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	<title>TecnoSapiens &#187; Ubuntu</title>
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	<description>De pedras lascadas a mentes afiadas</description>
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		<title>Editando gráficos gnuplot</title>
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		<comments>http://www.tecnosapiens.com.br/2009/09/editando-graficos-gnuplot/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 13:56:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Weslley</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Software livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
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		<category><![CDATA[EPS]]></category>
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		<category><![CDATA[inkscape]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, pessoas! Esse artigo é dedicado aos usuários de gnuplot que necessitam dar aquela incrementada em seus gráficos, para facilitar a interpretação e chamar a atenção de quem os vê. O único pré-requisito para tal edição é exportar os gráficos para o forma Encapsulated Post Script, vulgo EPS. Passo 01: Exportar os gráficos para EPS [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=4b903347bb118f717470fb592a2bdf0d&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Olá, pessoas!</p>
<p>Esse artigo é dedicado aos usuários de <em>gnuplot</em> que necessitam dar aquela incrementada em seus gráficos, para facilitar a interpretação e chamar a atenção de quem os vê. O único pré-requisito para tal edição é exportar os gráficos para o forma Encapsulated Post Script, vulgo EPS.</p>
<p><span id="more-1862"></span><strong>Passo 01: Exportar os gráficos para EPS</strong></p>
<p>Para exportar os gráficos para o formato EPS, basta colocar no fim de seu script Gnuplot as seguintes linhas:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>set terminal postscript eps enhanced <em>20</em> <em>color dashed</em><br />
set output &#8220;<em>arquivo.eps</em>&#8221;<br />
replot</strong></p>
<p>Os termos na linha de comando que estão em itálico são opções da exportação, os quais podem ser trocados de acorodo com o desejado pelo usuário.</p>
<p><strong>Passo 02: Instalando um editor de gráficos vetoriais</strong></p>
<p>O formato EPS é um formato vetorial de imagens. Na prática, isso significa que a base da imagem não são os pixels, mas sim os pontos de curvaturas e cores da imagem, o que permite que você mude o tamanho, dê zoom na imagem sem perder resolução nem &#8220;serrilhar&#8221; a mesma. Um editor bem simples de usar e bastante potente é o <em>Inkscape Vector Graphics Editor</em>. Para instalá-lo, basta dar o comando:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>sudo apt-get install inkscape</strong></p>
<p>ou então acessar a página do programa (<a href="http://www.inkscape.org/" target="_blank">http://www.inkscape.org/</a>) e baixar o pacote.</p>
<p><strong>Passo 03: Transformando o EPS para PDF</strong></p>
<p>Apesar de ser um ótimo editor de imagens, o Inkscape não consegue abrir figuras EPS, apenas salvar nesse formato. Sendo assim, é preciso transformar o arquivo para o formato PDF, o qual o Inkscape consegue abrir normalmente. Para isso, basta fazer:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>epstopdf arquivo.eps</strong></p>
<p>e será gerado o<em> arquivo.pdf</em></p>
<p><strong>Passo 04: Editando o arquivo PDF</strong></p>
<p>Agora é só abrir o arquivo com o Inkscape. Abaixo tem um exemplo de como fica um gráfico aberto com o mesmo. Neste gráfico, a legenda do mesmo foi colocada alinhada verticalmente, para aproveitar melhor o espaço da figura.</p>
<div id="attachment_1864" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1864" title="Exemplo" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/09/Screenshot-300x210.png" alt="Exemplo de gráfico aberto com o Inkscape" width="300" height="210" /><p class="wp-caption-text">Exemplo de gráfico aberto com o Inkscape</p></div>
<p>Após abrir o arquivo, é necessário desagrupar as linhas do gráfico. Para isso, basta clicar com o botão direito em cima da imagem e clicar em &#8220;Ungroup&#8221; sempre que um bloco estiver agrupado, assim será possível a edição de cada elemento do gráfico.</p>
<p>O Inkscape tem muito mais opções de cores, linhas, espessuras, pontilhados, além de outros atributos. Com isso, você conseguirá deixar seus gráficos muito mais claros e atraentes aos olhos de quem o analisa.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F09%2Feditando-graficos-gnuplot%2F&amp;title=Editando%20gr%C3%A1ficos%20gnuplot" id="wpa2a_2"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Agilidade com teclado: Gnome-Do</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 14:51:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo mundo que trabalha por muito tempo na frente de um computador sabe que usar o teclado é muito mais eficiente e produtivo do que o uso do mouse, conhecido como rato na terra de Camões e no bug de traduções do Ubuntu. Antes de começar a usar um suporte sob o notebook eu utilizava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=8fea0c25ce5875775cbceee02e0c9792&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Todo mundo que trabalha por muito tempo na frente de um computador sabe que usar o teclado é muito mais eficiente e produtivo do que o uso do mouse, conhecido como rato na terra de Camões e no <a title="Bug persistente no Hardy e Intrepid" href="http://andrenoel.com.br/2008/04/27/por-que-o-terminal-ainda-me-consola/" target="_blank">bug de traduções do Ubuntu</a>. Antes de começar a usar um suporte sob o notebook eu utilizava apenas o <em>touchpad</em> e mesmo este parecia ser mais ágil que o mouse pelo simples fato de que ficava logo abaixo do teclado, exigia movimentos menos amplos e mais sutis. Mas em termos de agilidade o teclado é muito mais rápido quando se conhece os atalhos das teclas. Por isso um aplicativo muito festejado no mundo do <a title="O Nirvana dos Sistemas Operacionais" href="http://en.wikipedia.org/wiki/OS_X" target="_blank">OS X</a> é o <a title="Quicksilver também é Mercúrio em inglês" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Quicksilver_(software)" target="_blank">Quicksilver</a>.</p>
<div id="attachment_1067" class="wp-caption aligncenter" style="width: 228px"><img class="size-medium wp-image-1067" title="quicksilver" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/01/quicksilver-218x300.jpg" alt="A cara do Quicksilver" width="218" height="300" /><p class="wp-caption-text">A cara do Quicksilver</p></div>
<p><span id="more-1056"></span></p>
<p>Sem precisar conhecer uma miríade de atalhos arcanos ou tirar as mãos do teclado é possível abrir pastas e arquivos, enviar emails,  abrir aplicativos, favoritos do navegador, páginas de internet, iniciar uma conversa com um contanto via IM e várias outras ações, bastando digitar algumas teclas. E felizmente não é apenas no <a title="O Grande Pomar" href="http://www.apple.com/" target="_blank">Mundo da Fruta™</a> que desfruta de tais facilidades. Para o KDE e Windows existe o <a title="Página do Projeto Launchy" href="http://www.launchy.net/" target="_blank">Launchy</a>, no entanto é mais limitado que o Quicksilver em termos de ações possíveis. Para o Gnome há o excelente <a title="Gnomo Faz!" href="http://do.davebsd.com/" target="_blank">Gnome-Do</a>, praticamente um clone do Quicksilver, tanto em termos de funções quanto de aparência.</p>
<div id="attachment_1071" class="wp-caption aligncenter" style="width: 258px"><a href="http://do.davebsd.com/preview.shtml"><img class="size-medium wp-image-1071" title="screenshot_gnome-do" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/01/screenshot_gnome-do-248x300.png" alt="É a cara do pai!" width="248" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">É a cara do pai!</p></div>
<p>Assim como o Quicksilver é integrado aos aplicativos do OS X, o Gnome-Do possui forte integração com os aplicativos do Gnome como Synaptic, Pidgin, Evolution e Rhythmbox. Além da integração com aplicativos há intergração com serviços da Web como Gmail, Google Maps e Flickr. Estas e outras funções podem ser selecionadas através das preferências do aplicativo, acessíveis por meio daquela seta no canto superior direito apontando para baixo, na janela do Gnome-Do. Uma vez executado, o Gnome-Do permanece funcionando em segundo plano, bastando pressionar Super(mais conhecida como a tecla do menu do Windows)+Espaço para traze-lo ao primeiro plano.</p>
<p>O maior problema de usar esse tipo de aplicativo é mudar o paradigma de como interagimos com o computador. Normalmente pensamos na tarefa que pretendemos executar, procuramos o aplicativo para tal ação, abrimos tal aplicativo. Por exemplo, para lermos um arquivo PDF normalmente abrimos o Leitor de PDF, Menu&gt;Abrir Arquivo, procurar arquivo, abrir arquivo. E normalmente usando o mouse. Com o Gnome-Do basta digitar algumas letras do nome do arquivo e pronto. Sem tirar as mãos do teclado. Os segundos que você ganha com essa mudança contabilizam preciosos minutos no final do dia que eu posso usar para aquelas tarefas excelentes da vida cotidiana, como lavar um banheiro ou dar banho no cachorro&#8230; Pensando bem, melhor procrastinar. <img src='http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>P.S.: Para instalar o Gnome-Do no Ubuntu em versões posteriores ao Hardy clique <a title="Instalr o gnome-do" href="apt://gnome-do" target="_self">aqui</a> e <a title="Instalar plugins do gnome-do" href="apt://gnome-do-plugins" target="_self">aqui</a>. Para instalar o Gnome-Do no Hardy recomendo baixar os pacotes disponíveis no <a title="Página do Gnome-Do no getdeb.net" href="http://www.getdeb.net/release/3183" target="_blank">getdeb.net</a>.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F01%2Fagilidade-com-teclado-gnome-do%2F&amp;title=Agilidade%20com%20teclado%3A%20Gnome-Do" id="wpa2a_4"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Backup, freak!</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 01:42:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu tenho uma confissão a fazer. Provavelmente, mesmo aqueles que me conhecem há muito tempo talvez não saibam&#8230; Pausa para você pensar em uma perversão. Pronto? Bem, eu só queria dizer que sou compulsivo por backups. Agora você pode sentir-se culpado por ter pensado aquelas coisas sobre mim. Como já disse anteriormente, passo praticamente todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<img style='float: left; margin-right: 10px; border: none;' src='http://www.gravatar.com/avatar.php?gravatar_id=8fea0c25ce5875775cbceee02e0c9792&amp;default=http://www.tecnosapiens.com.br/images/defgravatar.gif' alt='No Gravatar' width=60 height=60/><p>Eu tenho uma confissão a fazer. Provavelmente, mesmo aqueles que me conhecem há muito tempo talvez não saibam&#8230; Pausa para você pensar em uma perversão. Pronto? Bem, eu só queria dizer que sou compulsivo por backups. Agora você pode sentir-se culpado por ter pensado aquelas coisas sobre mim. <img src='http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Como já disse <a title="Meu primeiro artigo no Tecnosapiens!" href="http://www.tecnosapiens.com.br/2009/01/um-carneiro-no-meu-caminho/" target="_blank">anteriormente</a>, passo praticamente todo meu <span style="text-decoration: line-through;">tempo procrastinando</span> trabalhando no <a href="http://www.ubuntu.com/" target="_blank">Ubuntu</a>. A manutenção do sistema é muito mais simples se comparado a um sistema Windows: nada de atualizar antivírus, antispyware, escanear os arquivos à procura de pragas, limpar registro e afins. Basta realizar os updates na medida que eles aparecem e&#8230; os backups! Não se esqueça dos backups!</p>
<div id="attachment_1032" class="wp-caption aligncenter" style="width: 250px"><img class="size-medium wp-image-1032" title="Eu não tenho backups!" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/01/homer_the_scream-240x300.jpg" alt="Ele não faz backups!" width="240" height="300" /><p class="wp-caption-text">Ele não faz backups!</p></div>
<p><span id="more-990"></span></p>
<p>Mesmo sendo um sistema bastante estável, o Ubuntu e nenhum outro sistema operacional é a prova de falhas de hardware, catástrofes e usuários-que-acham-que-sabem-o-que-estão-fazendo-mas-na-verdade-são-umas-bestas-manuseando-teclados. Entre as prováveis causas, que podem-lhe fazer bater a cabeça na parede e se perguntar &#8220;por que eu não tenho um maldito backup&#8221;, a mais comum é o famoso HD queimado. Ou dependendo do seu parentesco com os equinos, dar um comando rm -rf * dentro do diretório errado.</p>
<p>Para prevenir-se dos casos de catástrofes ambientais, roubos em residências e congêneres é recomendável ter backups on-line, mas isso fica para outro artigo. E caso você seja acometido pela Lei de Murphy e perca tanto os backups locais quanto os on-line, sugiro que fale com o <a href="http://www.tecnosapiens.com.br/sobre-o-tecnosapiens-e-seus-autores/" target="_blank">Claudinei</a>, ele conhece uma mandinga porreta para você benzer-se.</p>
<p>Como diria o <a title="Famoso inglês do século XIX" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jack_the_Ripper" target="_blank">filósofo inglês</a>, vamos por partes. Primeiro, qual mídia utilizar para guardar backups? Esqueçam CD/DVD/Bluray. Apesar do baixo custo por GB, o tempo para gravar uma mídia e a vida útil da mesma, cerca de 1 ano em condições realistas,  não as tornam candidatas ideais. Creio eu que a melhor solução de backup para uso doméstico, em termos de confiabilidade e custo/GB,  são discos rígidos, <a title="Also know As" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Aka" target="_blank">AKA</a> HD, externos,  de preferência conectados a interfaces de rápida transferência como <a title="External SATA" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Esata#External_SATA" target="_blank">eSATA</a>, <a title="IEEE 1394 para os íntimos" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Firewire">FireWire</a>, <a title="Só se você estiver no futuro." href="http://en.wikipedia.org/wiki/Usb_3.0" target="_blank">USB 3.0</a> ou no mínimo <a title="Esse daqui a pouco já na dá conta do recado." href="http://en.wikipedia.org/wiki/USB_2.0#USB_2.0" target="_blank">USB 2.0</a>. Desejo o uso de USB 1.1 ou 1.0 só para masoquistas e desafetos.</p>
<p>Sabendo onde guardar seus preciosos dados a questão é: &#8220;Onde eu guardo a minha coleção de músicas <span style="text-decoration: line-through;">baixadas ilegalmente</span> copiadas dos meus CD&#8217;s&#8221;. Bem, pesquisei algumas soluções para o Ubuntu e encontrei o <a title="Nojento! Tchan!" href="https://wiki.ubuntu.com/TimeVault" target="_blank">Time Vault</a>. Ô programinha da usabilidade ruim! Não entendi a maneira como os backups são feitos, não parece copiar pastas recursivamente ou seguir links simbólicos. Se estas características existem, não funcionaram comigo.</p>
<p>No momento estou testando outra solução disponível para o Ubuntu, o <a title="Para instalar o sbackup no Ubuntu, clique sobre este link" href="apt://sbackup" target="_blank">sbackup</a> e, como diz a loira que foi jogada do alto de um prédio, até agora está tudo ok. Interface simples, fácil de configurar e restaurar os backups. Se algo sair errado eu atualizo aqui.</p>
<div id="attachment_1035" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a title="Página do Projeto Simple Backup Suite" href="http://sbackup.wiki.sourceforge.net/" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-1035" title="Tela de configuração do sbackup" src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/uploads/2009/01/screenshot_propriedades-do-backup-300x174.png" alt="Simple Backup Suite" width="300" height="174" /></a><p class="wp-caption-text">Simple Backup Suite</p></div>
<p>No entanto a ferramenta em que eu mais confio é um pequeno bash script, para lá de simplório, que realiza apenas um cp -ur (cópia dos arquivos mais recentemente modificados, de forma recursiva) das pastas que eu quero. É simples e tem funcionado comigo, já que atualmente trabalho em um único computador.  Se tivesse que manter cópias atualizadas de mais de um computador as coisas poderiam complicar: gravar os arquivos de um computador para o HD externo, do HD externo para o outro computador&#8230; isso sempre que editar ou salvar alguma coisa. Eu iria aprontar uma confusão dos diabos.  }:-)</p>
<p>Em outra oportunidade falarei das possibilidades de backups on-line usando serviços gratuitos como o <a title="Parte dos serviços Windows Live" href="http://skydrive.live.com" target="_blank">Skydrive</a> e o <a title="Uma caixa on-line" href="http://box.net" target="_blank">Box.net</a>. Esse último com a possibilidade de montar sua pasta como uma pasta de rede. Mas como disse, isso é outra história&#8230;</p>
<p>P.S.: Sugestões de formas de backups locais, especialmente aplicativos no Ubuntu são bem-vindas (com ou sem hífen? ).</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.tecnosapiens.com.br%2F2009%2F01%2Fbackup-freak%2F&amp;title=Backup%2C%20freak%21" id="wpa2a_6"><img src="http://www.tecnosapiens.com.br/home/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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