencialmente, dobrando a cada dois anos (depois observou-se este crescimento a cada um ano e meio), e previu que esta tendência deveria continuar. A esta tendência denominou-se <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_de_Moore">lei de Moore</a>.</p>
<p>O desenvolvimento e aperfeiçoamento de técnicas de crescimento de materiais com alta qualidade, tais como deposição por epitaxia do tipo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Molecular-beam_epitaxy"><strong>MBE-<em>Molecular Beam Epitaxy</em></strong> </a>e deposição por vapor químico do tipo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Metalorganic_chemical_vapor_deposition"><strong>MOCVD-<em>Metalorganic Chemical Vapor Deposition</em></strong></a>, tornou-se possível o crescimento de camadas monoatômicas individuais uma após a outra, produzindo redes cristalinas artificiais e interfaces quase perfeitas. Com os grandes avanços obtidos nas décadas de 80 e 90, a tecnologia de crescimento de cristais semicondutores se encontra atualmente em um estágio de desenvolvimento bastante elevado. Com o uso destas tecnologias de crescimento de cristais, juntamente com as avançadas técnicas de nanolitografia e de corrosão química (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Industrial_etching"><em>Chemical etching</em></a>), é possível, com uma engenharia de<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estrutura_eletr%C3%B4nica_de_bandas"> estrutura de banda</a>, produzir as mais variadas nanoestruturas semicondutoras, as quais devido às escalas de tamanho envolvidas, tem o comportamento dos portadores (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/El%C3%A9tron">elétrons</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Buraco_(semicondutores)">buracos</a>) governado pela mecânica quântica. Isso não só tornou possível o avanço de dispositivos semicondutores, como também manteve a lei de Moore vigente até os dias atuais.</p>
<hr />*Kilby pensava em maneiras de miniaturizar os componentes e simplificar sua fabricação, possivelmente construindo todos eles sobre uma mesma lâmina de silício. Em julho de 1958, ele escreveu em seu caderno de pesquisa: &#8220;A miniaturização extrema de muitos circuitos elétricos pode ser alcançada fazendo-se resistores, capacitores, transistores e diodos em uma única lâmina de silício&#8221;. Foi somente em 2000 que Jack S. Kilby ganhou o prêmio Nobel de Física pela invenção do circuito integrado.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2008%2F09%2Fhistoria-semicondutor-a-partir-de-1900%2F&amp;title=Hist%C3%B3ria%3A%20Semicondutor%20a%20partir%20de%201900" id="wpa2a_12"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>História: Semicondutor antes de 1900</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 14:13:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudinei</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando pensamos em desenvolvimento tecnológico, logo vem em nossas cabeças a descoberta do transistor por John Bardeen, Walter Houser Brattain e William Bradford Shockley nos Laboratórios da Bell Telephone em dezembro de 1947! Porém pouco se diz como se deu essa descoberta. Afinal, tudo começou em 1947? Quantos neurônios foram “queimados” para construir a base [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=4df351c0f287e656665bf61bddf04d42&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Quando pensamos em desenvolvimento tecnológico, logo vem em nossas cabeças a descoberta do transistor por <a title="John Bardeen" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Bardeen">John Bardeen</a>, <a title="Walter Houser Brattain" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Walter_Houser_Brattain">Walter Houser Brattain</a> e <a title="William Bradford Shockley" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/William_Bradford_Shockley">William Bradford Shockley</a> nos Laboratórios da Bell Telephone em dezembro de 1947! Porém pouco se diz como se deu essa descoberta. Afinal, tudo começou em 1947? Quantos neurônios foram “queimados” para construir a base para essa grande descoberta? E algo importante, de quem foram esses neurônios? O que foi implementado antes do transistor? Existia comunicação via rádio antes do transistor? Pensando nessas questões fiz uma breve revisão histórica sobre a utilização de semicondutores antes de 1900 e apresento a você, caro leitor!</p>
<p>Embora as pesquisas em semicondutor não demorassem muito tempo para chegar ao desenvolvimento atual (60 anos de intensas pesquisas), historicamente temos relatos muito antigos, como o de 1833, uma descoberta feita por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Michael_Faraday">Michael Faraday</a> que abriu caminho para as pesquisas em semicondutores. <span id="more-491"></span>Faraday descobriu que o composto sulfito de prata tem um coeficiente negativo de resistência com a temperatura* e esta é uma propriedade típica nos materiais semicondutores. O oposto é verdadeiro para um condutor, pois este tem um coeficiente positivo de resistência. Uma outra contribuição importante para o campo da física de semicondutor foi a descoberta do físico francês, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A._E._Becquerel">Alexander Edmond Becquerel</a>. Em 1839 Becquerel relatou que tinha observado o efeito fotovoltáico em eletrodos de platina coberto por cloreto de prata ( <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/AgCl">AgCl</a>), este foi o primeiro dispositivo fotovoltáico relatado, a fotovoltagem foi gerada no contato do semicondutor AgCl com o condutor <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Prata">Ag</a> (prata). A próxima década importante para pesquisa de semicondutores foi a década de 1870, durante esse período o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Selenio">selênio</a> foi a grande descoberta e trouxe muitos avanços para a evolução dos dispositivos.</p>
<p>O desenvolvimento dos dispositivos eletrônicos iniciou-se em 1874, quando <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Karl_Ferdinand_Braun">Karl Ferdinand Braun</a> construiu um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Retificador">retificador</a> com um cristal de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Galena">Galena</a>, ou como é comumente conhecido, sulfeto de chumbo (PbS), soldado com um fio metálico**. Braun observou que o fluxo de corrente total foi alterado, passando a depender da polarização da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tens%C3%A3o_el%C3%A9trica">tensão</a> aplicada e das condições da superfície do material, desta forma ele descobriu o caráter assimétrico da condução elétrica entre metais e semicondutores. A primeira observação de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fotoc%C3%A9lula">efeito fotovoltáico</a> em sistemas contínuos foi feita em 1876 e a substância de semicondutor era novamente o selênio. <a href="http://www.plicht.de/chris/files/a/adamswilliamgrylls.htm">W. G. Adams,</a> junto com seu estudante R. E. Day investigava as propriedades fotoelétricas do selênio em Cambridge e eles descobriram que se iluminassem uma junção de selênio e platina teriam o efeito fotovoltáico. A partir dessas descobertas surgiram  novos dispositivos, e importantes avanços em pesquisas relacionadas com a Física da matéria condensada possibilitaram a construção de aparatos que se tornavam cada vez mais eficientes e com aplicações tecnológicas notáveis.</p>
<p>Em 1883, <a href="http://www.eoearth.org/article/Fritts,_Charles_Edgar">Charles Edger fritts</a>, um eletricista de Nova York, construiu uma pilha solar de selênio (atualmente as pilhas solares são usadas no lugar das baterias nos instrumentos tais como satélites e calculadoras). Aqui deve ser lembrado que este era o primeiro dispositivo com uma área grande e feito de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Schottky_barrier">junção semicondutor-metal</a>; entretanto, era muito ineficiente em converter energia solar em energia elétrica. Embora as observações mais significativas do século XIX viessem durante o período 1870-1885, os semicondutores ainda não tinham recebido nenhuma aplicação com finalidade prática. Após a demonstração de<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Heinrich_Rudolf_Hertz"> Hertz </a>da existência de ondas eletromagnéticas em 1888, um número grande de cientistas começou há de se envolver com descobertas recentes, e o telegráfo via ondas se tornou uma realidade praticável. Entre elas, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jagdish_Chandra_Bose">Jagadish Chandra Bose</a> era a primeira pessoa à introduzir semicondutores para a recepção de ondas eletromagnéticas.</p>
<p>Assim termina a história do semicondutor no século XIX. A saga do semicondutor começa com o sulfito de prata de Faraday em 1833, e no fim do século incorpora o século seguinte com glória, com aplicação introdutória dos semicondutores para finalidades de Telégrafos via ondas feita por Bose.</p>
<p>Veja também</p>
<h1><a href="../../2008/09/historia-semicondutor-a-partir-de-1900/">História:  Semicondutor a partir de 1900</a></h1>
<hr />*O coeficiente negativo de resistência de temperatura diz de uma outra maneira que a  resistência à passagem de corrente elétrica do material diminui quando a temperatura aumenta, ou seja, a corrente elétrica aumenta com o aumento da temperatura.<br />
**Desde  1874  é  conhecido  o  efeito  retificador do contato de um metal com o material semicondutor de PbS, com a apresentação do diodo de ponta de contato por Braun. Este contato forma a estrutura intrínseca de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Diodo_Schottky">diodo tipo Schottky</a>, bem como da porta de um transistor<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/MESFET"> MESFET</a> <em>Metal-Semiconductor Field Effect Transistor</em>.</p>
<p>Obs.: Em breve continuarei esse histórico sobre semicondutores, relatarei os acontecimentos a partir de 1900 até os dias atuais!</p>
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		<title>Tempo, tempo, tempo mano velho&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 13:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[História]]></category>
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		<description><![CDATA[Ei, você!! Responda rápido: o que é o tempo? Pergunta difícil não é mesmo? É&#8230; mesmo tendo feito um curso de Física não consigo pensar em uma boa resposta para ela. Como disse Santo Agostinho, que além de santo foi um grande filósofo: Se ninguém me perguntar eu sei, porém, se quiser explicar a quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=f4a74c4c68f512fce536ebedcfb9cf52&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Ei, você!! Responda rápido: o que é o tempo?</p>
<p>Pergunta difícil não é mesmo? É&#8230; mesmo tendo feito um curso de Física não consigo pensar em uma boa resposta para ela. Como disse Santo Agostinho, que além de santo foi um grande filósofo:</p>
<blockquote><p>Se ninguém me perguntar eu sei, porém, se quiser explicar a quem me perguntar, já não sei.</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.moma.org/images/collection/FullSizes/00073100.jpg"><img class="size-full wp-image-404 aligncenter" title="A persistência da Memória, por Salvador Dali. Fonte: MoMa - The Museum of Modern Art - http://www.moma.org/collection/browse_results.php?object_id=79018 | (http://www.moma.org/images/collection/FullSizes/00073100.jpg)" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2008/09/persistmemoriadali.jpg" alt="" width="400" height="288" /></a></p>
<p>Independente do que seja o tempo, é importante saber que neste mundo, há tempo para tudo:<span id="more-403"></span></p>
<blockquote><p>Debaixo do céu há momento para tudo, e tempo certo para cada coisa:</p>
<p>Tempo para nascer e tempo para morrer. Tempo para plantar e tempo para arrancar a planta. Tempo para matar e tempo para construir. Tempo para chorar e tempo para rir. Tempo para gemer e tempo para bailar. Tempo para atirar pedras e tempo para recolher pedras. Tempo para abraçar e tempo para se separar. Tempo para guardar e tempo para jogar fora. Tempo para rasgar e tempo para costurar. Tempo para calar e tempo para odiar. Tempo para a guerra e tempo para a paz. (Eclesiastes 3, v.1-8).</p></blockquote>
<p>Após este breve momento de reflexão, e sabendo que definir o que é o tempo não se constitui em uma tarefa simples, vou me concentrar em um aspecto mais prático: a medição do tempo.</p>
<p>Atualmente a medição do tempo (ou melhor dizendo, a medição de intervalos de tempo) pode ser feita  desde um muito curto a um muito longo. Podemos, por meio das mais diversas técnicas e fazendo uso de tecnologias sofisticadas, medir intervalos de tempo que vão desde 1 picossegundo (um trilionésimo de segundo) &#8211; o menor período que pode ser medido com exatidão, até o impensável intervalo de tempo que corresponde à idade provável do universo (desde o Big Bang): de 10 a 15 bilhões de anos.</p>
<p>Entretanto, como a humanidade mediu o tempo ao longo de sua história? Quais as técnicas, a ciência e as tecnologias utilizadas?</p>
<p>Com o objetivo de tentar responder a estas questões escreverei uma série especial de artigos. Ficou interessado? (espero que sim). Então, anote na sua agenda:</p>
<p><em><strong>Estréia: terça-feira, 16 de setembro de 2008.</strong></em></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2008%2F09%2Ftempo-tempo-tempo-mano-velho%2F&amp;title=Tempo%2C%20tempo%2C%20tempo%20mano%20velho%26%238230%3B" id="wpa2a_16"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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